- Sempre invejei os artigos escritos e as entrevistas de intelectuais e acadêmicos para a TV Cultura.
- Eles sempre citam grandes nomes da sociologia, filosofia, economia, antropologia e etc.
- São caras que nunca li ou não sei quem foram.
- Por isso decidi escrever sobre Alexis de Tocqueville e Samuel Beckett.
- De vez em quando alguém muito inteligente cita um dos dois e eu fico boiando.
- Escolhi os dois porque são nomes estilosos. Principalmente o Tocquevile.
Alexis Henri Charles Clérel, visconde de Tocqueville, dito Alexis de Tocqueville (pronúncia em francês: [alɛkˈsi dətɔkˈvil]) (29 de Julho de 1805 – 16 de Abril de 1859) foi um pensador político, historiador e escritor francês. Tornou-se célebre por suas análises da Revolução Francesa, cuja pertinência foi destacada por François Furet, da democracia americana e da evolução das democracias ocidentais em geral. Raymond Aron pôs em evidência sua contribuição à sociologia.
- (Copiei da Wikipédia).
- Samuel Beckett (Dublin, 13 de abril de 1906 — Paris, 22 de dezembro de 1989) foi um dramaturgo e escritor irlandês. Recebeu o Nobel de Literatura de 1969. Utiliza nas suas obras,
traduzidas em mais de trinta línguas, uma riqueza metafórica imensa, privilegiando uma visão pessimista acerca do fenômeno humano. É considerado um dos principais autores do denominado teatro do absurdo. Sua obra mais famosa tanto no Brasil como em Portugal é a peça Esperando Godot. - (Copiei também da Wikipédia).
- Pronto, já posso dizer que um dia referenciei Alexis de
Tocqueville e Samuel Beckett no blog. - E você também ganha com isso.
- Agora você também ficou sabendo quem são os dois.

4 comentários
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17/04/2012 às 6:30 PM
Clóvis Reis
Tonet, quando trabalhavas no gabinete do vice-prefeito Vilson Souza, em certa ocasião, também fizeste uma análise estilosa, citando vários intelectuais conhecidos. Lembras do episódio e da reação do VS?
17/04/2012 às 9:51 PM
carlostonet
Lembro, Clóvis.
Copiei aleatoriamente frases de livros do Spinoza e do Nietzsche. E as usei pra sustentar uma argumentação tosca contra ele, na qual ele tinha razão. Mas eu, usando os filósofos, consegui convencer a turma do gabinete de que o certo era eu.
Dei-me ao trabalho de citar a edição, o tradutor, a editora e a página de cada livro, dando ao texto um requinte ainda maior.
Pra isso eu reduzi o Spinoza e o Nietzsche a praticamente nada, descontextualizando frases deles e usando-as a meu favor. Ele levaria algum tempo se quisesse consertar o estrago filosófico que fiz, escrevendo alguma réplica.
As pessoas do gabinete riram dele.
Ou seja, eu, um charlatão que nunca havia lido filósofo nenhum, estava manobrando as massas a partir de algumas premissas falsas e de algumas deturpações históricas.
Vilson ficou puto, pegou a página em que escrevi o texto e rabiscou: “Stálin disse: vai tomar no cu”.
Então eu disse a ele que não adiantava discutir comigo naquelas circunstâncias, pois eu me propusera a ser o palhaço da discussão.
Eu disse a ele: “Vilson, eu sou o palhaço. Por isso as pessoas sempre vão ficar do meu lado. Quando os ignorantes não entendem alguma coisa, sempre ficam do lado do palhaço, que é algo que eles entendem. Os ignorantes riem juntos, aplaudindo o palhaço, como única forma de defesa contra a própria ignorância. É muito mais fácil rir do palhaço do que entender Spinoza e Nietzsche. Por isso tu não tem chance comigo nessa discussão, embora tu estejas certo”
Então ele riu e mandou o resto da turma tomar no cu.
16/04/2012 às 7:06 PM
Carolina
Além disto, não basta apenas dizer que copiou da wikipédia. Trabalho acadêmico exige que você referencie de acordo com as normas da ABNT. É coisa de maluco, eu sei, mas não seria a Academia o local onde mais se encontra malucos?
16/04/2012 às 6:04 PM
Marco Alan Rotta
Não se empolgue, Tonet. Na verdade você referenciou a Wikipedia, que não é algo assim tão nobre ou de refinado trato intelectual.