• No ano passado Vanderleizão moveu queixa crime contra o Mário Hilderbrandt.
  • Vanderlei acusa Mário de ter caluniado e difamado ele numa denúncia de malversação de verba pública.
  • Mário tinha feito um discurso onde acusou o Vanderlei suposto desembolso irregular de verbas, improbidade e crime eleitoral com base em relatório feito pelo controlador interno da Câmara, André Espezim.
  • Fulo da vida, Vanderlei meteu um processo contra o Mário e o Espezim.
  • Foi divulgada agora decisão do promotor Hélio Fiamoncini indeferindo o troço.
  • Hélio disse entre outras coisas que Mário tem “imunidade constitucional” e pode falar o que lhe der na telha.
  • Ele citou o art. 23 do código penal que “garante a irresponsabilidade civil e penal do vereador pelas críticas, denúncias e votos externados no exercício do mandato”.
  • Disse o promotor que um vereador pode falar o que quiser “sob o manto da inviolabildade”, até mesmo quando sua palavra possa ser classificada como “crime contra a honra”.
  • Sobre o Espezim o promotor disse que o sujeito está na função dele e que os trâmites estavam corretos.
  • Com base nisso, o promotor rejeitou a queixa-crime.
  • Nem sei porque o Vanderlei embarcou nessa.
  • Ele sempre falou o que quis, fez as denúncias mais cabeludas e ninguém nunca processou ele.
  • A situação do Vanderlei é muito simples: basta ele provar inocência perante o Tribunal de Contas.
  • Nem mesmo quando ele ocupou a tribuna pra dizer que tinha sido ameaçado de morte por um colega vereador.


Vanderlei meteu queixa crime contra Mário