Isso acaba com o meu sonho de voar nele numa futura rota Blumenau-Rio do Oeste.

Recebi a visita do Avelino Lombardi, presidente da Acib.

Todos sabem que sou o jornalista mais influente da cidade, o mais preparado, ético, honesto, capacitado, competente e, acima de tudo, modesto e bonitão.

Por isso o Lombardi veio me pedir conselhos sobre como dirigir a Acib e também orientações sobre o futuro da cidade.

Como dá pra perceber pela foto, o Lombardi prestou total e absoluta atenção em tudo o que eu disse.

Anotou tudo e elogiou minha inteligência, capacidade e competência.

P.S.: Sou amigo do Lombardi bem antes de ele ser presidente e conheço bem um lado dele que poucos conhecem: o senso de humor subreptício, que ele esconde de todo mundo atrás da cara de brabo que ele sempre faz, como o prova essa foto dele prestando absoluta atenção em tudo o que falo

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Quero protestar com V e Mência a falta de uma placa proibindo conversão à esquerda na esquina da Nereu Ramos com a Eng. Rodolfo Ferraz.

Todas as transversais têm, menos ela.

Embiquei meu carro lá hoje de manhã e tomei esporro dos carros que vinham nela. 

Levei buzinada.

Buling.

Um cara me chamou de filho da puta.

Chamei ele de corno.

Como estamos na Era Bolsonaro, o cara tinha uma arma e atirou em mim.

Errou.

Dei dois tiros nele e matei ele.

O cara do carro de trás também me deu dois tiros.

Um pegou na perna o outro furou a minha porta.

Dei três tiros nele e um na sogra dele que ia no banco do carona e estava rindo de mim.

Matei os dois.

Quero saber quem paga a minha munição, quem conserta a minha porta e quem vai arcar com a cirurgia de extração da bala na minha perna.

Tudo por causa da falta da placa.

Mimimi na imprensa chorosa porque o ministro menosprezou o Chico Mendes.

Míriam Leitão quase foi aos prantos defendendo o seu santo estimado Chico Mendes canonizado papal ungido de Deus.

Para a mídia Chico Mendes é santo ambientalista.

Me lembro bem do Chico Mendes nos anos 80, ele foi um sindicalista petista cutista que nem eu, meu companheiro, que morreu defendendo a classe trabalhadora a que pertencia, não a floresta.

Chico Mendes virou ícone internacional e o PT usou sua marca e subiu em cima do seu cadáver como mais um ponto de apoio para a ascensão política do partido, transformando o líder sindical petista em ícone internacional ambiental.

Ao se cagar na corrupção o PT cagou também a imagem de Chico Mendes e cagou a luta em defesa da natureza, já que hoje a imagem de Chico Mendes está colada ao PT, aos discursos falsos do Lula em favor dos povos da floresta enquanto enchia a Amazônia de hidrelétricas recebendo propina.

Chico Mendes embalou a carreira da Marina Silva dentro do PT, seu nome foi e é usado pelos petistas a torto e a direito.

Enfim, o menosprezo de muitos a Chico Mendes não é pelo Chico Mendes nem contra a floresta, é menosprezo ao PT e a todos os termos, expressões, ícones e personagens de que o PT se apropriou e que agora causam náuseas aos odeiadores do PT, que não são poucos

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Eu era fã do Boechat.

Sempre gostei de passar notícias exclusivas adiante.

Lá pela metade dos anos 2000 criei uns e-mails fakes pra passar notas aos jornais, já que se colocasse meu nome a coisa não ia valer muito por eu ser jornalista.

Usei o estratagema localmente e nacionalmente.

Entre os caras que respondiam meus e-mails estavam o Boechat e o Ancelmo Góis.

Ambos publicaram coisas dos meus fakes, mas o Ancelmo era mais seco.

Já o Boechat era muito simpático.

Depois da primeira nota que publicou, me deu o e-mail pessoal dele.

Ele sabia que eu era fake e eu dizia pra ele que perderia a graça se ele soubesse quem eu era.

Ele me chamava de professor….

Passei algumas notas boas que ele verificou e usou.

Guardei vários e-mails dele.

Pensei que um dia poderia usar em meu livro de memórias como curiosidade, mas não vou escrever o livro.

Pretendo mostrar pros alunos de jornalismo da Furb em palestra sobre manipulação de jornalistas, quando os comunistas saírem da Furb e professores fascistas me convidarem.

Boechat chegou a me pedir para conferir algumas informações e um dia até me passou o celular dele pra eu ligar se quisesse.

Nunca liguei pra não quebrar o encanto.

Foi divertido, mas não faço mais isso.

Não uso mais fakes.

Fui convertido à honestidade extrema, e hoje – vocês são testemunhas – sou o jornalista mais ilibado, honesto e ético do estado.

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Recomeça amanhã as sessões na Câmera.

Vou denunciar que o presidente Lanzarin é ilegítimo.

Em seguida vou me autoproclamar presidente.

E quando eu for presidente da Câmara vou baixar para 9 o número de vereadores.

O Número de funcionários vai ser só de 20 ou 30, em vez dos atuais 220.

Cada vereador vai ter um assessor pra chamar de seu, o resto é funcionário que atende a todo mundo.

Já preparei inclusive o projeto da nova Câmara, conforme planta aqui postada:

1 – Nunca tem mais de 20 pessoas vendo as sessões, a maioria assessores. Não vai mais ter plenário. Só uma sala de sessões com mesa e 30 lugares para os gatos-pingados de sempre.

2 – Sala de reunião pra reuniões diversas e das comissões. Substitui a atual sala secreta.

3 – Lavatório, cagatório e mijatório.

4 – Não vai ter mais discurso nem TVL. Sessão será transmitida por um celular. Quem quiser fazer discurso grava vídeo e a gente coloca no site da Câmara pra quem quiser ver.

5 – Sistema de coworking para funcionários e vereadores. Não vai mais ter gabinetes. E o populacho? Vereador que quiser atender populacho atende na padaria, em casa ou aluga salinha pra escritório.

6 – Recepção e área de descontração, com sofazinhos, café, pufis.

7 – Salas de reuniões pré-reserváveis rotativas.

Vou fazer que nem o Guaidó.

Vou me autoproclamar presidente da Câmara de Blumenau.

Denunciar o governo ilegítimo do Lanzarin.

Vou pedir reconhecimento internacional, começando pelos prefeitos de Ascurra, Timbó, Rodeio e Benedito Novo.

Assumirei reduzindo o número de vereadores para 9.

Câmara não vai mais ter plenário.

Vamos resolver tudo em mesa de reunião.

Não tem mais discurso.

Quem quiser falar algo grava um vídeo de quanto tempo quiser e coloca no site da Câmara, no Facebook, manda pro Santa, pra Nereu, pro Jaimão, Blumenau Mil Grau, etc.

Assim não vai ter aparte.

Economizamos briga.

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Pacto pela paz mundial em favor de Blumenau

Leia AQUI de graça sem pagar nada

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Faleceu neste domingo o advogado e meu amigo João Luiz Bernardes.

Tio do Napoleão.

Estava doente nos últimos meses, cheguei a visitá-lo em dezembro, quando pudemos conversar bastante sobre política.

Foi candidato a prefeito por Blumenau em 1982, pelo PT.

Estava no PCdoB, foi vice do Arnaldo em 2016.

Eu gostava de chamar ele de J. Louis e aliás ele gostava desse boxeador.

Foi um dos meus mestres quando cheguei no Santa.

Eu gostava muito das análises políticas dele, que misturavam conhecimento analítico e experiências ao longo da vida.

Me arrumou algumas pautas cabeludas, me meti em algumas encrencas por causa dos casos que ele me passava.

Sempre foi corajoso, não fugia do pau, e nas repercussões das notícias continuava firme.

Quando eu não entendia bem de algum caso referente a algum processo, pegava o carro do Santa e ia no escritório dele, no Edifício Londrina, pra ele me ajudar.

Um dia ele comprou um Maverick.

Eu escrevia contos de humor pro Santa e num deles escrevi que Maverick era carro de bicheiro e dono de zona.

Vendeu o carro.

Tinha um conhecimento jurídico impressionante.

Foi autor de ações importantes e pioneiro em ações populares.

Homem fino, educadíssimo, verdadeiro cavalheiro.

Dono de grande integridade.

Nunca traiu seus ideais.

Uma grande perda.

Folha revela que o Mito não dormiu na única cama existente no avião presidencial ex-Aerolula.

Disseram que, apesar do desconforto da bolsa de colostomia, Bolso fez questão de dormir nas poltronas como os ministros.

Seria sinal de um chefe militar que não abandona sua tropa.

Nada a ver.

Aquela cama do Aerolula era onde o Lula dava uns pegas na Rosemery, a ex-amante.

O Mito entrou, levantou o lençol, viu umas manchas estranhas, voltou pra fora e falou:

“Pessoal, vou ficar aqui com vocês. Vocês são meus amigos, pô. Moro, chega mais pro ladinho, nessa poltrona bem apertado cabe dois”.

14 jornalistas foram ejaculados do Diário Catarinense.

Entre eles a Viviane Bevilacqua, aquela que escrevia artigos melecosos obvialescos no Santa.

Os jornais da NSC deixarão de circular no impresso e isso parece ser motivo de desespero para alguns.

Mas, como diria o Chapolin, não priemos cânico.

Jornais continuarão sendo imprescindíveis, importantes e lucrativos nas novas plataformas, com muito mais agilidade, interatividade e custos menores, pois grande parte dos custos dos jornais é com papel, tinta, impressão e a cruel logística da anacrônica distribuição por motoqueiros da madrugada.

O jornal impresso morreu, assim como a passagem de avião impressa, mas os aviões continuam voando e não precisam mais gastar dinheiro imprimindo aqueles carnês de passagem de antigamente.

É tudo uma questão de adaptação.

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Mário e Ricardo Alba têm primeira audiência com o novo governador
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É, minha gente, as coisas mudam.

Jairzão já não faz mais o sinal de arminha.

Só os amigos dele.

Agora é só polegar pra cima e decreto moderado de desarmamento.

Quem esperava o Mito fazendo pá-pá-pá com a caneta frustrou-se.

Já tive oportunidade de assistir a um curso preparatório para posse de arma.

Foi em Rio do Oeste lá pelos anos 70, o mês eu nem me lembro mais.

Meu pai estava na marcenaria e chegou um amigo dele, o Antônio Feller.

Antônio Feller era carpinteiro, foi ele que fez a nossa casa.

Antônio Feller trouxe pro meu pai um revólver Rossi.

Ele e o meu pai foram pro quintal nos fundos.

Meu pai colocou um pedaço de prancha de madeira encostada na cerca.

Antônio Feller deu 2 tiros nela.

Meu pai deu mais uns 2 ou 3 tiros.

Meu pai pagou o Antônio Feller.

Os dois tomaram uma limonada e conversaram um pouco debaixo do pé de limão.

Comentaram sobre um torneio de bocha, as dificuldades contra algumas equipes.

Antônio Feller foi embora.

O combatente urbano Alfredo Lindner Jr. tem reclamado da imprensa na questão da ponte que a prefeitura vai fazer unindo a Prainha à Rua Itajaí.

Desceu até lenha no Santa e reclama de posicionamentos.

Me marcou numa das postagens.

Fico honrado em ser lembrado pelo Alfredão, figura importante na discussão das coisas da cidade, sempre de forma elegante e embasado em dados.

Ocorre que eu não estou comentando por pressão ou falta de pressão.

Já mostrei aqui que existem 6 projetos de ponte no centro, uma grudada na outra, cada um deles defendido por algum especialista ou instituição ao longo do tempo e algumas atas do Coplan são uma verdadeira piada no modo de votar pela escolha de uma ou outra.

Alinhás, se agregarmos a proposta do Renato Vianna de simplesmente duplicar a ponte atual, temos sete projetos.

Nenhum deles vai resolver nada sozinho e, como sempre assinala o próprio Alfredão, dependemos dos anéis viários interno e externo.

Nesse tempo todo a prefeitura tropeçou em algumas coisas e deu mancadas.

O pessoal mimizento da Ponta Aguda se aproveita e vive empentelhando tudo por birra, já que qualquer ponte naquele lado vai embucetar o trânsito por lá, com caminhão buzinando e pobre descendo em ponto de ônibus.

Por mim podem fazer a ponte onde quiserem, desde que não encham o meu saco.

Estou muito feliz com o prolongamento da Humberto de Campos que me leva pra casa em cindo minutos e me livra do furdunço da Estanislau.


Você sabia?

Reportagem da Gazeta do Povo de Curitiba mostra que filhas solteiras de senadores são mamadoras eternas da nossa grana com pensões acima 30 mil mensais.

Esse país é uma benção.

Diz a reportagem:

Quatorze filhas solteiras pensionistas do Senado Federal recebem o teto constitucional, que hoje é de R$ 33,7 mil.

É o mesmo valor do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de deputados e senadores.

A mais idosa desse grupo tem 88 anos.

No total, 170 dependentes de ex-servidores do Senado recebem o benefício.

O gasto anual com as filhas solteiras fica em R$ 32,4 milhões. A pensão mais antiga entre todas as pensionistas, no valor de R$ 28,8 mil, vem sendo paga há 64 anos.

A pensão das “filhas solteiras maiores” foi criada pela Lei 3.373, de 1958.

Algumas escondem relações estáveis para manter o benefício durante décadas.

O Senado cancelou 35 pensões de filhas solteiras no início do ano passado por recomendação do TCU.

23 pensionistas recuperaram o benefício na Justiça.

A recuperação da maior parte das pensões suspensas pelo Senado aconteceu a partir de decisão liminar tomada pelo ministro Edson Fachin, do STF, em abril de 2017.

Ele basicamente, que o acórdão 2.780/2016 do TCU não pode prevalecer porque estabelece requisitos não previstos em lei.

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