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voadora

  • Minha ídola na AL e minha candidata a deputada, detonou o João Paulo, meu ídolo do Badesc e meu candidato a deputado federal.
  • APL atacou JPK citando auditoria do Tribunal de Contas do Estado nas contas da prefeitura que “constatou despesas liquidadas (pagas) e não empenhadas, no valor de R$ 26,2 milhões”.
  • Ela diz que “dos R$ 26,2 milhões, R$ 15 milhões referem-se ao Fundo Municipal de Saúde (FMS), R$ 9,3 milhões à prefeitura municipal, R$ 1,4 milhões ao Samae e R$ 390 mil ao fundo municipal de assistência social. O ex-prefeito autorizou e pagou R$ 26 milhões em despesas não empenhadas. Isso é crime. Isso é ilegal. Imaginem o que esse cidadão está fazendo no Badesc?”
  • Clique aqui para ver os detalhes do pancadão.
  • Fiquei petrificado ao ouvir uma entrevista do Jean Kuhlmann na Nereu dias atrás.
  • O homem falou mais mal do governo do que a Ana Paula.
  • Reclamou que a prefeitura gasta muito com aluguel, prometeu construir um novo centro administrativo pra economizar dinheiro e desceu o porrete nas péssimas condições de um posto de saúde que ele viu lá não sei onde.
  • Se eu fosse o João Paulo, chamava o Jean na minha sala e esmagava dois dedos dele com um martelo. Depois, obrigava o infeliz a escrever 200 vezes numa lousa: “Não sou o Ivan Naatz. Não sou do PT“.
  • Pra quem não sabe, esse é Tercílio Bonessi, presidente do Comitê do Itajaí. Achei essa foto no Flickr de um vereador de Taió

    Andei lendo que o prefeito João Paulo pediu para o presidente do Comitê do Itajaí, Tercílio Bonessi, rever o veto às obras da Margem Esquerda.

  • Não vai adiantar nada.
  • Nunca ninguém viu esse presidente por aqui.
  • Tercílio Bonessi é um sujeito que mora em Pouso Redondo, não sei se tem muita noção do que acontece em Blumenau.
  • O correto é o prefeito se ajoelhar e rastejar na frente da Beate Frank, secretária executiva e principal articuladora do Comitê.
  • Hoje pela manhã, Beate deu entrevista à Nereu e cansou de usar expressões na primeira pessoa diante das perguntas.
  • Por exemplo: a Nereu perguntou se o comitê tinha algum Plano B para o problema. As respostas da Beate foram mais ou menos assim:
    – “Eu não tenho essa resposta agora….”
    – “Eu não poderia lhe dizer…”
    – “Eu vou verificar….”
  • E por aí vai.
  • Beate não está sendo deselegante ao evitar o “nós“, incluindo o Comitê como um todo nas repostas, inclusive o presidente.
  • Ela está sendo apenas correta e verdadeira: Beate manda no Comitê do Itajaí e de lá emana suas posições ideológicas de esquerda, frontalmente contrárias a administração municipal.
  • E esse pessoal só quer uma coisa: ajoelha, Kleinübing.

De vez em quando cito aqui a capacidade que Décio Lima, o Incerto, tem de dar tiros no próprio pé. Mas se a gente começar a prestar atenção, veremos que João Paulo, o Absoluto, não fica muito atrás. Décio nos passa a impressão de que todos os dias acorda decidido a dar um fim na própria carreira, falando asneiras e tomando atitudes trôpegas planejadas com rigor científico. Seu objetivo às vezes parece ser um só: perder mais uma eleição.

Já o caso João Paulo é um pouco mais complexo. Quando dá explicações sobre algum problema, costuma se sair bem e não mete os pés pelas mãos como o Décio. O que eu não consigo entender é o processo de descomunicação que o transformam no Solitário Kid do Paço Municipal.

O inacreditável episódio do corte das árvores da Beira Rio na surdina é uma das maiores trapalhadas administrativas do Mercosul. Nem o Evo Morales, o Chávez e o Chapolin juntos seriam capazes de tomar tal atitude antipática, desmiolada e sem um mínimo de visão estratégica.

Por enquanto, sou obrigado a colocar um broche do PCdoB na lapela e me juntar às passeatas de protesto da Acaprena. Mas acho que os planos do João Paulo vão além: ele quer que a gente vote no candidato a prefeito do PSTU em 2012.

Alexandre José

Em meio à série de desistências de candidatos a deputado, não será surpresa se o Alexandre José também desistir. Acho que ele se precipitou nas escolhas que fez. Não terá estrutura e nem suporte estratégico para se eleger. Assim como ele, dezenas de comunicadores de Blumenau já se deram mal na política. Por aqui, é comum políticos profissionais usarem programas de rádio e TV para se elegerem. O contrário quase nunca acontece.

Alexandre José tem tudo para ser um bom deputado. Continua o mesmo de anos atrás, quando não tinha tamanha popularidade. Não virou mascarado. Não se acha. Mantém o mesmo jeitão de sempre. É um sujeito tranqüilo, boa praça. Duvido que tenha estômago para mergulhar de cabeça na política.

Assim que sair do ar, Alexandre José deixará de ser visto e lembrado por seu público. Estará na planície junto com os velhos leões da política e será engolido por eles e suas máquinas partidárias bem montadas.

Um abraço para a Simone

Temos uma TV na cozinha. E a cozinha é território da minha empregada Simone, a Crédula. Quando almoço em casa, não me atrevo a trocar de canal e viro um telespectador compulsório da RIC Record. Não sei como anda a briga da emissora com a RBS TV pelo Ibope, mas confesso que me divirto com as proezas do Alexandre José e com os comentários do Peninha. Aliás, o Peninha podia falar de outras coisas além do esporte. Ele é muito divertido.

Agora inventaram um quadro impagável chamado Chutando o Balde. Depois de reclamar de alguma coisa, populares chutam um balde em alguma praça da cidade. No final, todo amassado, ele acaba voando de um lado para o outro dentro do estúdio. O quadro é ilustrado por charges eletrônicas muito bem feitas e criativas. Impossível não dar risadas. Parabéns aos autores.

Mesmo achando que você está embarcando numa canoa furada, desejo-lhe sorte caso você insista na candidatura, Alexandre José. Se for possível, mande um abraço para sua fã Simone Flagger. Tanto faz ser na TV ou na Guararema. Ela vai ficar muito feliz.

Já escrevi aqui sobre a cara feia do João Paulo, o jeito impaciente e o aparente mau humor dele em aparições públicas. Parece que as coisas estão mudando. Numa palestra recente a empresários, chegou a contar piadas. Em outro evento que contou com minha nobre presença, ele estava com pressa, mas sorriu, desculpou-se e não falou com aquela tradicional cara amarrada de que todo mundo reclamava.

Encontrei nosso estimado prefeito pela última vez no casamento coletivo, na Vila Germânica. Estava à vontade e me tratou muito bem, apesar das sarrafadas que tenho descido nele e no governo dele. Pediu-me para ficar tranqüilo quanto ao esgoto e aos corredores de ônibus. “Estamos no caminho certo”.

Respondi ao prefeito que todos os tumultos e as críticas decorrem principalmente da sua falta de comunicação e da sua teimosia pessoal. “Pode me chamar de teimoso, não tem problema”, disse ele.

McAntonio Feliz

Se o McDonald´s  tem o McDia Feliz, esta semana tivemos o Marco Antonio Feliz. O vereador ocupou a tribuna para dizer que havia conversado com o João Paulo sobre os corredores de ônibus e que alguns comerciantes seriam pelo menos ouvidos. Marco Antonio, que andava emburrado e reclamão, elogiou o prefeito, dizendo que ele está atento a todas essas questões. “Foi uma boa conversa”, assinalou.

A próxima etapa

Viu só, Sr. Prefeito? Custa dar uma atençãozinha pro pessoal? Todo mundo fica feliz.  Agora que o senhor parece estar mais bonzinho, mais acessível, poderíamos passar para a segunda parte. Chame os seus secretários e gerentes esnobes, aqueles de que todo mundo reclama – a famosa Turma da Sorbonne. Aplique-lhes uma sumanta usando um pedaço de mata-junta com um prego na ponta e ordene a eles se dignem a ouvir as pessoas.

No passado, o prefeito Vilson Kleinübing era extremamente cortês com os  sindicalistas ligados ao funcionalismo público. Recebia-os no gabinete e telefonava pessoalmente, dando retorno de alguns assuntos. Quase nunca atendia as solicitações, é verdade, mas ganhava o respeito de todos.

Seu governo se sairá melhor se, assim como o senhor, toda a sua equipe substituir a cara feia e o esnobismo pelo bom humor e por ares mais alegres.

Na atual fase de Blumenau, bom humor e alegria estão entre os artigos de primeira necessidade.

Não basta adotar, tem que participar

Foi da minha filha Carolina Luiza a ideia de adotar um vira-latas abandonado, por nós batizado  de Pelé.  Ela apóia entidades que defendem os pobrezinhos. Por ter pernas excepcionalmente longas, o cachorro não tem dificuldades em subir nas mesas do escritório lá de casa. Veja na foto abaixo a tranquilidade com que ele põe uma pata sobre o braço da Cacá, pedindo para ser adicionado no MSN dela.

Aproveitando todo esse interesse do bichinho, estou pensando em iniciar um programa de inclusão digital do cachorro. Mais tarde, quando cursar uma faculdade de Engenharia, talvez ele possa até contribuir com soluções para o nosso trânsito. Afinal, viveu nas ruas tempo suficiente para colher informações sobre elas.

O governo do João Paulo, o Absoluto, tem sido criticado por um montão de coisas. Não há espaço para enumerá-las, mas elas quase sempre envolvem três vetores: falta de transparência, uma certa dose de empáfia e uma visível indisposição ao diálogo. Uma profunda e exaustiva investigação feita por mim encontrou os culpados dessa situação. São seis: Helenice Glorinha Machado Luchetta, Jens Juergen Mantau, Marco Antonio Mendes Gonçalves Wanrowsky, Napoleão Bernardes, Roberto Tribess e eu.

Para se chegar a esses culpados, recorri a um cálculo matemático: temos 15 vereadores. Caso o João Paulo fosse o Lampião, apenas quatro deles poderiam ser classificados como jagunços armados do seu bando: Antônio João Veneza de Souza, Marcelo Schrubbe, Fábio Allan Fiedler e Norma Tusnelda Dickmann. Deusdith de Souza e Jovino Cardoso Neto são independentes. João José Marçal, um aliado circunstancial. Zeca Bombeiro é o Zeca Bombeiro e só.

Base forte, mas nem tanto

A base do apoio ao João Paulo conta com apenas quatro pilares bem estaqueados, todos do DEM. Os dois do PT são oposição. Jovino e Deusidth, constantemente chutados pelo João Paulo, estão fora da conta de aliados incondicionais. Zeca Bombeiro e Marçal também. Isso significa que, dos 15 vereadores, seis não lambem o chão por onde João Paulo passa.

Para garantir maioria, o prefeito precisa dos quatro votos do PSDB e um do PMDB, partidos que, junto com o DEM, consolidam a Tríplice Aliança paroquial mesmo após o rompimento da estrutura-mãe vigente no Governo do Estado.

Mulher de bandido

Os cinco vereadores do bloco PMDB/PSDB volta e meia tomam nosso precioso tempo com churumelas, reclamando que a turma do João Paulo os ignora, atropela e pisoteia. Parecem mulher de bandido: apanham, mas ficam sempre do lado do seu homem. Napoleão, Beto, Helenice, Marco Antônio e Mantau, atenção: vocês são os únicos responsáveis pelos acontecimentos que vocês mesmos criticam. Façam as contas: unam-se e exijam um mínimo de respeito.

Caso contrário, é melhor que fiquem calados, para que seus eleitores não pensem que vocês são como aquela mulher espancada todos os dias pelo marido bêbado.

Seus eleitores já estão cansados de ouvi-los choramingar. Vocês todos estão ficando desgastados. Nessa semana, Marco Antonio reclamou da prepotência da Secretaria de Planejamento, que se recusa a receber comerciantes interessados em se manifestar sobre o corredor de ônibus. Helenice o apoiou. E daí? Lamento, meus caros, mas suas manifestações são inócuas.

Se é para escancarar publicamente uma humilhação, é melhor que façam como o Zeca Bombeiro e a Norma: usem seu tempo na tribuna para mandar abraços ou para divulgar campeonatos dos clubes de caça e tiro.

O sexto culpado

Como disse, o sexto culpado sou eu. Votei no Napoleão.

Já disse um monte de vezes que o Fábio Fiedler será prefeito um dia. Ele e o Napoleão Bernardes. Só não sei quem vai ser antes. Fábio fez uma boa estreia como líder de governo esta semana. Bateu firme e pesado no Vanderlei e no governo do Décio. Bateu com consistência. Mostrou que consegue articular rapidamente uma linha de raciocínio clara e concisa. Ganhou até capa da Folha.

No enfrentamento com o Vanderlei, Fábio parece se sair melhor que o Marcelo Schrubbe, dono de um estilo mais sofisticado e light.

RETROCESSO

Estou preocupado com o Vanderlei. Nossa estrela oposicionista vinha bem, mantendo uma atuação firme e de alto nível. Mas de repente degringolou, adotando um comportamento deselegante e intelectualmente pobre. Ele parece não saber que esse tipo de atitude só faz afastar os que poderiam vê-lo como um contraponto confiável e qualificado ao governo do João Paulo, o Absoluto.

Vanderlei precisa ficar atento. Seus pares já foram condescendentes com ele inúmeras vazes pelas declarações virulentas e ofensivas, facilmente classificáveis como caluniosas. Se ele sair da trilha e enveredar novamente por essa picada, ficaremos sem pai e nem mãe nas hostes oposicionistas, já que Ana Paula e Décio Lima estão longe daqui e não parecem dispostos a cutucar a onça com vara curta.

AS CAMISAS DO FÁBIO

Eu me esforço para escrever uma coluna séria, mas muita gente parece preferir as besteiras que publico de forma irresponsável. Até mesmo o João Paulo já comentou comigo sobre as camisas amarfanhadas do Fábio Fiedler que eu de vez em quando cito na coluna. Como fez a observação sorrindo, imagino que ele esteja se divertindo com isso tanto quanto eu.

O Fábio jamais irá deixar de usar camisas amassadas. Elas o identificam com qualquer pessoa que passa o tempo todo trabalhando, correndo de um lado para o outro. No final de um dia puxado e extenuante, tanto a minha camisa quanto a sua ficam parecendo com as dele e não com as de um gerente de banco engomadinho.

GOLPE RASTEIRO

Tenho certeza de que o Fábio Fiedler amassa as camisas de propósito, só para conseguir os votos da galera, do mesmo jeito que o Jânio Quadro usava meias furadas se tornar popular.

ABSTENÇÃO SUSPEITA

Em todas as sessões da Câmara, geralmente no final, é votado um amontoado de projetos na base do vapt-vupt. A gente nunca entende direito do que se trata.

Na última terça-feira, Mantau leu rapidamente algo sobre “reestruturação financeira do ISSBLU”. O negócio foi aprovado com votos da situação e abstenção do Vanderlei e do Vânio. Abstenção é uma saída cômoda para quem decide não mostrar coragem na hora de decidir por um sim ou por um não.

Um frio percorreu a minha espinha. A abstenção do PT é um mau sinal para nós, contribuintes. Se tem uma coisa em que PT e DEM sempre concordam é nas coisas que envolvem os funcionários públicos, onde ambos cultivam apadrinhados em tudo o que é escalão. Por mais que se detestem, nessas horas um não se opõe ao outro e tira o corpo fora. Exatamente do jeito que o Vanderlei e o Vânio fizeram.

Precisamos ficar atentos. É o nosso rico dinheiro que está em jogo nas mãos dessa turma.

O FUTURO NAS PRÓPRIAS MÃOS

Outra coisa que não entendo direito é a questão da contratação de novos professores vitalícios por parte da Furb por meio de concurso, fato que provocou uma discussão esquisita na sessão de quinta-feira. O assunto é tão arrebatador que até o sempre polido Marco Antônio enriçou-se para cima do Vanderlei, que resolveu bufar contra o negócio.

Só faltou saltar no pescoço dele com um bisturi em mãos.

Em defesa das pretensões de nossa estimada universidade, Marco Antônio chegou a defender que se deixasse de lado algumas questões legais requeridas pelo Vanderlei. Muito estranho.

Espero que ele e os outros vereadores saibam o que estão fazendo, pois eu não sei. Apesar de estar boiando nessa questão, tenho certeza de uma coisa: quem pode decidir o futuro da Furb é a própria Furb e ninguém mais.

Precisamos torcer para que isso tudo não venha a estourar nas nossas costas, meu caro e infeliz contribuinte.

Fonte: release do vereador Vanderlei, sem edição
http://vanderleideoliveira.wordpress.com/

Se a Prefeitura de Blumenau respeitasse a Lei Complementar 632/2006, que trata do Código Tributário Municipal, a tarifa para o tratamento de esgoto seria de até 80% da tarifa de água. Essa é denúncia central apresentada hoje ao Ministério Público de Santa Catarina pelo vereador Vanderlei de Oliveira (PT).

Segundo o parlamentar, o governo municipal vem reiteradamente descumprindo a legislação. “Todo o procedimento já nasceu viciado, nulo. Primeiro por afrontar a Lei Orgânica do Município. Segundo, pela alteração extemporânea da Lei Orgânica. E, finalmente, por desrespeitar o Código Tributário Municipal”, argumentou.

Vanderlei se surpreendeu com um anúncio do consórcio vencedor publicado no Jornal de Santa Catarina, nos dias 27 e 28 de fevereiro. “Para que o processo se efetive é necessária a criação da Agência Reguladora.  Como é que a empresa já se julga titular do direito?”, questiona.

O líder petista lamenta a posição do governo municipal em manter este processo. “O prefeito não ouve a população. Mais de 8 mil pessoas, que participaram do plebiscito popular realizado pelo Comitê Contra a Privatização, disseram não à privatização”. 

CLIQUE ABAIXO PRA VER A DENÚNCIA DO VANDERLEI NA ÍNTEGRA

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Tem uma coisa que quase ninguém lembra e eu tinha esquecido: Rudolf Clebsch foi presidente do Seterb também durante o governo do Décio Lima, quando foram dados grandes aumentos dos ônibus. Isso só reforça a minha teoria em torno do conluio secreto entre o PT e o DEM para dominar o mundo.

Sei que você vai continuar não acreditando, mas insisto: João Paulo é um agente infiltrado a serviço do Décio para subjugar a todos nós.

Vanderlei é o chefe do João Paulo

Vanderlei reclamou na tribuna que João Paulo telefonou para a casa dele, numa noite, para prestar algumas informações. Marcelo Schrubbe reagiu: “Ora, senhores, o prefeito é tão democrático que até liga para a casa do vereador Vanderlei. Não sei por que ele reclama tanto que não recebe informações”.

O que o Marcelo Schrubbe não sabe é que o João Paulo e o Rudolf estão subordinados diretamente ao Vanderlei dentro da organização secreta montada pelo PT e o DEM para dominar o mundo. É por isso que o prefeito liga pra ele em casa, à noite.  Se não ligar, o Vanderlei o expulsa da organização.

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