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Hoje pela manhã publiquei no Facebook a informação de que a prefeitura fez um contrato emergencial com a empresa que gerencia o Alerta Blu, a Squitter, transformando Blumenau na Capital Nacional do Contrato Emergencial.

A prefeitura mandou uma nota dizendo não teve um contrato emergencial, mas sim uma “renovação excepcionalíssima”.

Veja nota enviada pela secretaria de comunicação:

“O contrato, firmado em 2012 com a empresa Squitter foi celebrado por 60 meses. Neste período, foi aditivado por quatro vezes, sempre para alteração de condições econômicas (preço). No final do ano passado (o contrato tem vigência sempre até 18 de dezembro), tendo em vista a exiguidade de tempo para a realização de uma nova licitação, foi requerida pela Secretaria de Defesa do Cidadão, com base na Lei das Licitações, a renovação excepcionalíssima de prazo do contrato até que seja assinado um novo contrato com a ganhadora da nova licitação a ser lançada, com prazo máximo de um ano. Portanto, assim que for lançada nova licitação e assinado contrato com a ganhadora, esta renovação deixa de ter vigência, iniciando-se a prestação de um novo contrato”.

Jânio de Freitas na Folha também leu a sentença do Moro.

Assim como eu, ele não encontrou provas nem ligações do Lula com a Petrobras na questão do apartamento da OAS.

Sim, a OAS arrumou o apartamento que Lula tinha adquirido através de uma cota.

Mas não, não há nenhuma prova ou indício de que o fato renha relação com corrupção na Petrobras e não há motivo para que o caso esteja na Lava Jato.

Jânio fala em “malabarismos dedutivos e justificativas gelatinosas”.

 


 

Valor Econômico, jornal bolivariano, é lido e assinado por empresários brasileiros comunistas e investidores petistas cutistas.

Para agradar seus leitores esquerdistas, o Valor publica hoje matéria com juristas que, assim como eu, veem falhas na sentença do Moro.

Alguém poderia argumentar que o jornal, ao fazer isso, estaria desagradando a seus leitores industriais, banqueiros, investidores e o pessoal das bolsas.

O que ninguém sabe é que essa turma toda é um bando de comunistas disfarçados e por isso o Valor é obrigado a fazer matérias a favor do Lula para agradá-los.

Afinal, entre seus anunciantes estão multinacionais comunistas, seguradoras bolivarianas, grandes bancos estrangeiros comunistas apoiadores do Maduro e cias aéreas petistas, Fiesp comunista, etc…

 


Rua São Paulo, perto da Senior.

Trecho alagado sempre que cai um toró.

Uns 30 anos atrás por aí havia uma floricultura cujo dono era ouvido pelo Santa sempre que inundava.

O sujeito era a cara do Ringo Star com cabelo comprido.

Lá pelo ano de 1983, quando eu trabalhava no Santa, a prefeitura fez uma galeria gigantesca nesse trecho.

A obra durou um tempão.

Lembro muito bem porque eu passava todos os dias por aí a pé.

A obra foi anunciada como a salvação da lavoura.

Mas os alagamentos por aí nunca pararam.

Até hoje me pergunto pra que serviu a obra e todo aquele transtorno.

Alinhás, nunca entendi como uma galeria daquele tamanho poderia escoar alguma coisa com tão poucas bocas de lobo.

Começou a papagaiada.

Como faz todos os anos, o coordenador do Procão de plantão faz aquele levantamento xumbrega dos preços dos materiais escolares com a desculpa de orientar os consumidores.

Sempre dá Ibope.

A imprensa vai atrás, o chefão do Procão aparece um monte e vai pavimentando a campanha a vereador.

Ontem foi a vez de a RIC embarcar no velho conto do vigário.

A emissora entrevistou o paladino Cézar Cim e mostrou um apontador cujo valor variava não sei quantos mil por cento.

Só que o mais caro trazia a imagem de um herói de desenho animado.

Ou seja: a balela é sempre a mesma.

Eu e você podemos comprar um apontador de 50 centavos numa loja ou comprar o apontador do Mickey em outra, pagando cinco vezes mais.

A escolha é nossa.

Mas o Procão acha que compramos apontador mais caro porque somos socós imbecilóides e precisamos de ajuda pra comprar lápis e borracha.

Já tem faculdade de jornalismo em Rio do Sul.

Já tem faculdade de jornalismo em Itajaí.

Já tem dois cursos de jornalismo em Blumenau.

Vai abrir curso de jornalismo em Balneário Camboriú.

(provavelmente o melhor de todos)

Tem faculdade de medicina em Rio do Sul.

Tem faculdade de medicina em Itajaí.

Tem faculdade de medicina em Blumenau.

Abriu faculdade de medicina em Jaraguá.

Não temos mais cristais, mas vamos virar polo exportador de médico

Bolso tem imóvel próprio em Brasília, onde mora, mas mesmo assim pega mensalmente R$ 3 mil da Câmara para auxílio moradia.

Ou seja: paga aluguel pra ele mesmo.

Questionado pela Folha de São Paulo, respondeu que quando era solteiro usava o apartamento “para comer gente”.

Eu vejo tudo e não morro: descubro agora que nosso dinheiro financiou trepadas do Mito.

62,8%.

48,1%.

Adoro a precisão cirúrgica das nossas estatísticas.

Li várias notas nas imprensas sobre o não anúncio da candidatura do Lunciano Hang Loose.

Hoje teve entrevista dele no Moacir Pereira.

Percebi que fui o único a destacar a importante frase do Luciano, que disse que “de vez em quando pra conseguir as coisas é preciso colocar o pau na mesa”.

Lucianão disse também que na empresa dele quem manda ele e que ele faz o que quer mesmo quando todo mundo diz o contrário, porque ele tem bola de cristal e as coisas dão certo.

Luciano Hang disse estar aberto a convites.

Se acha que na política vai resolver as coisas colocando o pau na mesa como faz na empresa, Luciano Hang Loose deveria criar seu próprio partido.

Câmara de Balneário Camboriú aprovou lei que multa pedintes na cidade.

Em Blumenau ainda não há sinalização da Câmara para coibir os pedintes, que podem ser vistos em várias partes da cidade.

Se nada for feito, o número de pedintes deverá crescer bastante em 2018.

Povo amigo desta incomparável cidade.

Um amigo meu teve a infeliz ideia de ter um infarto.

Fui no Santa Isabel ver ele agora.

E disso resultaram três historinhas:

1 – O ESTACIONAMENTO – Pego um ticket na cancela automática do estacionamento Santa Isabel, começo a andar lá por dentro, não acho vaga, faço uma manobra na contramão, sou admoestado por um guarda que me fez voltar de ré, ele diz que não tem vaga, eu reclamo que ninguém avisou, ele diz que é assim mesmo, que 15 minutos é de graça e que eu posso sair sem pagar. Estacionamento roleta-russa.

2 – A PEDINTE – Na saída sob o sol escaldante ao lado da porta da recepção uma mulher me pede dinheiro pra passagem, “tive alta agora e preciso completar 130 reais da passagem”, ela estava com um menino, era uma mulher velha e sem dentes, então pensei, seja o que Deus quiser, não importa se é verdade ou não, ela é velha e sem dentes, eu sou velho mas tenho todos os meus dentes, não preciso ficar nesse sol pedindo dinheiro, então por aquele desencargo de consciência pequeno burguês dei vintão, ela disse que Deus lhe pague, mas não precisa não, eu é que peço que Deus que dê a ela um bom Natal, seja onde for, ou aqui mesmo.

3- A LAMBANÇA – Mas o melhor estava porvir, deixei meu carro num estacionamento na ruazinha do hospital, logo à direita, coloquei meu carro na última vaga sob uma cobertura de Eternit e quando ia saindo vi que colocaram um carro no meio, atravessado, mas o meu ainda passava, mas como ele é grande então comentei com um dos caras que eu esperava poder sair sem problemas, sim senhor, disseram, vai sair tranquilo.

Mas quando voltei eles tinham enfiado um carro bem na frente do meu e eu pensei, bem, devem ter a chave, mas não tinham. A motorista era uma mulher velha, disse-me um deles, acrescentando que por ser mulher e velha esqueceu de deixar a chave, eu tentei fazer ver a ele que a culpa por isso não era da mulher mas dele, mas ele então me disse que todo mundo erra na vida e que eu provavelmente já tinha errado.

Vi que a coisa não ia ser fácil e resolvi guardar eventuais comentários para mim mesmo e nisso os três tentaram empurrar o carro da mulher de lado pra ter espaço pro meu passar, mas não conseguiram. Minha sorte é que do lado tinha um carro bem velho coberto por uma lona, que não andava, mas que estava com a chave, eu mesmo sugeri que tentassem tirar aquele carro porque então talvez desse pra manobrar o meu de lado, então empurraram o carro velho pra fora e conseguiram manobrar meu carro dentro das duas vagas, no maior sufoco, o motor quase fervendo, até tirar, e eu tendo que ouvir os caras dizerem pra mim que todo mundo erra, o senhor desculpe, mas a mulher tinha que deixar a chave, etc, e teve uma hora que chegaram dois clientes e eu falei pra eles, podem parar um pouco, atendam os clientes, eu já esperei até agora, espero um pouco mais, mas eles “não senhor, vamos primeiro tirar o seu carro”, e então tiraram e cá estou eu, narrando-vos essas pérolas da nossa crônica diária.

 

VETERANOS

ADRIANÃO – Fez o de sempre. Não tem muito pra onde correr além do que já fez no mandato anterior.

MANTAU – Vereador desde a época do Ramsés. Imutável. Daqui a três mil anos quando os marcianos invadirem a terra e nos escravizarem, ele irá à tribuna para convidar os marcianos para a festa da cuca da Vila Itoupava.

JOVINÃO – Erra terrivelmente com a estratégia de se apresentar como comediante de stand up. Sua postura histriônica faz com que não seja levado muito a sério por culpa dele mesmo. Faz tudo pra torrar a própria credibilidade. Está virando um personagem tipo o Felipe Mello.

MARCOS DA ROSA – Conquistou importante espaço ao ser eleito presidente. Precisa tomar cuidado pra não se vincular demais a questões religiosas, mas não comprometeu. Administrou bem. Mostra estar afinado com processos gerenciais. Bem alinhado com o governo é o mais tucano dos não tucanos. Busca protagonismo em 2018 mirando 2020.

BECKER – Aumentou o cacife político em relação ao primeiro mandato. Teve um tempo em que não davam bola pra ele. Agora governo o respeita mais. Uma conquista pessoal dele.

ZECA – Manteve o pique e o perfil popularesco de sempre. É muito mais inteligente e articulado do que possa alcançar vossa vã filosofia. É perseguido pelo Santa.

OS NOVATOS

CAMINHA – Fez um bom feijão com arroz. Tem grande potencial.

ALEXANDRE MATIAS – Discreto e sisudo. Passa uma certa insegurança nos pronunciamentos. É rijo demais. Com o tempo deve relaxar. Às vezes parece não muito entusiasmado com a coisa.

ALMIRZÃO – Demonstrou ser bom na tabulação de raciocínio e na defesa de suas proposições e discussões.

BRUNO – Achei que alcançaria uma maior visibilidade, mas no fim ficou de bom tamanho. Foi discreto e eficiente. Meu cachorro ainda espera a visita dele.

GILSON – Conseguiu se destacar e se tornar mais conhecido. Outsider. Segue meio deslocado dentro do próprio partido. Ele reclama que o partido não valoriza ele o partido reclama que ele é que não se aprochega. Precisa resolver isso, viu?

ITO – Transmite sinceridade no que diz. Buscou alguns avanços assistencialistas.

LANZARIN – Joga um pouco pra torcida de vez em quando, coisa que não combina com o perfil dele. Mas não comprometeu.

ALBA – Adepto do discurso histriônico mesmo em questões menores. Precisa cuidar para não ser o novo Vanderlei, gastando munição em vão, usando calibre 12 pra atirar em tico-tico. O discurso radical de ética sofreu pequenos arranhõezinhos por ele ter negado que tinha cargos indicados, quando na verdade tinha. Mas ninguém deu muita bola e ele não foi cobrado por isso tanto quanto ele próprio possivelmente teria cobrado de outrem. Foi enquadrado na questão dos gastos.

SYLVIO ZIMMERMANN – Pareceu pouco à vontade no papel de líder, não transmitiu empatia. Um pouco engessado. Aparentou não ter muito entrosamento com a máquina da prefeitura e com a administração, condição que continuou sendo demonstrada pelo Eder Boron, nosso 16º vereador. Aparentemente preferiu Investir mais na aproximação com empresários e as classes médias.

Não tem pior vereador.

Não tivemos nenhum grande desgosto.

Nada que nos envergonhe.

Teríamos no máximo o menos ruim, mas a coisa está muito equilibrada tanto entre quem se saiu melhor quanto quem se saiu pior.

Eu diria que ficamos num meio termo.

Nem tivemos desempenhos com grande destaque positivo, nem tivemos grandes ícones da mediocridade.

Não teríamos ninguém rebaixado e nem ninguém na Libertadores.

Conhecemos bem todos eles.

Ficaram dentro do que se esperava de cada um, com umas escorregadinhas aqui, umas derrapadinhas ali, uns acertos no geral.

Se eu fosse indicar o pior estaria sendo injusto, dada a pouca diferença entre os desempenhos.

Indicar dois ou três piores também seria, porque não vi nada de tão ruim que pudesse valer um comentário.

Negócio é torcer pra dar alguma treta boa no ano que vem, porque esse foi sussi.

Não tem melhor vereador.

Quase todo mundo esteve parelho.

Todo mundo teve participação discreta, inclusive os novatos.

Não dá pra apontar alguém que se tenha destacado.

Prof. Gilson conseguiu um bom espaço na questão da pintura dos ônibus, conseguiu se mostrar mais ao público, tornou-se mais conhecido, foi capaz de abrir uma discussão ampla em torno do assunto.

Se saiu bem, não exagerou na dose, submeteu-se ao diálogo, não fez carnaval em cima do assunto.

Leva um ponto positivo, mas a questão em si não é suficiente pra colocar ele como o melhor no cômputo geral.

O Troféu Carlos de melhor vereador fica guardado na estante pro ano que vem.

Uma turma de vereadores e lideranças da cidade liderados pelo Mantau vão hoje a Floripa atrás do secretário Grubba pra pedir 150 policiais para Blumenau.

Grubba é aquele que tomas chás de sumiço, não atende nem a RBS, RIC, nem ninguém, nem liga quando o pessoal da TV ficam xingando ele dizendo que ele não atende.

Eu queria ilustrar uma situação pro pessoal.

Suponha que você esteja frente da casa de um vizinho e queira entrar.

O vizinho tem um cachorro grande.

Não adianta você pedir pro cachorro deixar você entrar.

Você tem que falar com o dono do cachorro.

Mantau e todo o pessoal que está indo com ele estão indo falar com o cachorro.

Vocês me dão licença, quero falar com o Napoleão.

Napoleão, meu rapaz, vocês estão entrando numa furada.

Tem uma galera do PSDB que acha que o Sylvio Zimmermann é muito low profile como líder de governo.

Querem alguém que pegue mais pesado e por isso encarregaram o Alexandre Matias de chutar a boca dos adversários.

Eu não faria isso.

Ontem, por exemplo, Alexandre Matias entrou solando no Jovinão, acusando ele de ter muitos comissionados quando era vice-prefeito.

Jovinão deu o troco e o nível baixou.

Quem ganha nessas horas será sempre o Jovino.

Deixa eu te dar um exemplo, Napoleão.

Estamos eu e tu numa calçada.

Do outro lado passa um bêbado e xinga nossas mães.

Tu te enfurece, vai lá e te atracas com o bêbado.

Vocês dois rolam no chão.

Podes até surrar o bêbado, mas vais acabar todo sujo, esfolado , descabelado, com as calças rasgadas e a cueca aparecendo.

O Jovino é o bêbado.

Bater nele é temerário.

Até falei pro Sylvião que ele estava sussi demais, mas também não dá pra ficar dando voadeira na oposição todos os dias.

A resposta tem que ser com números, com dados e informações de forma organizada.

Nunca focar no mensageiro, mas na mensagem.

Chama a turma e manda eles fazerem o que eu digo.

Ontem teve a apresentação da ponte do Napoleão na Acib.

Achei que ia dar briga mas não deu.

Ninguém da Ponta Aguda apareceu.

Só teve perguntas do Alfredão.

Napoleão fez uma introdução de 3 horas e meia.

Mário mostrou Power Point com desenhos e carrinhos andando na tela.

Félix Theiss elogiou a iluminação de Natal.

Alfredão contestou volume de carros.

Mário disse que os carros do projeto anterior eram projeções em cima de dados de 2001 e que agora foram atualizados.

Félix Theiss elogiou o prolongamento da Humberto de Campos.

Alfredão reclamou que as coisas não são discutidas com a comunidade.

Mário disse que as decisões são comunicadas.

Félix Theiss elogiou o Complexo do Badenfurt.

Alfredão falou algumas coisas do EIV.

Mário respondeu não sei o quê.

Felix Theiss elogiou o Napoleão.

Um diretor da Acib fez sugestões sobre ciclovias.

Mário mandou o pessoal anotar.

Félix Theiss elogiou o projeto.

Video com a fala do Alfredo poder ser visto no meu Face

Deu treta na eleição no DCE da Furb.

Teve uns rolo envolvendo a Chapa 2, de oposição, que ganhou.

Ganhou mas não levou.

A comichão eleitoral fez uns troços lá e desqualificou os caras.

Não sei direito como é o furdunço, já que na página do DCE no Face não tem nada explicando o troço.

Enquanto isso os caras da Chapa 2 vociferam acusando os membros da comichão eleitoral de serem comprometidos com a Chapa 1, tipo alguém que é namorado de alguém, alguém que á colega de alguém não sei onde, alguém que foi assessor de alguém e hoje trabalha não sei onde.

Como eu já disse, o DCE não significa mais nada, não tem mais importância nenhuma.

O Santa não deu nada sobre a eleição e as tretas.

Teve um tempo em que a imprensa se interessava pelo DCE.

Lembro numa eleição em que os votos estavam sendo apurados numa sala.

Devia ser umas 10 da noite.

Do lado de fora, com um bloco de anotações na mão, o chefe de reportagem do Santa, Danilo Gomes, ia anotando coisas pela janela.

Quando saiu o resultado ele correu pro Santa pra fechar a edição.

Era a última notícia que faltava e o Santa precisava informar no outro dia a eleição do DCE.

Naquele eleição em específico eu fazia parte da turma do PT que concorria com uma chapa chamada Nova Geração.

Um dos nossos havia levado um violão e ficava cantando aquela chatice do Vandré, caminhando e cantando e seguindo a canção.

Perdemos.

O cara que tocava violão enfiou a viola no saco e fomos afogar as mágoas num boteco próximo.

No outro ano ganhamos a eleição.

1) Palhaço armado de facão apavora moradores.

2) Ônibus são atacados e incendiados.

3) Caixão de defunto encontrado na rua.





 

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