Hoje o prefeito Mário devolve o governo ao prefeito em férias Napoleão.

A cerimônia de transmissão de cargo será assim: Carlos Lange, Paulo Costa e Paulo França entram no gabinete, arrastam o Mário pra fora e o Napoleão assume.

O prefeito Mário é o primeiro prefeito de Blumenau a ter nascido na Grande Rio do Oeste.

A Grande Rio do Oeste é a região metropolitana que abrange municípios como Taió, Pouso Redondo, Laurentino e Presidente Getúlio.

Dia atrás encontrei o prefeito Mário. e ele contou que viveu uma crise existencial tempos atrás.

Ele nasceu em Taió, mas quando foi renovar a carteira de identidade colocaram ele como natural de Mirim Doce.

Mário lutou para manter sua cidadania taioense, mas o cartório em que ele foi registrado ficava em Mirim Doce quando Mirim Doce ainda pertencia a Taió e ainda não era município.

O prefeito Mário deverá ganhar uma estátua por ser o primeiro representante do Alto Vale a governar Blumenau.

A estátua deve ficar em Taió, porque o prefeito Mário se considera taioense.


Consórcio Siga impenetrou mandato de segurança na Justiça na sexta-feira pra suspender a licitação dos ônibus em Blumenau.

O Siga culpa a prefeitura pela desgraceira da Glória, Rodovel e Verde Vale..

Diz que os problemas financeiros das empresas foram “pontuais”.

Num trecho os advogados dizem:

“Em face da insuficiência dos recursos devido à remuneração do contrato aquém dos custos, os Impetrantes apresentaram dificuldades da sua capacidade financeira de pagamentos, com atrasos pontuais nos seus compromissos”.

O Siga quer que a licitação somente ocorra depois de julgadas as ações que as ex-permissionárias meteram contra a prefeitura, onde cobram indenizações pela caducidade do contrato.

Num país sério primeiro o governo faria ações sigilosas, coordenadas, e a participação das Forças Armadas nos presídios só seriam conhecidas depois de tudo acertado e com tudo começando imediatamente.

Mas no Brasil, Temerdíocre primeiro fala e só depois vai ver que existem muitas limitações.

O Ministro da Defesa, que também adora um microfone, disse que as Forças Armadas só entrarão em presídios onde não houver resistência dos presos.

Podem conferir.

Fico imaginando a negociação entre um general e um chefe de facção.

– Bom dia, senhor Zé Banguela. Sou o general Souza Aguiar Medeiros, chefe do Estado Maior das Forças Armadas.

– Zé Banguela o caralho. Meu nome é Zé Pinguelo.

– Perdão senhor Pinguelo. Sr. Pinguelo, o senhor poderia permitir a gente de revistar o presídio?

– Negativo.

– Só uma vistoriazinha rápida, pra não desmoralizar a tropa.

– Negativo.

– Tá bom, senhor Pinguelo, desculpa aí pelo incômodo. Mas pelo menos o senhor podia comprar uma rifa para os veteranos do Exército? Concorre a uma geladeira e uma TV de tela plana. Só 50 paus. Aí eu pelo menos não perco a viagem.

– Quando corre?

Extrato da entrevista do Pavan no Santa de hoje, feita pela Carol Macário, jornalista de cultura, documentarista, etc.

Pavan é nosso novo secretário de Turismo, Cultura e Esporte.

A primeira resposta já é digna de um CTG, mas é divertido ver o pessoal das culturas levar uns coices de vez em quando:

– Você é o oitavo secretário a assumir a SOL em cinco anos. Pesquisou o histórico da secretaria nesse período?

– Eu não fiz pesquisa. Eu conheço.

– O senhor está por dentro das questões da área cultural do Estado? Edital Elisabete Anderle, Edital de Cinema, Museus, reformas…

– Eu não sei de tudo, estou assumindo hoje.

– Há uma série de pendências que nenhum secretário conseguiu ainda arrumar, como a conclusão da reforma do CIC e a abertura do Memorial Cruz e Sousa, para citar alguns. Qual seu planejamento?

– Você me fez lembrar algumas coisas que eu desconhecia.

– Está aberto ao diálogo?

– Muito aberto.

– O senhor é um consumidor de cultura?

– Consumo conforme tenho necessidade. Fui patrão de CTG.

 

Vadinhão tomando pau.
Mas não se preocupem.
Onde houver Pavan, sempre haverá um Vadinho.
Pavan sem Vadinho
É improvável, é impossível
É insuportável, é dor incrível
É como mergulhar num rio e não se molhar
É como não morrer de frio no gelo polar
É ter o estômago vazio e não almoçar
É ver o céu se abrir no estio e não se animar
É como esperar o prato e não salivar
Sentir apertar o sapato e não descalçar
É como procurar no mato estrela do mar
É como não sentir calor em Cuiabá
Ou como no Arpoador não ver o mar
É como não morrer de raiva com a política
Ignorar que a tarde vai vadia e mítica
É como ver televisão e não dormir


Todo ano tem aquela enxurrada de matérias nas imprensas sobre a variação do preço do material escolar.

“Uma simples borracha pode ter variação de mais de 4.000%”, sentencia a abismada repórter de TV.

Pela dramaticidade do tom de voz parece que ela está anunciando uma invasão espacial ao nosso planeta ou alguma outra coisa de dimensões inimagináveis.

“Pesquisem”, rogam, à exaustão, os especialistas ouvidos às pencas.

Não sei porque todo esse furor anual.

Se eu quiser comprar uma borracha pequena e vagabunda, que deixa o meu caderno todo preto cada vez que uso ela, eu compro ela por 10 centavos.

Mas se eu quiser uma melhor, de boa marca, posso pagar 2 reais sem ligar se isso vai custar 1000 ou 2000 por cento a mais.

É mais ou menos como comprar um carro.

Seguindo a lógica da turma do material escolar, é preciso “pesquisar” muito na hora de escolher um veículo.

Se você não pesquisar direito, você pode deixar de comprar o Palio, de R$ 29.000,00, e acaba levando uma Lamborghini Aventador, que custa 4.700.000,00.

A diferença é de 16.000%!!!!

Fique de olho!!!

Pesquise!!!

Em tempo: se formos comparar a borracha com a Lamborghini, veremos que a diferença de preços é ainda mais estratosférica.

Eu e o PC lançamos um novo empreendimento hoje durante o Cafezinho com o Tonet, na Nereu.

Como tem vereador querendo andar de graça nos ônibus, iremos criar a Paulo & Carlos Transportes Legislativos.

A P & C Transportes Legislativos fará o transporte gratuito de vereadores, sendo remunerada pela Câmara.

Nosso planejamento estratégico:

1) Comprar uma Kombi 67, modelo 68, no Mercado Livre. Azul.

2) Como a Câmara foi ocupada de forma irregular, sem habite-se, nossa Kombi também será irregular, sedo movida com um botijão de gás de cozinha.

3) Faremos parceria com a Piracicabana na questão da manutenção, já que muito provavelmente a Kombi da P & C Transportes Coletivos deverá quebrar tanto quanto os ônibus que rodam na cidade.

4) A Câmara trabalha em dois turnos. Nós também. PC dirige a Kombi das 7 da manhã à uma da tarde. Eu pego a partir daí e vou até às 7 da noite.

A Nereu concordou em colocar um estúdio móvel na Kombi. Assim o PC pode dirigir e ao mesmo tempo entrevistar vereadores ao vivo.

5) Faremos uma rota diária iniciando pela Itoupava Central, onde pegaremos o Mantau, pelo caminho recolhemos o Zeca Bombeiro, vamos para a Velha, onde pegamos o Adriano e o Becker e assim por diante.

6) Aos finais de semana faremos bico levando vereadores e suas famílias a bingos de igreja, pasteladas, churrascadas, velórios, enterros e missas de sétimo dia.

7) A exemplo dos novos ônibus a serem licitados pela prefeitura, não teremos ar condicionado na Kombi. Apenas um ventiladorzinho movido à pilha para refrescar o motorista.

8) As janelas estarão sempre abertas. Primeiro, por causa do calor. Depois pelo perigo. Devido às condições das ruas em Blumenau, haverá muito sacolejamento e com certeza teremos vazamento de gás. Não queremos ver nenhum vereador desmaiado.

9) A Kombi que temos em mente está com os quatro pneus totalmente carecas, na lona. Vamos inicialmente colocar apenas dois pneus recauchutados na frente. Mais tarde, com o crescimento da empresa, damos um jeito também nos pneus de trás.

10) Com os pneus carecas não será possível subir morros. Vamos propor aos vereadores que levem sempre cinco ou seis assessores, pra empurrar a Kombi quando formos aos lugares mais altos.

11) Vamos solicitar à Câmara que nos forneça um celular institucional. Assim, em caso de explosão do bujão de gás, poderemos entrar em contato imediatamente com o Marcos da Rosa para informar sobre a necessidade de empossar suplentes, evitando vácuo de poder e prejuízos às bancadas e partidos.


NA FOTO: eu e o PC discutindo o planejamento estratégico da P & C Transportes Legislativos.


O pessoal assinaram hoje ordem de serviço pra asfaltar aquela rua que fica do lado do Fórum.

O pedaço em estado lamentável barrento e poeirento tem uns 150 metros, mas serão urbanizados 500 metros no entorno, incluindo a Elesbão Pinto.

Sempre quis saber quem foi Elesbão Pinto.

Procurei na internet.

Elesbão, coitado, foi um cara que se meteu numa revolução e o Floriano Peixoto mandou fuzilar ele em Florianópolis.

O troço vai custar R$ 510 mil.

O prefeito Mário assinou e pegou o Mantau de testemunha.

Mantau ficou meio assustado mas acabou assinando.

O novo Fórum foi inaugurado há mais de 15 anos e desde então sempre teve poeirão e lama naquele pedaço de rua.

O presidente da OAB, o Romualdo, disse que vai ser bom pras advogadas, que não ficarão mais atoladas quando forem pro Fórum no salto.

O presidente da associação dos advogados criminalistas também elogiou.

Isso dá a noção da importância da obra, que com certeza agradará também aos criminosos.

O prefeito Mário disse que deu trabalho pra desenosar o troço, pois tinha muito entrave burocrático.

A empreiteira que vai fazer a obra é a Strada.

Rezemos para que a Nossa Senhora Desatadora dos Nós proteja a Strada, para que não caia sobre ela a Maldição das Empreiteiras, paralisando também essa obra.


Antes da assinatura da ordem de serviço, Paulo França levou o seu “Onde está o Wally?” pro pessoal relaxar

Como resultado de observações feitas ao longo dos meus mais de 30 anos de carreira, criei a figura ilustrativa do Mestre dos Pântanos.

Devemos estar sempre atentos ao Mestre dos Pântanos.

Uma carreira profissional quase sempre começa numa espécie de pântano.

Neste pântano habitam todos os iniciantes e os despercebidos, aqueles que não conseguem se destacar.

Ao lado do pântano está uma escadaria.

Ela tem vários degraus.

Para subir na carreira, precisamos galgá-los.

Mas antes disso precisamos sair do pântano.

É aí então que surge o Mestre dos Pântanos.

O Mestre dos Pântanos é um sujeito que está há muito tempo na empresa e subiu até o segundo degrau.

De lá ele observa o que ocorre no pântano e pode ser que ele note você pelo seu talento, capacidade ou mesmo simpatia pessoal.

Então o Mestre dos Pântanos irá ajudar você a sair do pântano, puxando-o para  primeiro degrau.

Tudo irá bem enquanto você permanecer lá.

Mas começarão a ocorrer problemas se você subir o segundo degrau e alcançar a mesma posição do Mestre dos Pântanos.

Ele não vai gostar de ver que você não é mais dependente dele.

Ele o verá como o concorrente que você de fato é, mesmo que não perceba.

E as coisas vão piorar de vez quando você passar para o terceiro degrau e o Mestre dos Pântanos continuar lá, estacionado no segundo degrau, onde sempre esteve.

Embora você seja grato ao Mestre dos Pântanos, é preciso ter cuidado com ele.

Ele não perdoará o seu sucesso, não se conformará em ver que foi ultrapassado por quem se julga credor de eterno reverenciamento.

O Mestre dos Pântanos passará então a conspirar contra você.

Presenciei esse tipo de situação pelo menos quatro vezes em minha carreira.

Numa delas atuei diretamente para salvar um jovem talentoso contra a tentativa do Mestre dos Pântanos em impedir sua ascensão.

Consegui, mas tive certa dificuldade.

O jovem demorou a perceber que o Mestre dos Pântanos, ao vê-lo diante de uma oportunidade de ascensão, tentava puxá-lo para baixo.

O Mestre dos Pântanos se achava credor dele e não queria admitir que ele fosse promovido, tornando-se independente.

Não queria ser ultrapassado nos degraus da carreira.

Em outra oportunidade descobri – felizmente a tempo –  que eu próprio estava sendo alvejado por um Mestre dos Pântanos.

O típico Mestre dos Pântanos é assim: ele tira você do pântano apenas para mantê-lo sob controle no primeiro degrau da escalada do sucesso, de onde espera receber em troca sua eterna gratidão e subserviência.

Muito cuidado com ele.


Povo amigo, não acredito no que leio.

Ontem os vereadores novatos Bruno Cunha, Ricardo Alba e Prof. Gilson divulgaram a assinatura de um orifício onde abrem mão do uso do carro alugado e telefone celular da Câmara.

Até aí, tudo bem, bacana, exemplos sempre são motivadores, etc, etc.

Mas eu não tinha lido o documento todo e me surpreendi ao ver que os rapazes pedem que a Câmara dê a eles PASSES DE ÔNIBUS GRÁTIS!!!!

Isso mesmo: os caras querem passagem de ônibus grátis para seus deslocamentos, como se não bastassem as mais de 400 mil gratuidades empurradas goela abaixo do sistema público de transporte.

Rapazes, vocês que me desculpem, mas essa foi uma belíssima de uma pisada na bola.

Nenhum de vocês irá usar o ônibus todos os dias.

Seus eventuais gastos com passagens serão ínfimos.

Pra que pedir uma bizarrice dessas?

Esses míseros trocados lhes farão falta?

Vocês têm escorpião no bolso?

Com essa vocês cagaram na picada.


Semana que vem, no máximo até o dia 18, a prefa deve assinar prorrogação do contrato emergencial com a Piracicabana.

Mais seis meses.

A primeira etapa do processo já foi feita.

A prefeitura perguntou pra Piracicabana se ela tinha interesse em continuar.

Ela disse que sim.

Obtivemos detalhes da negociação:

– Bom dia, Pira querida.

– Bom dia, amiga prefa.

– Tens interesse em continuar?

– Sim, podes continuar contando com meus prestimosos e inestimáveis serviços.

– Ótimo, amiga, que bom! Vou encaminhar a papelada. Obrigada, amiga!

– De nada! Tamo juntas.

Publicou-se que Carlos Lange teria pedido pra sair do Seterb.

Comentou-se que ele estaria limpando as gavetas.

Mas o Lange não pediu pra sair.

Pelo contrário.

Ele quer ficar.

Só sai se o Napoleão colocar uma dinamite debaixo da cadeira dele e explodir, como aconteceu com o Matias.

Essa história de que teria limpado as gavetas também não confere.

As gavetas do Lange continuam tão bagunçadas quanto sempre estiveram.

O vereador novato Alexandre Matias, mandou orifício pra Câmara dizendo que dispensa o carro alugado e o telefone celular.

Bacana.

Carro alugado é realmente desnecessário.

Muitos vereadores concentram suas ações na própria Câmara e não usam o carro de maneira tão intensa a ponto de justificar o aluguel.

O que deve ocorrer é o ressarcimento do combustível para os casos em que o vereador realmente se desloque a trabalho.

Faço isso na minha empresa e muitas empresas também fazem o mesmo.

Tem até uma formulinha que o pessoal aplica pro ressarcimento.

A Câmara deveria ter um carro apenas para o presidente e eventuais deslocamentos mais longos para atividades de representação.

Quanto ao celular, é justo que o gabinete disponha de um para uso da equipe ou do vereador.

Usa-se muito o telefone na atividade parlamentar e também deveria ocorrer o ressarcimento.

Então fica muito mais simples e fácil disponibilizar uma linha ao vereador, para que ele a use em sua atividade.

Ah!, mas os caras acabam usando o telefone da Câmara pra falar durante horas com a sogra, mandar zap pra amante e marcar hora na manicure.

Bom, aí vai de cada um.

 

1) Não saia cantando pneus. Tem gente que se afoba e quer mostrar serviço logo de saída.

Vá com calma.

Não se afobe.

Você tem quatro anos para mostrar um bom serviço e isso não significa que você precisa inventar uma bobagem toda a semana com a apresentação de 400 projetos por mês.

2) Não se apegue a factóides popularescos.

Jogar pra galera com propostas estrambólicas populistóides rende os aplausos daquela meia dúzia de sempre, mas cansa o eleitor de forma geral.

Sua carreira ficará estacionada sobre essa meia dúzia de abilolados.

3) Monte uma boa estrutura de comunicação.

Em vez de convidar amigos e partidários para ocupar todos os cargos, reserve alguma coisa para contratar um profissional de comunicação.

Procure um bom assessor de imprensa.

Mas cuidado: esse profissional precisa ter “timing” para assessoria política, precisa estar atento a oportunidades e ser proativo.

A maioria dos jornalistas é gente passiva, que precisa receber tarefas toda a hora.

Além disso muitos não entendem e não se adaptam ao dinamismo peculiar da atividade política.

Os cursos de jornalismo mal e porcamente conseguem ensinar alguma coisinha básica pros coitados dos alunos em termos de jornalismo tradicional, quanto mais sobre comunicação política, que os professores simplesmente não sabem que existe, como funciona e seus requisitos básicos.

Sempre que apresentar algum projeto, prepare um paper para a imprensa, reunindo dados. gráficos e tabelas.

Coloque essas informações nas redes sociais e blog.

4) Tenha um bom blog. Mesmo com menor acesso do que o Facebook, um blog serve de suporte para manter um arquivamento de seus projetos e atividades.

Reserve o blog para registrar coisas mais importantes, artigos, pronunciamentos, projetos, pois é possível fazer pesquisas e ter uma noção do conjunto de sua atuação.

5) E finalmente o mais importante: cerque-se de pelo menos uma ou duas pessoas capacitadas e decentemente alfabetizadas, que saibam usar Word e montar planilhas em Excel apresentações tipo Power Point ou algo que o valha.

A regra no Brasil é o político nomear arigós semi analfabetos para cargos de assessoria com bons salários.

Muitos fazem isso e depois se apropria de quase todo o salário do sujeito, que fica feliz se lhe sobrarem R$ 1.500 de um salário de R$ 4.000.

Você ouvirá histórias a respeito disso na Câmara.

Você pode ser mais um a nomear gente para se apropriar de salários, enchendo gananciosamente os bolsos.

Ou pode tentar fazer diferente, usando pessoas que recebem salários bons e integrais para trabalhar de verdade para você, seus projetos e para a sociedade, ajudando-o a produzir pesquisas e relatórios para uma boa fundamentação de ideias e propostas.

A escolha é sua.

1) Valdairzão Matias teve a cabeça decepada hoje pelo Napoleão após reunião no gabinete.

A cabeça do Matias rolou pelas escadarias da prefeitura e foi parar no meio da Beira-Rio.

2) Em seguida o Napoleão mandou a assessoria inventar alguma história para a imprensa.

3) Alexandrão Fernandes assumiu o Samae.

4) Paulo Costa vai para a Fazenda. Se não for, depois eu desminto.

  • Finalmente inauguraram um atracadouro decente em Balneário Camboriú.
  • Santa Catarina se destaca por ser um destino desturístico.
  • Praticamos o turismo involutivo.
  • O que a natureza nos dá em beleza e oportunidades, compensamos com miopia, inépcia administrativa, falta de visão estratégica e incompetência em larga escala.
  • Já há 200 anos deveríamos ter uns 300 desses atracadouros pelo litoral.
  • Só em Florianópolis já deveria ter uns 500.
  • Mas não temos quase nada.
  • Nossa capital é a única ilha do mundo onde não se pode atracar um barco de forma decente.
  • Fruto de uma mentalidade tacanha.
  • Um atracadouro como esse atrai gente rica, com bufunfa no bolso e muita disposição para gastar a grana que lhes sobra.
  • Até navios de cruzeiro podem se servir de estruturas como essas, em desembarques feitos por barcos, como acontece em várias partes do mundo.
  • Se não proporcionarmos aos endinheirados as condições para que gastem seu dinheiro conosco, eles irão gastá-lo em outro lugar.


Lendo o Santa concluo que o estoque de jornalistas em Blumenau anda baixo.

Pancho saiu de férias e o interino é uma jornalista de Itajaí.

Clovão dos Reis tirou férias e colocaram uma interina de Florianópolis (uma tal de Viviane Bevilacqua que hoje escreve um artigo ruinzinho de doer).

O negócio é esperar que Furb forme sua primeira turma de jornalistas com um nível mínimo de qualidade suficiente para que o estoque possa ser reposto por aqui mesmo.

2016, um ano marcado por muitos acontecimentos.

Dois fatos impactantes ficarão na minha memória:

1) O impeachment da Janete.

2) A separação da Fátima Bernardes e do Bonner.

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