• Não tem mais jeito: o contrato emergencial com a Piracicabana, que vence em janeiro, vai ter que ser renovado.
  • O Tribunal de Contas ainda não se manifestou e, mesmo que o faça hoje, os prazos subsequentes não seriam suficientes para viabilizar o troço.
  • Nenhuma empresa teria ônibus novos para rodar já em fevereiro.
  • Preparemo-nos para o risco de uma nova caganeira caso o MP, por exemplo, resolva intervir contra a nova prorrogação, que não está prevista em lei.
  • Da última vez que falei com o Carlos Lange ele manifestou confiança na renovação do contrato emergencial sob a justificativa de que seria calamitoso deixar uma cidade inteira sem ônibus e que haveria de haver bom senso por parte das autoridades.
  • O problema é que não sabemos a quantas anda o estoque de bom senso na cidade.