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Estive na barragem Norte de carona com o Jeanzão.

Explico na imagem como funciona.


1 – O rio Hercílio
2 – Face mais alta da barragem. A água entra por baixo, num túnel, que pode ser fechado por duas comportas.
3 – Casa das máquinas. Os caras precisam descer 60 metros até chegar no túnel que começa no ponto 2. Lá embaixo eles fecham as comportas.
4 – Face mais baixa da barragem. A água vaza por cima se a represa encher. Isso nunca aconteceu.
5) Canal extravasor. A água escorre por ele e volta ao rio mais adiante.

Índios fizeram um puxadinho na entrada da casa das máquinas e tem gente morando lá, cuidando pra ninguém entrar.


Índios moram ao lado da barragem. Crianças brincam em torno dela.


Equipamentos destruídos.


Problema grave a ser resolvido.

No desenho o azul é a parte normal do rio.

Em vermelho, o que acontece quando ela é fechada nas grandes enchentes.

A água atinge alguns trechos das estradas e se infiltra, causando desmoronamentos quando o nível volta ao normal.

Muitos índios moram em encostas. Algumas dessas casas caíram.

Há risco para muitas.


Ginásio coberto e uma escola totalmente destruídos após desbarrancamento nas enchentes de 2014.


Jean pediu pros índios liberarem a barragem para vistoria de técnicos.

Discursos foram de integração e amizade, mas nada feito.

Cacique em exercício disse que a ocupação continua.

Mudanças só após nova reunião em Brasília.


Presidente da Câmara de Vereadores de José Boiteux é índio.

Mora numa das aldeias.

Articulado. Inteligente.

Bom de conversa.

Sabe o que quer.


Bugres de Blumenau visitam a barragem e ficam extasiados com a paisagem.

Participaram da visita os vereadores:

Adrianão

Alexandre Caminha

Alexandre Matias (eleito o mais bonito pelas índias)

Becker

Ito

Jovinão

Mantau

Marcos da Rosa

Prof. Gilson

Sylvio Zimmermann

Minha caminhadinha matinal de domingo de manhã passo em frente ao Obs e é aquela coisa: garrafa de vodka no chão, latas de cerveja e calçada suja.

Lembrei do filme que vi ontem: Fome de Poder.

História do cara que criou a franquia do McDonald’s e que depois acabou comprando o nome da empresa, tornando-se bilionário.

Sabem o que ele fazia?

Ficava puto com a sujeira e varria ele mesmo a frente das franquias que visitava, até de madrugada, e dava esporro em todo mundo por causa disso.

Dizia que limpeza era importante para os negócios, para a imagem da empresa.

Sei que em Blumenau andou rolando proposta de lei não sei de quem, que mandava os bares e casas noturnas limparem as calçadas em seu entorno.

Não sei como ficou o troço, mas nem precisava de lei.

O exemplo do cara do McDonald’s deveria ser suficiente.

O filme é bem bacana. Netflix.


CEO do Macdonals varrendo loja

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