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  • Blumenau é a Capital do Vale Europeu.
  • Blumenau é diferente. Tem um grande teatro, as pessoas são cultas.
  • O IDH de Blumenau está entre os mais elevados do Pais.
  • Blumenau tem uma história marcada pelo pioneirismo.
  • Somos uma cidade marcada pela pujança e pelo espírito empreendedor de nossa gente.
  • Blumenau é símbolo de eficiência, paradigma da qualidade, ícone da inovação.
  • Blumenau é um exemplo para o Brasil

Blumenau, exemplo para o Brasil em eficiência na gestão pública. Uma cidade onde os cidadãos cultos e organizados se fazem respeitar em sus direitos

  • Millôr morreu.
  • Eu era fã dele desde 1904, quando nenhum de nós dois tinha nascido.
  • Millôr esteve em Blumenau uns 30 anos atrás. Falei com ele duas vezes e ele me deu um autógrafo, que aparece na imagem mais abaixo e que eu guardo com muito carinho.
  • Foi graças ao Millôr que, por via indireta, virei cartunista do Jornal de Santa Catarina nos anos 80.
  • Millôr esteve em  Blumenau em 1985. Veio ele e o Jaguar.
  • O Pasquim estava nos estertores. Era um cadáver insepulto. O Jaguar teve a ideia de encartá-lo em jornais regionais.
  • Aqui no estado eles fizeram uma parceria com o Jornal de Santa Catarina. Eles mandavam os fotolitos, o Santa imprimia e distribuia como suplemento.
  • O troço não vingou. Durou puco. Era caro rodar e volta e meia os caras do Pasquim atrasavam o envio do fotolito.
  • A visita do Millôr  e do Jaguar teve dois propósitos:
  1. Divulgar a parceria com o Jornal de Santa Catarina, que na época a gente chamava de JSC.
  2. Fizeram uma entrevista com o Ingo Hering, primeiro grande empresário a ser entrevistado pelo Pasquim.

O JANTAR

  • Conheci o Millôr no antigo Moinho do Vale, num jantar que o Santa ofereceu pra autoridades e clientes.
  • Era agosto. Eu estava com minha mulher, Albaneza, e, quando percebemos, estávamos sentados ao lado dele.
  • Conversamos bastante com o Millôr.
  • Ele era um sujeito elegante, discreto, educadíssimo, paciente e simpático. Não era estrelão nem estando no auge da fama.
  • Pude falar algumas besteiras. Ele era meu ídolo, mas de perto virou um velho conhecido.
  • Millôr autografou um Pasquim pra mim, que guardo até hoje.
  • Um Pasquim e preto e branco, rodado no Santa.
  • Desenhou ele mesmo com umas florzinhas. Uma gracinha.

A ENTREVISTA

  • No outro dia de manhã o Randolfo Decker ia entrevistar o Millôr  e  Jaguar no Himmelblau.
  • Randolfo me deixou ir junto.
  • Era por volta de 8 horas e o Jaguar tomava o desjejum com cerveja. Ovo frito e cerveja.
  • Millôr era um sujeito normal. Tomava café com leite.
  • Depois da entrevista, tomei coragem e mostrei pro Millôr aluns cartuns meus, que eu publicava esporadicamente no próprio Santa, em jornaizinhos do DCE e do PT ou alguns alternativos e de sindicatos.
  • Millôr  achou bacana e os passou ao Jaguar.
    – O rapaz tem talento. Podes publicar no Pasquim.
  • Jaguar pegou alguns, olhou e concordou.
    – Legal, me passa os outros aqui que eu publico.
  • Preferi não deixar meus desenhos com o Jaguar. E disse pra ele:
    – Olha, acho que tu vais é perder esses troços. Tu vai esquecer o hotel, vai amassar e deixar em algum lugar. Prefiro mandar pelo Correio.
  • Millôr  deu risada.
    – Tá vendo, Jaguar? Ele tem razão mesmo. Tu vive perdendo as coisas.
  • Jaguar também riu e me devolveu os cartuns.
  • Millôr  me fez um convite:
    – Devias passar uns tempos no Rio. Teus cartuns são legais. Aparece lá no Pasquim. Tem sofá lá, o Jaguar deixa tu dormir lá por uns tempos, depois tu te vira.
  • Não sei o que teria acontecido se eu fosse. Essa eu deixei passar.
Bem, você sabe que santo de casa não faz milagre. Eu fazia uns desenhos no Santa e ninguém dava bola. Depois que o Jaguar publicou vários dos meus cartuns (enviados pelo Correio…) concluíram que eu tinha lá algum resquício de talento e me botaram pra ser o chargista do jornal.  C’est la vie. Who knows, who cares for me…

Werner com os cartões e com o Ozzy

  • O empresário catarinense Werner Keske, fundador e diretor presidente da WK Sistemas, empresa desenvolvedora de softwares de gestão e líder no segmento contábil e fiscal, está comemorando uma data muito especial: o dia 25 março de 2012 marcou o aniversário de 40 anos do primeiro programa de computador desenvolvido por ele. Werner, um dos pioneiros da informática brasileira, tinha 15 anos quando conseguiu a façanha.
  • O programa, voltado para o cálculo de comissões sobre vendas, está preservado em 106 cartões perfurados. Eles ganharam uma moldura especial, inaugurada durante coquetel em que reuniu funcionários, amigos e antigos colegas de trabalho na noite desta segunda-feira, dia 26.
  • Werner Keske sempre foi autodidata. Nascido em Indaial, mudou-se para Blumenau para fazer um curso de informática numa empresa chamada Prodata. Corria o ano de 1971. “Eu sempre me interessei por informática, principalmente eletrônica. Fui capaz até mesmo de montar meu próprio rádio, que pegava inclusive estações da Albânia”, recorda.
  • Desde os 11 anos, Werner procurava ampliar conhecimentos através de cursos por correspondência. Fez quatro cursos pelo famoso IUB – Instituto Universal Brasileiro. “Cursei Eletrônica, Desenho Mecânico, Contabilidade Prática e até conclui o Madureza Ginasial”, recorda. Em 1970 comprou o primeiro livro sobre computação, que guarda até hoje: “Computadores Analógicos e Digitais”, de Celso Marques Penteado Serra.

OPORTUNIDADE

  • Ler jornais diariamente era um dos hábitos de Werner Keske em 1971. Ele costumava comprar o recém-lançado Jornal de Santa Catarina, editado em Blumenau, e tradicional O Estado de S. Paulo. “Eu via os anúncios de empregos, em que as vagas de programador de sistemas eram anunciadas com os salários mais altos”.
  • A primeira oportunidade veio quando Werner soube de um curso de programação oferecido pela Prodata, empresa subsidiária do Cetil, birô de serviços de processamento de dados que nos anos 70 viria a ser o maior da América Latina.
  • Werner matriculou-se no curso de Cobol e, ao final, escreveu um programa de computador que calculava comissões sobre vendas. “Escrevi o programa que resultou em 106 cartões perfurados, que executaram no sistema IBM 360/25, o primeiro mainframe do Cetil na época”, lembra.  Seu desempenho foi o melhor entre todos os alunos de sua turma.
  • Entusiasmado com o resultado, Werner ficou esperando por um convite para ingressar no Cetil como programador. Mas o convite nunca veio. Decidiu então ingressar num curso de inglês, além de continuar os cursos por correspondência. Seis meses depois, ficou sabendo da existência de uma vaga para perfurador de cartões no próprio Cetil. Foi contratado após uma entrevista com o próprio Ingo Greuel, fundador e um dos diretores do Cetil.
  • Ingo soubera que o jovem candidato a emprego havia feito um curso na Prodata. Curioso, pediu para ver suas notas. Quando viu o alto desempenho de Werner, mandou que o admitissem logo. “Ele deu uma bronca no professor do curso que não havia me aproveitado de imediato, o Cetil precisava de contratações urgentes”, recorda Keske. Antes de ser programador, atuou três meses como perfurador de cartões, sete meses como operador de IBM 360/25 e seis meses como operador de Block-Time no B3500 da Cia. Hering. Foi uma carreira meteórica.

PIONEIRISMO

  • Werner Keske ficou por 11 anos no Cetil. Saiu da empresa em 1984, quando fundou a WK Sistemas, empresa que revolucionou a produção de sistemas contábeis no país.
  • Foi o primeiro programador brasileiro a lançar um software com janelas sobrepostas e a tecnologia avançada que aplicou aos primeiros produtos da WK resultaram em vários prêmios e até mesmo numa entrevista ao Jornal Nacional.
  • Hoje, Werner Keske atua como diretor presidente da WK Sistemas. Além de se destacar como radioamador, atuando como voluntário nas comunicações em caso de enchentes, tem se dedicado a algumas viagens internacionais, onde participa de eventos de tecnologia ou shows heavy metal. Em sua sala, ao lado de inúmeros diplomas e certificados, destaca-se uma conquista que ele considera especial: uma foto ao lado do Ozzy Osbourne, tirada recentemente.
  • Werner já tem os ingressos e as passagens para o próximo festival em Wacken, na  Alemanha, onde ficará cinco dias acampado numa barraca com a mulher e o filho. “Quem trabalha com programação de sistemas se estressa muito. Shows e música de heavy metal servem para me acalmar”, brinca.

Werner com a galerinha que trabalhou com ele no Cetil. A primeira da esquerda é Albaneza Tonet, minha mulher, que foi colega da turminha nos anos 70

Fábio Fiedler, meu ídolo, inventou agora uma lei que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas nos postos de gasolina. Fabão já tinha feito aquela lei que proíbe beber nos parques e espaços públicos. O pessoal já está dizendo que nenhuma das leis tem validade, porque não tem ninguém pra fiscalizar.

Quem fala isso não conhece o Fábio direito. Quando não está na Câmara espancando o Vanderlei, ele se transforma no Super Fábio, o Justiceiro dos Bebuns, e sai prendendo todo mundo que anda com latinha de cerveja na mão.

Montagem: Guilherme Lemos/Folha de Blumenau

  • Muito se fala em PPP.
  • PPP é Parceria Público Privada.
  • Quase nunca dá certo. Na maioria dez vezes, o dinheiro é público e o lucro é privado.
  • Até nas ONGs do PCdoB é assim.
  • Mas tem um tipo de PPP que sempre dá certo.
  • São as PPPs de sinalização do trânsito.
  • Acontecem quando um cidadão, portanto uma iniciativa privada, cumpre a função de um ente público em questões de sinalização e outros quetais.
  • Como esse exemplo abaixo, na rua Nova Friburgo, centro de Blumenau, lá pra cima da Rua Petrópolis.
  • Essas PPPs geralmente são meio improvisadas e não primam pelo rigor estético.
  • Mas geralmente funcionam.

PPP para sinalização do trânsito em Blumenau (foto de @titotonet)

  • Fiz o vídeo abaixo dos agentes da Guarda Municipal Armada de Balneário Camboriú fazendo exercícios físicos no centro da cidade.
  • Em Blumenau os vereadores querem transformar a Guarda de Trânsito em Guarda Municipal Armada.
  • Você consegue imaginar os guardas da cidade aguentando esse repuxo?
  • Do jeito que anda o preparo físico dos nossos guardas, uns oito teriam tido enfarte antes mesmo da largada.

 

  • Você acha que eu sou pouca porcaria?
  • Não sou não.
  • De vez em quando as principais autoridades ilustres vêm até mim, em busca de conselhos, implorando favores ou pedindo dinheiro emprestado.
  • Resolvi abrir aqui uma galeria com as principais visitas que recebo da turma.

23/03/12
O novo Papai Noel de Blumenau
Paulo César Lopes me fez uma visita. Entrou na minha sala depois de arrombar a porta a pontapés. Estava furioso. Não se conformava com a minha decisão de ter aceito o convite pra ser presidente da Acib. Queria que antes eu assumisse o lugar dele na CDL. Achava que eu estava menosprezando a entidade.

Consegui acalmar o Paulinho propondo um acordo. Não posso ser presidente da CDL, mas me ofereci pra ser o Papai Noel oficial de Blumenau na próxima edição do Magia de Natal. Deu certo. Ele ficou feliz da vida com a proposta, conforme você pode constatar na foto.


25/02/12
Decidida sucessão na Acib
Ronaldo Baumgarten Jr. é um sujeito preparado, extremamente competente, com uma apurada visão de futuro. Ele se preocupa tanto com o futuro que já está pensando na própria sucessão frente à Acib. E é tão competente que já decidiu quem será o sucessor. Serei eu. Ronaldo me visitou durante a semana e implorou para que eu o substitua no comando da Acib.

Aceitei o convite, mas impus algumas condições, que ele prontamente aceitou: 1) A Acib deverá enviar mensalmente, a todos os associados, três caixas de cerveja e dois quilos de picanha. 2) A sala de reuniões será imediatamente transformada em um agradável ambiente para happy hour, recebendo os associados em sistema de open bar, com direito a torresmo e telão para acompanhar jogos de futebol.

Na foto abaixo, Ronaldo mostra toda a felicidade com a minha decisão. Ele garantiu que a próxima reunião de diretoria já será realizada com as implementações por mim exigidas.

23/02/12
Sou candidato a vice-prefeito
Lúcio César Dib Botelho está cansado de ser citado como provável candidato a vice-prefeito do Napoleão ou do Jean Kuhlmann. Ele veio me visitar durante a semana para desabafar e me fez uma proposta: pediu pra eu ser vice dele numa chapa do PMDB. Topei na hora. Fiz apenas uma exigência, que ele prontamente aceitou: nossos comícios devem ter sempre chope da Eisenbahn e cerveja de trigo da Bierland.

A prova está na foto abaixo, tirada no exato momento em que eu e ele selamos o acordo. Podem até montar uma chapa do Napoleão com a Ana Paula de vice. Não vai adiantar. E podem esquecer o segundo turno. Lúcio e eu somos imbatíveis.


27/01/12
Ilustre personalidade de destaque
Recebi a visita do meu grande amigo Nelson Santiago. Nelson é meu amigão. Um sujeito bonito, inteligente, competente, elegante e de hábitos refinados, além de andar com um cabelo igualzinho ao do William Bonner.

Tenho dois bons motivos pra falar dele desse jeito.  Nelsinho é presidente do Badesc e nunca se sabe quando se pode precisar de um financiamento a juros camaradas. E tem outra coisa: dizem que ele pode assumir a Secretaria de Comunicação. Nesse caso, falar bem dele pode me render um futuro emprego com salário bem melhor que as míseras rúpias que me pagam aqui na Folha.

09/12/2011
Competente, inteligente e bonitão
Recebi a visita do Jovino durante a semana. Jovino é um sujeito inteligentíssimo, competentíssimo e bonitão. Por que estou dizendo isso? Porque ele me deu de presente e biografia do Steve Jobs (foto). Como você pode ver, eu me vendo por pouco. Ficarei pelo menos oito meses sem falar mal dele na coluna.


02/12/2011
Percevejos no bolso

Recebi nesta sexta-feira, 02/12, a visita do excelentíssimo senhor prefeito municipal em meu modestíssimo escritório. A referida autoridade fez-se acompanhar de seu eminente secretário de Comunicação, o André Silveira. Fiz a foto acima para a posteridade.

Se eu ganhei alguma coisa com a visita? Nada. Absolutamente nada. Foi só uma cortesia. Dessa maneira, João Paulo Kleinübing passa a integrar, ao lado do pão-duríssimo Vanderlei de Oliveira, a seleta lista de políticos que me visitaram e que nunca me deram nada.

Depois levam pau na coluna e não sabem por quê.

12/06/2010
Unha de fome
João Paulo nunca me deu nada. Na entrevista de terça, mal e porcamente mandou me servirem um copo de água. Na sexta, recebi a visita do Fábio Fiedler no meu escritório (foto). Ele expôs detalhes dos corredores de ônibus, que abordarei numa próxima coluna.

Fábio me trouxe de presente um pacote do cobiçado Café da Colômbia Export Line Premiun, embalado a vácuo e dono de um aroma sensacional. Vou ficar pelo menos um mês sem falar mal dele. Quanto ao João Paulo, passarei os próximos dias pensando numa forma de me vingar.

  • Só agora tirei um tempo pra ver Entreatos, aquele filme da campanha do Lula de 2002.
  • O filme é interessante pra quem quer conhecer o corre-corre e os bastidores de uma campanha, do ponto de vista das coisas publicáveis. 
  • Nesse sentido é muito bacana. 
  • Muitos têm destacado o Zé Dirceu no filme, com aquele jeito arrogantão dele, querendo se passar pelo Golbery do Lula.
  • O filme mostra que o Lulão não precisa de Golbery nenhum. Ele é o próprio Golbery dele mesmo.
  • Separei uma cena em que ele entra na barbearia e faz a barba sem parar de dar uma entrevista, ao telefone, para a Rádio Guaiba. 
  • E o barbeiro não quer nem saber: mete a navalha com estilo mesmo com o cliente falando no telefone.
  • Coisa de peão bom de ofício. Tanto um, quanto o outro.

CONSIDERAÇÕES ACERCA DO TEMA EM QUESTÃO

  • Peão que é peão não afrouxa nunca. Lulão não interrompe a entrevista pra fazer a barba. E o barbeiro mete ficha, tacando a navalha do mesmo jeito. Destaque pros malabarismos do Lula pra passar o telefone e o óculos de uma mão pra outra enquanto o barbeiro coloca o avental nele.
  • Lulão fala em incentivar o consumo de bens com preço popular. Taí uma coisa que ele fez de verdade.
  • Lula demonstra impaciência com uma longa e possivelmente redundante pergunta do interlocutor. Compreensível. A entrevista era para a Rádio Guaíba. O entrevistador devia ser gaúcho. Capiche? E o Lulão impacientado: “Da forma mais democrática possível, amigo”.
  • Lula é um cara que lê. Eu já vi ele lendo a Folha de S. Paulo. Ele lê, entende as coisas e xinga. Mas de birra, diz que não lê. Num trecho do vídeo ele diz pro barbeiro: “Comprou a Época?”. E depois fala do que a revista traz. É um pândego, esse Lula.
  • Encerro o trecho que selecionei com uma piadinha do Lulão, se olhando no espelho: “Se a minha mãe me visse assim ela ia dizer ‘êita, baianinho jeitoso'”.
  • Protegendo o Inimigo tem recebido boas críticas.
  • Não merece.
  • Fui ver o filme no Neumarkt.
  • A história é manjadíssima e fracote.
  • Trata-se do 956º filme que conta aquele drama do policial bom que descobre que todos os colegas são corruptos.
  • Denzel Washington é um ex-agente da CIA que tem um chip onde aparecem os nomes dos curruptos.
  • Ryan Reynolds é o sujeito que tem que proteger ele dos caras que querem matá-lo. Mas, claro, quem quer matar o Denzel são os próprios chefões da CIA, que têm o nome na lista do tal chip.
  • E você sabe: nos Estados Unidos é assim: sempre tem um arquivo com nomes de corruptos nos filmes. Parece até que toda organização criminosa tem a obrigação estatutária de registrar os pagamentos aos corruptos em algum arquivo.
  • O filme passa o tempo todo com aquela coisa do gato e rato, tem alguns momentos ridiculamente piegas com diálogos xôxos entre o Denzel Washington e o Ryan Reynolds.
  • Parece até que estão tendo uma DR.
  • C’ríticas têm elogiado as cenas de perseguição.
  • Mas cenas de perseguição a gente tem um monte por aqui, quando a polícia corre atrás dos arrombadores de caixa eletrônico.
  • O filme tem também muitos acidentes
  • Mas até isso a gente tem por aqui, de graça. 
  • É só dar um passeiozinho pela BR-470.

Paulo César Lopes me fez uma visita. Entrou na minha sala depois de arrombar a porta a pontapés. Estava furioso. Não se conformava com a minha decisão de ter aceito o convite pra ser presidente da Acib. Queria que antes eu assumisse o lugar dele na CDL.  Achava que eu estava menosprezando a entidade.

Consegui acalmar o Paulinho propondo um acordo. Não posso ser presidente da CDL, mas me ofereci pra ser o Papai Noel oficial de Blumenau na próxima edição do Magia de Natal.  Deu certo. Ele ficou feliz da vida com a proposta, conforme você pode constatar na foto.

 O terror dos manguaceiros

Fábio Fiedler, meu ídolo, inventou agora uma lei que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas nos postos de gasolina. Fabão já tinha feito aquela lei que proíbe beber nos parques e espaços públicos. O pessoal já está dizendo que nenhuma das leis tem validade, porque não tem ninguém pra fiscalizar.

Quem fala isso não conhece o Fábio direito. Quando não está na Câmara espancando o Vanderlei, ele se transforma no Super Fábio, o Justiceiro dos Bebuns, e sai prendendo todo mundo que anda com latinha de cerveja na mão.

Montagem: Guilherme Lemos/Folha de Blumenau

Na Nereu I

Juliano Gonçalves, pré-candidato do PV a prefeito, prometeu zerar o déficit habitacional de Blumenau. “Vamos construir moradias para todos, porque a prefeitura tem uma receita de um bilhão e quatrocentos mil reais e cinco mil funcionários”. Não sei o que uma coisa tem a ver com outra. Só se ele estiver pensando em transformar os funcionários em ajudantes de pedreiro pra construir casas.

Na Nereu II

Arnaldo Zimmermann, do nosso glorioso PCdoB, prometeu que quando for prefeito vai dar um piso de R$ 2,5 mil  pra professorada, mas acha que o salário da turma deveria ser de R$ 6 mil. Arnaldo disse também que está conversando com “empresários em gerais”. Essas foram as coisas interessantes que ouvi da entrevista dele.

Feliz
Uma fonte confiável, de confiança e de grande confiabilidade, me disse ter encontrado João Paulo, o Absoluto, de ótimo humor, esbanjando alegria. “Feliz, prefeito?”. “Felicíssimo. Só boas notícias. Tudo indo pelo caminho certo”.  Pelo jeito o homem anda sabendo de coisas que nós não sabemos.

Busão aéreo
A Air France estuda criar linhas de baixo custo. Imagino que esteja pensando em usar aviões com asas sacolejantes, com muita gente  em pé e chovendo dentro. Provavelmente vão contratar o Seterb e o Consórcio Siga pra ajudar na implantação.

Publicado nainha coluna na Folha de Blumenau de 24/03/2012

  • Sábado pela manhã. Vou na Mil e Um do Trevo da Velha comprar uns parafusinhos. Atrás de mim uma mulher atravessa o corredor ao celular:

- Isso não existe.
- (…)
- Mas eu tô dizendo que isso não existe.
- (…)
- Olha, isso não existe. Não existe, tá bom?
- (…)
- Mas eu já falei que isso não existe, tá? Nunca existiu…

  • Depois disso fui pra mais longe e não ouvi mais.
  • Com não entendi direito o que se passava, essa conversa pra mim foi como se não tivesse existido.
  • Nosso guapeca Pelé, além de combater os malfeitores do bairro, costuma caçar passarinhos.
  • De vez em quando pega um.
  • Esse é um bom jeito de jornalista buscar emoção nos dias de hoje

    Alberto Dines é um dos poucos grandes jornalistas brasileiros.

  • Eu lia ele no Pasquim.
  • Ele está fazendo 80 anos e anda dando umas entrevistas por aí.
  • Ontem o Dines esteve no Roda Viva.
  • Dines tem admiradores na nova geração. O pessoal chamam ele de “mestre” e tals…
  • Dines é um cara bacana. Um sujeito ético, batalhador, competente, que sempre exerceu seu ofício com paixão. Um modelo de conduta jornalística.
  • Dines falou muitas coisas bacanas.
  • A que mais gostei foi essa: “O jornalismo deve ser estudado como ciência e praticado como arte“.
  • Mas tem uma coisa em que eu discordo do Dines.
  • É quando ele diminui a importância da internet, do jornalismo eletrônico e das formas de comunicação modernas, dizendo que antigamente “o jornalismo tinha mais emoção“. 
  • Há um pequeno problema com essa “emoção” rememorada por ele.
  • Todas as memórias dele a respeito evocam episódios envolvendo a ditadura: censuras, interrogatórios, golpes, bastidores, fugas, despistes, noites sem dormir, demissões, denúncias, etc.
  • Não tenho dúvida de que devia ser emocionante ficar imaginando modos de burlar a censura ou esconder colegas procurados pelo DOPS, como Dines rememora.
  • Devia ser mesmo emocionante para os jornalistas manter relações secretas com comunistas, etc.
  • Mas jornalismo com esse tipo de emoção custa caro. Muita gente pagou um alto preço por elas.
  • Esse é o tipo de emoção que podemos dispensar, já que ela era decorrente de um estado de exceção.
  • Se os jornalistas perderam em emoção, a sociedade ganhou em liberdade de expressão.
  • Para jornalistas que buscam emoção restam muitas outras alternativas.
  • Pular de bungee jumping, só pra ficar num exemplo.
  • Pelé, nosso guapeca adotado, com seu sorriso peculiar e a exclusivíssima boca torta com o dentão pra fora.
  • Sempre que olho pra ele penso num ortodontista de cachorro.
  • Mas, pensando bem, é melhor deixar como está.
  • É o cachorro mais engraçado do bairro.
Minha coluna na Folha de Blumenau de 18/03/12

Diante das mais milhares de reclamações diárias de todos os dias, a Blumeterra foi à Nereu explicar porque  a coleta de lixo de Blumenau virou uma enorme e fedorenta cacaca. O supervisor Daniel Baldassin deu uma das mais horrendas entrevistas que eu já ouvi sobre serviço público. Vejam um dos disparates que anotei: Baldassin disse que algumas pessoas que reclamam do serviço são culpadas pois “colocam o lixo depois que o caminhão passou”.

Depois, disse que em ruas onde o serviço ficou incompleto, a coleta é completada aos domingos. E mais: quando uma rua fica pela metade, no outro dia é feito o caminho inverso, alterando-se o horário. Ora, se é assim, como é que nós vamos adivinhar quando o caminhão vai passar?

Salário baixo e insegurança

Questionado sobre os baixos salários pagos aos coletores, Baldassin saiu-se com essa pérola genial: “pagamos dentro do que a legislação prevê”. Ora, pelo que se sabe, a legislação prevê apenas um salário mínimo a ser pago, não o máximo. Se a Blumeterra resolver pagar R$ 1.000,00 a um coletor em vez de míseros R$ 700,00, nada a impede.

Mas o que me fez cair da cadeira foi a informação de que a empresa está com 20 coletores a menos do mínimo que deveria ter e que um deles está machucado “depois de cortar a mão com vidro”. Se cortou a mão com vidro estava sem equipamento de segurança. E se ainda está vivo, então é um sujeito de sorte, já que nenhuma bactéria o matou.

Blumeterra vai renunciar

A julgar pelas churumelas, pelas desculpas incongruentes e pelas gaguejadas do Daniel Baldassin, a Blumeterra deve ser a mais infeliz das empresas sobre a face da terra. Fiquei com a impressão de que a empresa se arrependeu amargamente de ter entrado na concorrência do lixo. Deve estar tomando prejuízo em cima de prejuízo, coitada.

Tenho certeza de que dentro de alguns dias a Blumeterra vai rescindir o contrato e abrir espaço para uma outra empresa, para o nosso bem e, principalmente, para o bem dela mesma.

Uma ideia pro Jovino

Ao contrário dos horários de ônibus, os horários de coleta de lixo não estão na internet. Vou sugerir ao Jovino que encaminhe um projeto nesse sentido, obrigando a divulgação pública. Então todos saberemos a que horas devemos recolher o lixo.

Desse modo, a Blumeterra não vai mais poder culpar a gente por colocar o lixo depois de o caminhão passar. E não precisaremos mais dividir a má qualidade do serviço com ela.

Clint Eastwood

Marçal desafiou os assaltantes de Blumenau a apontar uma arma pra ele. Prometeu matá-los. “Assaltar os outros é fácil. Quero ver fazer isso comigo”. Gostei da atitude do Marçal. Ele é o nosso Dirty Harry.

Espero que o Marçal seja assaltado logo, pra que possa começar a matar os bandidos. Torçamos para que ele seja assaltado umas 20 vezes por semana. Assim que ele matar uns 60 assaltantes, a bandidagem vai fugir correndo.

  • Lembrei da Jacqueline Bürger ontem à tarde.
  • Lembrei dela por causa das pedras de caíram com a chuva.
  • Jac vai levar muitas pedradas por ter assumido a presidência do Conselho Municipal de Cultura.
  • Jac é gente boa, mas é espevitada e fala o que quer na frente de quem quer.
  • A gestão dela pelo menos vai ser  divertida.
  • Divertida pra nós, complicada pra ela.
  • O segmento cultural de Blumenau é composto de várias tribos. Todas famintas por verbinhas públicas.
  • Cada tribo se divide em várias sub-tribinhas, cuja principal atividade é descer a lenha nas políticas culturais quando não pinga um dinheirinho pra turma.
  • Por isso ontem fiquei imaginando a Jac em disparada pela Beira Rio, com a artistalhada correndo atrás dela, jogando pedra de granizo nela.
  • Costumamos dizer que, em muitas situações, não dá pra agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo.
  • No caso da Jac a coisa é bem pior.
  • Na área cultural de Blumenau não dá pra agradar nem mesmo os troianos sozinhos.

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Nota de Rodapé: Boa sorte aí nesse troço, Jac. Depois tu me conta as fofoca de bastidor.

  • No filme Assalto a um Transatlântico, o Tony Franciosa conseguiu roubar a turma fora de uma cidade

    Napoleão é um sujeito inteligente, que adota um discurso moderno.

  • Eu já disse mais de 300 vezes que ele vai ser prefeito de Blumenau um dia.
  • Talvez seja agora. Ou não. Mas vai ser.
  • Votei nele pra vereador e deputado. Não há motivo pra não votar nele pra prefeito.
  • Napoleão tem usado um discurso voltado para a gestão. Ele só fala em eficiência disso e eficiência daquilo.
  • Outra coisa que ele fala é que devemos cuidar da cidade.
  • Ele vai naquela linha de que “é a cidade que a gente vive. É na cidade que a gente trabalha e estuda. Na cidade vive a nossa família”.
  • Tudo muito bem, tudo muito bacana.
  • Já usei esse discurso em campanhas anteriores. Um monte de gente já usou. Costuma funcionar.
  • Se ele colar esse discurso nele mesmo nessa campanha, pode usar como diferencial em relação aos demais, que ficariam impedidos de fazê-lo pra evitar o risco da imitação.
  • Só que o Napo precisa dar uma controlada no raciocínio.
  • Ontem na Câmara ele falou aplicou essa técnica à segurança pública e saiu-se com essa pérola:
    É na cidade que as pessoas são assaltadas. É no município que acontecem os crimes. Por isso precisamos investir na segurança da cidade.
  • Alguém precisa avisar o Napoleão que é impossível não ser assaltado em uma cidade, seja ela qual for.
  • Você só não será assaltado em uma cidade caso tenha sido roubado num cruzeiro em alto mar.
  • Ou se baterem a sua carteira num vôo no meio do Atlântico.

  • Marçal anda indignado com os assalto em Blumenau.
  • Na Câmara, esbravejou contra os ladrões que andam de moto e apontam armas para motoristas.
  • Marçal está indignado com a polícia. Disse que a polícia é ineficiente e, por isso, decidiu fazer justiça com as próprias mãos.
    – Quero avisar pra esses vagabundos que é muito fácil assaltar as pessoas por ai. Quero ver fazer isso comigo. Quero ver apontar a arma pra mim, se tiver coragem. Pode vir. Pode vir que quem quer matar merece morrer.
  • Gostei da atitude do Marçal.
  • Ele é o nosso Dirty Harry.
  • Espero que o Marçal seja assaltado logo, pra que possa começar a matar os bandidos.
  • Torço para que ele seja assaltado umas 20 vezes por semana. Assim que ele matar uns 60 assaltantes, a bandidagem vai fugir correndo.

Minha coluna na Folha de Blumenau de 10/03/12

O PCdoB lançou o Arnaldo Zimmermann candidato a prefeito de Blumenau. Deve ser só charminho pra chamar atenção da Ana Paula e do Décio. O PCdoB sempre foi penduricalho do PT, estratégia que rende a seus dirigentes empreguinhos de terceiro e quarto escalões.

O PCdoB de Blumenau vai fazer o que os chefes do diretório nacional mandarem.

Se mandarem distribuir panfletos da Ana Paula, a turma vai ter que obedecer democraticamente na marra. Espero que o PCdoB concorra mesmo. Seria divertido acompanhar a campanha do partido.

O Arnaldo Zimmermann é tão comunista quanto o Jorge Bornhausen e o PCdoB é um fóssil político, um protozoário ideológico. Uma boa estratégia seria mandar o Arnaldo para a Coréia do Norte gravar um depoimento de apoio do Kim Jong-um, levando algumas cestas básicas pra ajudar o povaréu faminto de lá.

Oscilações
Caminhei no Ramiro em companhia de um graduado líder tucano. Ele acha que no momento as chances de coligação no PMDB pendem para o PSD com 52%.

Plano
Ana Paula, Napoleão, Jean Kuhlmann, Arnaldo e os outros 756 pré-candidatos a prefeito bem que poderiam começar já a falar em um plano de governo para a cidade. Vai ser chato ir todo mundo pra campanha com aquela história de que “estamos preparando um plano de governo com a sua participação. Aguardamos  a sua sugestão”.

Pequenas gentilezas

Fui na Ótica Schwabe no sábado para trocar a bateria do relógio. Na minha frente, outro cliente fazia o mesmo. O veterano relojoeiro desmontou o aparelho, testou a bateria, viu que ela estava boa e o remontou. “Não precisa trocar a bateria. Era só um mau contato, mas já consertei”. O cliente perguntou o preço. “Não foi nada. Tenha um bom fim de semana”.

Na quinta-feira, ao abastecer o carro no Auto Posto Blu, surgiu um problema na tampa do tanque do meu carro. Sugeriram que eu fosse na G. Gomes, logo ao lado. O funcionário que me atendeu fez todos os testes, identificou o problema e conseguiu abrir a tampa. Pedi pelo preço. “Não foi nada, deixa assim”.

É bacana ver que Blumenau ainda tem dessas coisas de antigamente.

Confusofest
A Ampe promove no final do mês um evento chamado Emprefest. O negócio me pareceu meio confuso, a julgar pela entrevista de um divulgador na Nereu, sexta de manhã. Pelo que entendi,  vai ter uma feira de mulher e a turma vai ter que passar por ela pra entrar no evento.

A única coisa que realmente me preocupa é que vai ter coral italiano no meio do troço. Fui criado no meio deles. Coral italiano é a coisa mais chata do mundo. Ainda bem que vai ter cerveja.

De sobra
César Paulista é um daqueles casos típicos do sujeito que é mais competente do que imagina. Ao contrário de muita gente que pensa exatamente o contrário de si próprio.

Eficiência temporária
A Furb está inaugurando um novo e moderno sistema de telemetria. Podemos ter certeza de que vai funcionar perfeitamente até a próxima enchente.

Rasteira
A arquitetura de Blumenau é tão baixa que estão chamando prédios de 20 andares de arranha-céu.  Mas vai demorar para a cidade ter um. Por enquanto só temos arranha-chão.

  • Não me refiro a sertanejo universitário como sertanojo e nem destrato outros gêneros musicais.
  • Cada um deve curtir as músicas que gosta.
  • O Michel Teló não me incomoda.
  • Festa da Cebola consagra carreira internacional do Teló

    O que irrita é a patriotada em torno de um possível mega sucesso internacional do sujeito.

  • A Globo e algumas emissoras de TV transformam exageram na dose.
  • Do jeito que falam, parece que a humanidade teve quatro grandes fenômenos da indústria fonográfica: Beatles, Rolling Stones, Michael Jackson e Michel Teló.
  • Até agora não vi nada que justificasse tamanha euforia e ufanismo.
  • O que vi foram algumas dancinhas de jogadores de futebol em países hispânicos.
  • A maioria dos vídeos em inglês ou outras línguas que rolam no Youtube nada mais são do que gaiatices de brasileiros.
  • Pra mim, Michel Teló só será um fenômeno no dia em que der entrevistas pra Helen DeGeneres ou Jay Leno.
  • Ou se for o convidado da noite do Saturday Night Live ou do Jools Holland.
  • Ana Maria Braga e Hebe não vale, mesmo com a desculpa de que podem ser vistas na Internet pelo mundo inteiro.

CEBOLA NO ÁPICE

  • Um artista que explode internacionalmente é forçado a cancelar sua agenda local para tocar nos maiores centros mundiais a peso de ouro.
  • Foi assim com o Guns N’ Roses, que largou os muquifos de Los Angeles para tocar nos maiores estádios dos Estados Unidos e Europa.
  • Michel Teló não fez nada além de viajar para a Europa para tirar fotos ao lado de jogadores de futebol brasileiros…
  • A carreira internacional do Michel Teló vai de vento em popa no Brasil.
  • Ele é uma das atrações da mundialmente consagrada FESTA DA CEBOLA, dia 18 de março, 20h, em Ituporanga.
  • Houveram boatos de que a carreira internacional do Teló é um fiasco.
  • Se isso não é sucesso internacional, pohan…

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