Temer tem usado duas medidas distintas para justificar suas ações.

Quando quer, diz que a coisa já estava combinada no governo passado.

Exemplos: aumento do Bolsa Família e reajuste trilionário do funcionalismo.

Quando tem algo que não quer, então ele desfaz.

Meirelles, que no governo Lula conduziu um ajuste rigoroso, virou politiqueiro e justifica as medidas que ele e Temer adotam conforme sopram os ventos da conformidade.

Por enquanto os resultados e as medidas são pífios.

O PIG e os empresários, patrocinadores oficiais do golpe, estão quietos.

Só não abrem o bico porque a Afastada ainda não caiu.

Assim que Dilma for catapultada definitivamente de volta para o buraco de onde veio, Temer deve entrar na linha de tiro do mercado.