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- O BIG de Balneário Camboriú abre até a meia-noite na temporada.
- Moro perto, então vou lá sempre depois das 11 da noite, pra pegar menos fila.
- Geralmente dá certo, mas tem seu preço.
- Ontem, por exemplo, tinha acabado as Estelinhas quando cheguei (fui comprar pra minha mulher. Eu bebo outras cervejas).
- Mas encontrei algo que não conhecia: a Estelona, uma Stella Artois gigante, de um litro.
- Stella Artois é uma cerveja premium tipo lager, um pouco mais cara, mas a marca tem um problema: foi comprada por aquele pessoal da Ambev.
- Acho que confundiram ela com a Skol Litrão.
- A grande diferença entre a Blumenau dos dias normais e a Balneário Camboriú de final de ano é que, em Camboriú, existe engarrafamento com vista para o mar.
- Se você andar de carro por Camboriú nesse final de ano, pegará também uma exclusividade local: engarrafamento de madrugada.
- O negócio é entocar o carro numa garagem e circular a pé.

Em Camboriú alguns dos engarrafamentos oferecem privilegiada vista para o mar

1h12min da madrugada, dia 27/12/2011: peguei engarrafamento na Av. Atlântica

Num dia comum e com chuva, as calçadas ferviam com o movimento nos bares
- Comprei o livro do Boni sem grandes expectativas.
- O próprio autor diz que não faria grandes revelações.
- Gosto de informações sobre a história da comunicação e da televisão no Brasil e achei que fosse uma boa leitura para as férias, com histórias inéditas interessantes de bastidores.
- Mas o livro oferece menos que isso.
- As histórias são quase todas conhecidas.
- Boni passa o tempo todo puxando o saco de um monte de gente.
- Todo mundo é amigo, todo mundo é bacana, aquela turma toda da Globo é tudo gente fina, elegante e sincera.
- O Dr. Roberto foi quase um anjo, de tão puro, honesto, sincero e ético.
- Walter Clark e outros notórios inimigos do Boni eram gente boa,. Ele os amava a todos.
- O livro do Boni é melhor fora do que dentro.
- Isso acontece porque ele andou dando um monte de entrevistas por conta do lançamento.
- Nessas entrevistas, talvez meio deslumbrado, Boni tem feito revelações interessantes, que não estão no livro meloso.
- Uma delas diz respeito ao debate Collor X Lula, em 1989.
- Boni não aborda o assunto no livro, mas nas entrevistas revelou que deu dicas de maquiagem e posicionamento para Collor vencer o Lula.
- Boni também disse por aí que um dos incêndios na Globo foi criminoso, provocado por agentes paramilitares de extrema-direita.
- Como a Globo tinha muitos simpatizantes da esquerda e pessoas com índole liberal, os militares provocaram o incêndio e geraram inquéritos que culpavam guerrilheiros comunistas, como forma de contra-propaganda e para enquadrar a emissora.
- No livro, Boni só fala do incêndio para recordar o corre-corre das providências que teve que tomar, a solidariedade da turma toda e outros detalhezinhos de somenos importância.
JÔ SOARES E O RANCOR EM REDE NACIONAL
- Vamos a outro exemplinho de como o Boni se comporta como autor de seu próprio livrinho:
- Quando saiu da Globo, em 87, Jô Soares escreveu artigo no JB descendo a lenha no Boni, por tê-lo ameaçado e boicotado seus comerciais na emissora.
- Chamou-o de rancoroso, prepotente e por aí vai. Encerrou com uma ofensivíssima frase de efeito: “Dizem que o Boni é um office boy de luxo. Mas nenhum boy de luxo é capaz de carregar tanto rancor no coração”.
- Ao receber o Troféu Imprensa no mesmo ano, Jô Soares leu texto ao vivo no SBT, para milhões de pessoas.
- No livro, Boni não só ignora o episódio, como baba os ovos do Jô, dizendo que na saída do apresentador se sentiu traído, “gritei, ameacei, mas prevaleceu o carinho”.
- Se Boni foi capaz de encarar dessa forma vaselinesca um fato tão amplamente conhecido, imagine as coisas que não ocultou em relacão a outras pessoas e fatos menos divulgados.
- Dedicando um capítulo do livro até mesmo para fazer resumos de suas novelas favoritas, ao melhor estilo Capricho, Boni conseguiu trasnformar seu livro num verdadeiro amontoado de abobrinhas inúteis, já que existem abobrinhas, aquelas das feiras, que têm alguma utilidade.
LIVRO DO BONI,
Boni, Rede Globo
- Santa Catarina todo o ano ganha o primeiro lugar num tal de “Melhor Destino Turístico do Brasil“.
- Não consigo entender como.
- Balneário Camboriú, por exemplo, tem coisas incompreensíveis.
- Grande parte dos quiosques da beira da praia está fechada, por causa de uma licitação iniciada em outubro, vésperas da temporada.
- Amadorismo pouco é bobagem.
- Mas não é só isso: esses quiosques são minúsculos, acanhados, não podem dispor de banquinhos ou mesinhas, não podem atender na praia e estão virados de costas para o mar.
- Mas há uma boa Notícia em BC: depois de 3.600 anos, a praia ganhou chuveirinhos públicos para as pessoas tirarem a areia.
- Mais de 200 mil praias no Rio e no Nordeste já têm isso há mais de 1 bilhão de anos, mas para o Melhor Destino Turístico do Brasil, essa é a grande novidade.
- Se nós somos o” Melhor Destino Turístico do Brasil”, o resto nem deve ser resto. Deve ser restolho.

Quiosque fechado em Camboriú: amadorismo pouco é bobagem

Chuveirinho público em Camboriú: novidade com mais de 1 bilhão de anos de atraso

- Persevere.
- Siga em frente.
- Não desista nunca.
- Seja forte.
- Persevere.
- Não dê ouvido aos derrotistas, aos que entregam os pontos logo de saída.
- Faça o que seu coração manda.
- Siga seus instintos.
- Desafios são feitos para serem vencidos.
- Seja forte e você os superará.
- Não deixe que obstáculos impeçam suas conquistas.
- Persevere.
- A incompreensão, o desdém, o calor, o trânsito, a falta de vagas no estacionamento, as filas monstruosas; nada – absolutamente nada – pode impedir você de comprar cerveja nesse verão.
- Persevere.
- Já que estou em Balneário Camboriú, resolvi dar minha contribuição cidadã para a prefeitura de Blumenau.
- Fotografei um banco que fica na Avenida Atlântica.
- O banco não fica virado nem pra rua, nem pro mar.
- Fica virado pros dois lados ao mesmo tempo de uma só vez.
- Os próximos bancos que a prefeitura colocar na Beira Rio podem ser assim, em vez de repetir a polêmica dos bancos de um lado só, que tem gente que quer que seja virado pra um lado, enquanto que outras gentes querem que sejam virados pra outro lado.
Dramas, tragédias, incompreensão, intolerância. A dura vida do Assessor de Imprensa, esse anônimo herói épico e injustiçado. Com sua pureza d’alma, presa fácil dos jornalistas inescrupulosos
Ohio, Estados Unidos – Assessor de Imprensa de companhia aérea cai de avião em pleno vôo de uma linha inaugural. Só dão pela falta dele três meses depois. E mesmo assim só porque o dono da plantação de beterrabas onde o corpo foi encontrado resolve processar a empresa por perdas e danos. A bordo, jornalistas convidados são suspeitos naturais de terem empurrado o pobrezinho.
Nice, França - Assessor de Imprensa do zoológico municipal é devorado vivo depois de cair misteriosamente dentro da caverna dos ursos. Momentos antes ele recepcionara um grupo de jornalistas que foram conhecer as reformas do local. Uma vendedora de flores disse ter visto algumas pessoas – provavelmente os jornalistas – pulando e dançando como se estivessem comemorando. Ela foi atraída pelo som de gargalhadas.
Manchester, Inglaterra – Assessor de Imprensa de uma grande metalúrgica desaparece quando acompanha jornalistas que visitam a nova fundição. Foi o terceiro assessor da mesma empresa a desaparecer sem deixar vestígios justamente durante visitas da imprensa a fábrica.
Os três casos acima relatam a maneira cruel, desumana e aviltante com que são tratados os Assessores de Imprensa em todo o mundo. No primeiro caso, todos os jornalistas a bordo do vôo inaugural foram ouvidos. Todos – repito-, todos negaram saber da existência do Assessor de Imprensa. “Não lembro dele. Nunca prestamos atenção desse tipo de gente”, disse um colunista. A maioria dos jornalistas interrogados carregava uma canetinha e um bloquinho com a logomarca da companhia aérea. Era tarefa do Assessor de Imprensa distribuí-las. “Não sei como é que isso veio parar na minha bolsa”, esquivou-se uma repórter. O proprietário da plantação de beterrabas não pareceu muito preocupado com o destino do indigitado Assessor de Imprensa. “O sujeito caiu bem em cima da minha cerca eletrificada. Sabe quanto custa consertar uma cerca eletrificada? Seu depoimento ajudou pouco. Ou melhor: não ajudou em nada. “Acho que ele que estava vivo quando caiu, mas foi atropelado pelas vacas que passaram pela cerca para comer as beterrabas. Espero fazer logo um acordo com a empresa”.
O segundo caso é ainda mais lamentável. Câmeras do circuito interno do zoológico mostram closes do rosto desesperado do Assessor de Imprensa agarrado na beirada da toca dos ursos. Alguns sapatos são vistos amassando seus dedos, forçando sua queda. Pelo menos dois eram de salto alto, o que nos leva a imaginar o quão lancinantes foram as dores infligidas à vítima. Os rostos dos assassinos não aparecem. Eis um trecho do depoimento da florista: “Não tenho certeza, mas acho que entre as pessoas que fugiram após a queda estava alguém portando uma máquina fotográfica. Não posso afirmar isso com extrema convicção”. Isso poderia indicar a presença de um fotógrafo de jornal, mas a versão nunca foi confirmada. E o caso, mais uma vez, foi arquivado.
O terceiro caso chega a causar arrepios e mostra até que ponto chega a discriminação e a safadeza desumana contra os Assessores de Imprensa. Ele nos dá a idéia das atrocidades cometidas diariamente contra esses briosos profissionais em todo o mundo, que encontram o fim até mesmo sendo derretidos em fornos siderúrgicos. A polícia classificou o caso como “acidente de trabalho” resultante de “presumível inaptidão facilmente encontrável em profissionais vinculados ao sub-jornalismo”.
E o que é pior: em nenhum dos casos sequer uma linha dos releases foi publicada, nem mesmo como homenagem póstuma. Isso só comprova a sordidez, o sarcasmo e a forma aviltante a que os Assessores de Imprensa são submetidos em seu cotidiano de lutas e batalhas por um mundo melhor, mais justo e fraterno. Custava publicar os releases in memoriam? Os exemplos acima são apenas uns poucos entre milhares.
No deserto de Atacamo, Novo México, um míssil supostamente fora de controle acertou bem no meio dos olhos do assessor de imprensa militar. Fontes disseram que ele havia se recusado a lustrar as botas de alguns cabos e sargentos semanas antes, o que teria sido tomado como grave ato de insubordinação. Em Otawa, Canadá, um Assessor de Imprensa da Polícia Montada foi encontrado morto na cavalariça. Provável causa mortis: envenenamento. Uma testemunha chegou a dizer que havia visto o Assessor de Imprensa sendo forçado a ingerir alfafa contaminada depois de se recusar a limpar o cocô do cavalo do comandante. Finalmente em Bonn, Alemanha, um Assessor de Imprensa foi encontrado morto nos trilhos da ferrovia em que trabalhava. A polícia classificou o caso como “lamentável acidente, que obstruiu o livre fluir das composições ferroviárias e atrasou em mais de 15 minutos o nosso horário do almoço”. O laudo, no entanto, esqueceu de mencionar que o “lamentável acidente” aconteceu justamente no dia em que um grupo de jornalistas visitava a ferrovia. Horas antes, vários deles insultaram o Assessor de Imprensa no vagão-restaurante. Exigiam vinho francês e queriam forçar a distribuição antecipada de brindes como canetas, blocos de anotação, bonés e camisetas. As investigações deixaram no ar várias perguntas sem resposta: Por que as mãos do Assessor de Imprensa estavam amarradas nas costas? Por que alguns releases — todos caprichados e muito bem escritos, por sinal — foram amassados e enfiados em sua boca? Alguém queria evitar que ele gritasse? Ou a intenção era fazê-lo sufocar? “Acho que ele foi obrigado engolir as próprias palavras”, gargalhou o chefe de polícia local.
A história da Assessoria de Imprensa
A discriminação contra os assessores de imprensa tem origens históricas. Pesquisas revelam que a Assessoria de Imprensa é a segunda profissão mais antiga do mundo. A primeira todo mundo sabe qual é. Aquelas inscrições rupestres encontradas em cavernas são, na verdade, press releases produzidos pelos primeiros Assessores de Imprensa. Na época eles já eram duramente castigados quando os releases não eram publicados. Em algumas pirâmides egípcias é possível ver claramente assessores de imprensa ajoelhados e sendo degolados enquanto pediam clemência e tentavam explicar que ainda não existiam veículos de comunicação para a divulgação das noticias.
O primeiro assessor de imprensa da era moderna trabalhava para o fundador de uma igreja na antiga Galiléia, hoje Oriente Médio. O patrão vivia dizendo que tinha a missão de propagar a palavra do próprio pai sobre a terra. “Foi pra isso que contratei você, Judas. Preciso aparecer. Preciso ocupar os espaços. Preciso ganhar a opinião publica, entende? Na semana que vem, vou dar uma ceia aqui em casa pro pessoal. Quero que isso saia em todas as colunas dos jornais.” O Assessor de Imprensa tentou argumentar. “Mestre, acho que a superexposição na mídia nesse momento é arriscada. Essa pode ser a última ceia”. Não foi ouvido. “Cala a boca. Meus quatro publishers, Mateus, Marcos, Lucas e João disseram o contrário, ouviu? E todos têm MBA. Quem és tu para afrontá-los? Anota aí os dados da porra da ceia”. Judas cumpriu a missão. Divulgou a ceia de forma exemplar. Um recorde em centimetragem. Todos sabem o que aconteceu depois.
Prohmass – Um marco Na incansável Luta pela Libertação do Assessor de Imprensa
A selvageria praticada contra essa laboriosa classe em todo o mundo despertou a reação de um corajoso grupo de Assessores de Imprensa. Foi criado o Prohmass — Programa de Humanização do Assessor de Imprensa. Seus autores permanecem no anonimato, temendo represálias de editores, sub-editores, pauteiros e até simples repórteres e estagiários imberbes que dedicam aos Assessores de Imprensa uma perseguição implacável e sem tréguas. O Prohmass veio para romper grilhões e libertar os Assessores de Imprensa do jugo impiedoso do chamado “Olimpo do Terror”, habitado pelos temíveis e ferozes “Senhores da Vida e da Morte dos releases e press-kits”.
O que é o Prohmass – Missão
I) apurar, documentar e denunciar todos os atos de violência e discriminação praticados por jornalistas contra os Assessores de Imprensa, dentro e fora das redações.
II) resgatar a auto-estima dos Assessores de Imprensa através da campanha Assessoria de Imprensa: agüente firme. Não há mal que sempre dure. Um dia você arruma outro emprego.
III) mostrar aos jornalistas que a Assessoria de Imprensa não acontece só com os outros. Para isso foi criada a campanha Assessoria de Imprensa. Lembre-se: isso um dia pode acontecer com você também.
VI) sensibilizar os jornalistas utilizando os princípios de fraternidade e solidariedade da fé cristã com o slogan: Trate bem o Assessor de Imprensa. Ele também é filho de Deus.
V) criar o Procass — Programa de Capacitação e Reciclagem do Assessor de Imprensa visando recolocá-lo no mercado aproveitando seus dotes de datilógrafo, telefonista e operador de fax.
Princípios de Gerais Libertação – Projeto de Lei
Conheça os principais tópicos do Projeto de Lei que o Prohmass
Projeto de Lei que está sendo submetido ao Congresso Nacional visando coibir os abusos dos jornalistas contra os Assessores de Imprensa. Por enquanto está difícil encontrar um deputado disposto a abraçar a causa. Todos eles têm medo dos jornalistas. Estamos recolhendo assinaturas de populares e depois vamos apelar para a votação secreta.
1 . Fica vedado aos jornalistas a prática de atos de humilhação e vilipêndio contra a honra dos Assessores de Imprensa, tais como:
a) queimar, amassar ou rasgar releases na frente do Assessor de Imprensa que o redigiu depois de chamar o resto da redação pra testemunhar;
b) do mesmo modo, fica proibido fazer com que o Assessor de Imprensa engula o release na frente dos colegas;
c) arremessar releases em cestos de lixo a longa distancia acarretará processo também por parte da Confederação Brasileira de Basquete;
d) a utilização de releases como substitutos do papel higiênico passa a ser considerado crime de lesa-propriedade.
e) a utilização de releases para fazer fogo na churrasqueira acarretará ação civil pública por agressão ao meio-ambiente.
2. Os jornalistas ficam proibidos de exigir do Assessor de Imprensa contrapartidas para a publicação de releases, tais como:
a) passar flanela no carro do jornalista
b) passar lava-jato na calçada da casa do jornalista
c) dar banho no cachorro do jornalista
d) eliminar formigas e cupins no sítio do jornalista
e) levar a sogra do jornalista ao ortopedista
f) comprar viagra para o avô do jornalista
g) obrigar o Assessor de Imprensa a se deitar sobre poças de água para que o jornalista não molhe os sapatos
h) molestar sexualmente o Assessore de Imprensa valendo-se da ameaça de não publicação de releases
3. fica temporariamente vedado aos jornalistas:
a) empurrar o Assessor de Imprensa no poço do elevador;
b) levar o Assessor de Imprensa para a sacada da redação e derrubá-lo de lá de cima;
c) colocar fogo nas vestes de Assessores de Imprensa sem-teto que adormecem em pontos de ônibus urbanos, bancos de praças ou mictórios públicos;
d) atropelar propositadamente o Assessor de Imprensa no pátio do jornal, calçadas, ruas e demais logradouros por onde ele costuma transitar a pé;
e) afundar a cabeça do Assessor de Imprensa na privada, dando sucessivas descargas sob a torpe alegação de que é preciso “refrescar as idéias”;
f) enfiar os dedos do Assessor de Imprensa na tomada para verificação de voltagem da corrente elétrica;
- Moro numa transversal da Estanislau Schaette.
- Para sair de casa pela manhã, com o trânsito engarrafado, dependo da gentileza de outros motoristas.
- Em poucos segundos alguém me dá a vez.
- Isso me deixa feliz.
- Mas tem uma coisa que me deixa ainda mais feliz: é quando eu tenho a oportunidade de fazer a mesma gentileza para outra pessoa, sendo ao dar a vez para um carro, seja parando antes da faixa para um pedestre cruzar.
- Fico feliz quando me agradecem com o polegar, quando acenam com a cabeça ou dão um leve toque na buzina.
- Quando vou nos mercadinhos ou na padaria do bairro, levo moedas e me antecipo ao comerciante, facilitando o troco.
- Se vou ao Shopping e vem alguém logo atrás de mim, gosto de abrir a porta e dar passagem para as outras pessoas antes de entrar. Recebo sorrisos e muito obrigados.
- Me sinto bem praticando pequenas gentilezas ao longo do dia.
Ser gentil faz bem
- Estamos indo para as férias, onde acabam acontecendo muitas situações de stress.
- A começar pelo trânsito.
- Mais do que desejar boas férias a você, desejo que você aproveite todas as chances de praticar gentilezas.
- Pratique gentileza na fila de carros no trânsito da cidade, nas BRs, nas filas dos caixas de bancos e supermercados, no balcão da padaria.
- Seja compreensivo.
- Seja paciente.
- Muitas pessoas nos atrapalham mesmo sem querer. Procure compreender.
- Toda a gentileza que você distribuir, voltará pra você.
- Eu garanto.
- Boas férias.
- A prefeitura de Blumenau virou hoje os bancos da Beira Rio.
- Os bancos estavam virados para a pista de rolamento e de costas para o rio.
- O pessoal chiou e os bancos foram mudados, como mostra matéria do Santa AQUI.
- Esse é o tipo da coisa que não precisava ter acontecido.
- Nossos esforçados ocupantes de cargos nas secretarias de Obras e Planejamento poderiam ter adotado bancos bifaciais, ou dupla face.
- Banco bifacial é aquele banco que você pode escolher que lado sentar. Tem dois lados, tipo assim uma Gillette.
- Quem quisesse ficar vendo o desbarrancamento da Margem Esquerda, pode ficar. Quem preferisse dar as costas praquele horror, também.
- Peguei na iternet imagens de bancos bifaciais em Balneário Camboriú, onde o sujeito pode escolher se quer olhar pro mar ou pro movimento das calçadas.
- Semana que vem vou fretar uma Kombi e levar o pessoal da prefeitura até lá.
- Talvez um pouco de cosmopolitismo abra seus horizontes.







