• J. Forest e Vanderleizão desmereciam a reeleição.
  • Por isso foram justamente não reeleitos.
  • Vanderleizão especializou-se em denúncias e críticas ocas, embasadas em nada, apenas para mostrar para a tal militância que ainda servia para alguma coisa.
  • Uns cinco anos atrás, quando ainda escrevia para a Folha de Blumenau e o prefeito era o JPK, comparei Vanderlei àquele menino da fábula do Lobo.
  • Todos os dias o menino gritava “olha o Lobo, olha o Lobo”.
  • Os lenhadores da aldeia corriam até ele, machados em punho, para acudi-lo.
  • Mas não havia lobo nenhum e o menino ria da própria sacanagem.
  • Até que um dia veio o lobo de verdade, ninguém deu bola e ele foi comido.
  • Nos últimos anos Vanderlei era igual o menino da fábula: denunciava, gritava, esperneava, mas ninguém sequer tirava o tempo de responder, dada à sua total falta de credibilidade.
  • Como presidente, vai passar para a história como o sujeito que inchou a Câmara, metendo mais de 60 pessoas pra dentro, sendo obrigado a criar dois turnos para caber todo mundo.
  • Sob o Mário, o Rei da Ética foi denunciado ao MP sob a acusação de usa recursos públicos em sua campanha para deputado estadual.
  • Sua inutilidade foi tanta que 1.320 eleitores o abandonaram entre 2012 e 2016.
  • Um Valmor Schiochet no lugar do Vanderlei por apenas um mandato teria sido mais produtivo para o debate do que os 200 anos de Vanderlei na Câmara.

 

Decepção

  • J. Forest foi uma decepção pessoal.
  • Sempre apostei – erroneamente, vejo agora – que ele poderia ser uma referência na discussão das coisas da cidade do ponto de vista da esquerda.
  • Me enganei.
  • J. Forest começou bem, mas foi se tornando uma caricatura de si mesmo, sempre fazendo oposição estridente, ruidosa, mas sem consistência e com algumas generosas doses de irresponsabilidade, como se viu na burlesca e bufona CPI do Jovinão.
  • Aplaudi J. Forest em sua decisão de ser candidato a prefeito.
  • Elogiei aqui seu ato de coragem e sua disposição em ir para a luta em condições adversas.
  • Uma coragem que se esvaiu na hora H, quando fez uma opção pela mediocridade da vereança que ele mesmo desprezava.
  • Estavam certo os leitores que me criticaram todas as vezes que elogiei o J. Forest.
  • O homem que aos microfones da TVL desdenhava da função de vereador chegou a dizer que “Nunca mais na minha vida quero ser vereador”.
  • Parece que seus eleitores o ouviram e resolveram atender a esse seu pedido público tão sincero.