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Decião convida Lula pra visitar SC.

Podia começar por Blumenau.

Podia propor uma nova placa pra homenagear o Lula, bem na frente do Fórum, só pro Ricardo Alba passar na frente dela todos os dias quando sai pra entregar intimações.

Seterb abriu licitação para comprar móveis novos.

Tava mesmo precisando.

Já estive lá alguma vezes.

Aquilo é um horror.

Mesas e cadeiras caindo aos pedaços.

Arquivos de aço enferrujados.

O cara corre o risco de pegar tétano só de olhar.

Foto mostra as condições de trabalho do Carlos Lange e da briosa equipe do Seterb:

 

Essa delação do Joesley é mesmo uma fanfarronice.

O cara diz que tinha uma conta Lula e uma conta Dilma no exterior.

Mas eram contas que ele criou e que ele mesmo gerenciava, não eram contas dos dois.

E agora ele diz que quem usava o dinheiro era ele mesmo.

Pagou até o próprio casamento com a grana da Dilma e do Lula sem eles saberem.

Mais ou menos assim:

Eu compro cinco fatias de cuca e guardo dizendo que são pra você.

Então eu vou lá e como dois pedaços.

Aí a polícia apreende as cucas que sobraram e eu explico que tinha cinco pedaços de cuca que eram seus, mas eu comi dois, e que você é culpado mesmo assim de ser o destinatário das cucas.

Finalmente comi uma cuca com o Napoleão.

Foi na Fundação Cultural, hoje de tarde.

Claro, não foi ele que pagou.

Era uma cuca pública, adquirida com recursos próprios pelo município.

Ele só serviu porque e não foi do bolso dele que saiu.

Ninguém dá muita bola pro Centro Histórico, mas rola um turismo interessante por lá.

Sylivo Zimmermann disse que aportam uns 40 ônibus por dia na área.

Ele calcula em mais de 1000 pessoas.

Sexta pela manhã tinha dois busão quando estive lá.

Uma hora depois tinha três diferentes.

No entorno do Museu da Familia Colonial vi dezenas de pessoas visitando e tirando fotos.

Por isso o Napoleão vai fazer a Praça da Cultura nos fundos da Fundação Cultural, criando um espaço bem bacana, integrando toda a área.

Se ele não fizer, me avisem.

Nas fotos:

– Ônibus de turismo no Centro Histórico na sexta de manhã.

– Sylvio Zimmermann puxando assunto com o pé de ginkgo biloba que o Imperador do Japão mandou pro Dr. Blumenau pra comemorar os 10 anos da imigração alemã.

– Turistas no cemitério dos gatos.

 

IMG_20170721_114401118_HDR.jpgA foto mostra os fundos da Fundação Cultural, onde alguns vereadores sugerem construir o novo prédio da Câmara.

Espaço há, mas não é certo fazê-lo.

Felizmente é apenas uma sugestão e o troço não vai se concretizar.

O espaço está mal cuidado, serve de estacionamento improvisado.

Está a poucos metros de diversos bens culturais importantes.

Esse espaço precisa ser urgentemente transformado numa bela praça.

Paisagismo integrado ao que já existe.

Bancos pra pessoas sentarem.

Calçamento bacana.

Demolição e readequação dos ranchos velhos ao fundo.

Integração com a área arborizada, que abriga o cemitério dos gatos, espécies centenárias de árvores, a biblioteca, o Mausoléu e o Museu da Família Colonial.

O espaço é amplo.

É ótimo.

É belo.

Ensolarado, prazeroso.

Urbanizado, poderia integrar as ações feitas na XV aos domingos.

Há espaços e saliências que serviriam para APRESENTAÇÕES CULTURAIS a céu aberto.

Exposição de arte, artesanato, ensaios, poesia.

Um monte de atrações.

Valorizaria o turismo, aproximaria a comunidade.

PRECISAMOS PENSAR NISSO LOGO.

Não ia custar muito.

Sylvio Zimmermann tem razão:cada coisa no seu lugar.

Cidade para as pessoas.

Napoleão em Irineópolis, no fim de semana.

Desfile com mil tratores.

Trocadilhozinhos:

“Plantando votos”.

“Adubando a candidatura”.

“Colhendo apoios”.

O RICARDO ALBA aprovou um requerimento em que é pedida a retirada da placa que homenageia a visita do ex-presidente LULA a Blumenau.

Alba defende a moralidade plena, a honestidade máxima.

Para ele, ao ser condenado, Lula deixou de ser merecedor da homenagem do nosso povo honesto e trabalhador.

Só que não existe apenas uma placa do Lula em Blumenau.

São duas.

A outra placa fica nos fundos do Biergarten, na beira do rio.

Ela está meio judiada, pichada e esquecida, mas está lá.

Ela homenageia o Lula pela inauguração do CATAMARÃ PREFEITO DÉCIO LIMA, no mesmo dia da placa que o Alba quer derrubar.

Sim, pra quem não lembra, o Décio inaugurou um catamarã com o nome dele mesmo e ele mesmo mandou fazer uma placa em sua própria homenagem.

O barco deveria ser uma atração turística, mas o projeto fracassou.

Ricardo Alba precisa apresentar mais uma moção, se quiser ver a cidade livre da mancha espúria do Lulão.

Jovinão ataca novamente.

Depois de apresentar 408 propostas de lei fanfarrônicas, ele agora inventou um projeto que mulher vai pagar meia entrada em tudo.

Claro, não vai passar, tem um monte de gente xingando ele e ele se diverte apresentando moção de louvor pra feijoada.

Esse tipo de coisa só vai acabar quando a Câmara conseguir instalar um eficiente Sistema de Alarme Anti-Jovino.


Sistema de Alarme Anti-Jovino:

Poderosas Câmeras vigiam a entrada do Jovino na Câmara, com monitoramento pelo Seterb.

Sensores especiais pelos corredores detectam a presença do Jovino e enviam sua localização a uma central computadorizada.

A Bike Patrulha é avisada. Cães da PM especialmente adestrados são acionados para farejar, perseguir e localizar projetos do Jovino.

Quando o Jovinão se aproxima do plenário para as sessões, o sistema automaticamente aciona uma sirene que pode ser ouvida até mesmo do alto do Spitzkopf.

Os vereadores passam por um exaustivo treinamento. Ao ouvir a sirene, eles se juntam para vetar os projetos do Jovino por unanimidade.

Periodicamente será feita uma simulação do Sistema Anti-Jovino, com a utilização de escadas de incêndio para evacuação total do prédio da Câmara, impedindo que o Jovino possa dar entrada nos projetos dele.

Um túnel secreto será escavado unindo a Câmara as fundos do Biergarten. O túnel servirá de abrigo e esconderijo para vereadores que não quiserem ser localizados pelo Jovino para assinar os requerimentos dele. O túnel poderá abrigar o Hitler, caso ele volte, já que a Odebrecht fechou o túnel do Carlos Gomes. O túnel terá bóias feitas com pneus de caminhão para que vereadores em fuga possam se jogar no rio caso sejam localizados pelo Jovinão.

Frio é chato.

Odeio o frio.

Tem gente que gosta, mas eu acho um horror.

Das sete vezes que tentei me matar, cinco por enforcamento, uma tomando cicuta e outra me dando um tiro na cabeça, que pegou de raspão, todas foram no inverno.

E ainda tem aquela coisa de errar as teclas do computador e de escrever mais errado.

Aí você pode me dizer “porra, mas tu te dá um tiro na cabeça e pega de raspão? Vai ser incompetente assim lá na casa do capeta”.

Mas, veja, era inverno, eu estava tremendo de frio, muito difícil acertar, o tiro pegou no pé de limão, foi aí eu tomei cicuta, mas não vi que estava com a data vencida.

Fiz uma visita técnica à nova filial da Cooper, que vai abrir na Vila Nova, na quinta-feira.

Gostei.

Cafeteria com linha premium.

Opção de café colonial.

Internet pra freguesia.

Estação Chope pra você abastecer.

Cervejas especiais.

Adega esperta. Novos rótulos de vinhos importados. Tem Casilero e Gato Negro, que eu gosto e aprecio.

Quatro opções em autocaixa. Você mesmo passa as coisas e paga.

Autoatendimento na compra de pãozinho.

Temperos e condimentos a granel.

Decoração bacana, arquitetura legal.

Estacionamento coberto não depressivo.

E o melhor: fica no caminho da minha casa.

Aprovei tudo e dei autorização para a inauguração.


Vagas exclusivas para gestantes grávidas de seus bebês.



Estive na barragem Norte de carona com o Jeanzão.

Explico na imagem como funciona.


1 – O rio Hercílio
2 – Face mais alta da barragem. A água entra por baixo, num túnel, que pode ser fechado por duas comportas.
3 – Casa das máquinas. Os caras precisam descer 60 metros até chegar no túnel que começa no ponto 2. Lá embaixo eles fecham as comportas.
4 – Face mais baixa da barragem. A água vaza por cima se a represa encher. Isso nunca aconteceu.
5) Canal extravasor. A água escorre por ele e volta ao rio mais adiante.

Índios fizeram um puxadinho na entrada da casa das máquinas e tem gente morando lá, cuidando pra ninguém entrar.


Índios moram ao lado da barragem. Crianças brincam em torno dela.


Equipamentos destruídos.


Problema grave a ser resolvido.

No desenho o azul é a parte normal do rio.

Em vermelho, o que acontece quando ela é fechada nas grandes enchentes.

A água atinge alguns trechos das estradas e se infiltra, causando desmoronamentos quando o nível volta ao normal.

Muitos índios moram em encostas. Algumas dessas casas caíram.

Há risco para muitas.


Ginásio coberto e uma escola totalmente destruídos após desbarrancamento nas enchentes de 2014.


Jean pediu pros índios liberarem a barragem para vistoria de técnicos.

Discursos foram de integração e amizade, mas nada feito.

Cacique em exercício disse que a ocupação continua.

Mudanças só após nova reunião em Brasília.


Presidente da Câmara de Vereadores de José Boiteux é índio.

Mora numa das aldeias.

Articulado. Inteligente.

Bom de conversa.

Sabe o que quer.


Bugres de Blumenau visitam a barragem e ficam extasiados com a paisagem.

Participaram da visita os vereadores:

Adrianão

Alexandre Caminha

Alexandre Matias (eleito o mais bonito pelas índias)

Becker

Ito

Jovinão

Mantau

Marcos da Rosa

Prof. Gilson

Sylvio Zimmermann

Minha caminhadinha matinal de domingo de manhã passo em frente ao Obs e é aquela coisa: garrafa de vodka no chão, latas de cerveja e calçada suja.

Lembrei do filme que vi ontem: Fome de Poder.

História do cara que criou a franquia do McDonald’s e que depois acabou comprando o nome da empresa, tornando-se bilionário.

Sabem o que ele fazia?

Ficava puto com a sujeira e varria ele mesmo a frente das franquias que visitava, até de madrugada, e dava esporro em todo mundo por causa disso.

Dizia que limpeza era importante para os negócios, para a imagem da empresa.

Sei que em Blumenau andou rolando proposta de lei não sei de quem, que mandava os bares e casas noturnas limparem as calçadas em seu entorno.

Não sei como ficou o troço, mas nem precisava de lei.

O exemplo do cara do McDonald’s deveria ser suficiente.

O filme é bem bacana. Netflix.


CEO do Macdonals varrendo loja

Meu filho deu um rolê na Europa.

Ficou uns dias na Holanda.

Foi na fábrica da Heineken.

Me trouxe isso.

Gostei tanto que coloquei aqui pra dividir com todo mundo e pra deixar registrado.

CARLOS TONET
Antropólogo amador nas horas de folga e finais de semana

 

 

Jean Kuhlmann vai mais uma vez para a reserva de José Buatê amanhã.

Jeanzão convidou os vereadores.

O Sylvio Zimmermann disse que vai.

Só quero ver como vai ficar o sapato dele.

E se os índios quiserem a gravata Armani dele?

O Cacique Jean quer uma maior interação entre nós e os índios.

Acho bacana.

Até tenho duas propostas pro Jeanzão viabilizar:

1) TURISMO INDÍGENA

Se temos o Turismo Rural de Lages, por que não criar o Turismo Indígena?

Pessoas iriam passar o dia nas aldeias.

São 25 pra escolher.

Turistas poderiam comer a comida preparada pelos índios.

Comprar artesanato.

Dava pra incluir as aldeias no plano de turismo regional: conheça nossas casas típicas germânicas, nossa gastronomia, nossas cervejarias e também nossos índios.

Opções em turismo para todos os gostos.

2) FURB NA RESERVA

A Furb podia criar um mini Projeto Rondon.

Levar alunos de medicina, direito e odonto para ações no local, durante um ou dois dias.

Ia ser bacana.

 

Folha de hoje traz notícia de jantar de Rodrigo Maia com vários políticos na casa do Tonet.

Não seu eu.

Só pra deixar claro.


Hoje teve cafezão com o deputado e cacique Jean Kuhlmann.

Jean visitou o Jornal de Blumenau e trouxe uma cuca do Cantinho Doce, aquela padaria perto da prefeitura, ao lado do Margarida.

Jeanzão continua empenhado na questão da barragem.

Esteve com o ministro Embaça Aí, que designou um cupincha especialmente pra cuidar do assunto.

O cupincha deve vir a SC em no máximo quatro semanas, para uma conversa com os índios, já trazendo informações oficiais do Governo Federal.

Jeanzão acha que devemos mudar nosso modo de ver os índios.

Não basta só consertar a barragem. Precisamos consertar as relações“.

Jean defende algumas ações integratórias entre nós e eles.

Na sexta-feira Jean volta à reserva de José Buatê pra mais uma rodada.

POSSE DA BARRAGEM PELO ESTADO

Jeanzão trabalha para que as instalações físicas da barragem de José Buatê passem para a esfera estadual.

Assim ficaria mais tranquilo operar e manter.

Jeanzão sugere também que possa ser feito um contrato de manutenção e limpeza com os próprios índios.

Ele acha que isso melhoraria a relação entre todos e que os índios se sentiriam valorizados, pois iriam auferir uma renda extra.

Hoje a limpeza é feita por uma empresa de Chapecó.

ELEIÇÕES NA TRIBO

Segundo nos informa o deputado silvícola Jean Kuhlmann, em José Buatê existem 8 aldeias com quase 2.500 índios.

Cada aldeia vota no cacique dela mesma e num cacique geral.

Os caciques que querem se reeleger precisam renunciar 90 dias antes.

Mais ou menos como nós.

Elegemos um prefeito, que é o nosso cacique, e um governador, que é nosso cacique geral.

Só que os índios são mais espertos que a gente.

Elegem os dois numa eleição só.

Nós ficamos desperdiçando bilhões e bilhões pra eleger o cacique num ano e o cacique geral dois anos depois, quando seria bem melhor eleger tudo de uma vez.

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