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  • O BIG de Balneário Camboriú abre até a meia-noite na temporada.
  • Moro perto, então vou lá sempre depois das 11 da noite, pra pegar menos fila.
  • Geralmente dá certo, mas tem seu preço.
  • Ontem, por exemplo, tinha acabado as Estelinhas quando cheguei (fui comprar pra minha mulher. Eu bebo outras cervejas).
  • Mas encontrei algo que não conhecia: a Estelona, uma Stella Artois gigante, de um litro.
  • Stella Artois é uma cerveja premium tipo lager, um pouco mais cara, mas a marca tem um problema: foi comprada por aquele pessoal da Ambev.
  • Acho que confundiram ela com a Skol Litrão.

Senhores, conheçam a Estelona, prima da Skol Litrão

  • A grande diferença entre a Blumenau dos dias normais e a Balneário Camboriú de final de ano é que, em Camboriú, existe engarrafamento com vista para o mar.
  • Se você andar de carro por Camboriú nesse final de ano, pegará também uma exclusividade local: engarrafamento de madrugada.
  • O negócio é entocar o carro numa garagem e circular a pé.

Em Camboriú alguns dos engarrafamentos oferecem privilegiada vista para o mar

1h12min da madrugada, dia 27/12/2011: peguei engarrafamento na Av. Atlântica

 

Num dia comum e com chuva, as calçadas ferviam com o movimento nos bares

  • Comprei o livro do Boni sem grandes expectativas.

    legenda

    Livreco do Boni: pra fazer média com a turma

  • O próprio autor diz que não faria grandes revelações.
  • Gosto de informações sobre a história da comunicação e da televisão no Brasil e achei que fosse uma boa leitura para as férias, com histórias inéditas interessantes de bastidores.
  • Mas o livro oferece menos que isso.
  • As histórias são quase todas conhecidas.
  • Boni passa o tempo todo puxando o saco de um monte de gente.
  • Todo mundo é amigo, todo mundo é bacana, aquela turma toda da Globo é tudo gente fina, elegante e sincera.
  • O Dr. Roberto foi quase um anjo, de tão puro, honesto, sincero e ético.
  • Walter Clark e outros notórios inimigos do Boni eram gente boa,. Ele os amava a todos.
EXTREMA DIREITA E COLLOR: O LIVRO DO BONI É MELHOR FORA DO QUE DENTRO
a
  • O livro do Boni é melhor fora do que dentro.
  • Isso acontece porque ele andou dando um monte de entrevistas por conta do lançamento.
  • Nessas entrevistas, talvez meio deslumbrado, Boni tem feito revelações interessantes, que não estão no livro meloso.
  • Uma delas diz respeito ao debate Collor X Lula, em 1989.
  • Boni não aborda o assunto no livro, mas nas entrevistas revelou que deu dicas de maquiagem e posicionamento para Collor vencer o Lula.
  • Boni também disse por aí que um dos incêndios na Globo foi criminoso, provocado por agentes paramilitares de extrema-direita.
  • Como a Globo tinha muitos simpatizantes da esquerda e pessoas com índole liberal, os militares provocaram o incêndio e geraram inquéritos que culpavam guerrilheiros comunistas, como forma de contra-propaganda e para enquadrar a emissora.
  • No livro, Boni só fala do incêndio para recordar o corre-corre das providências que teve que tomar, a solidariedade da turma toda e outros detalhezinhos de somenos importância.

JÔ SOARES E O RANCOR EM REDE NACIONAL

  • Vamos a outro exemplinho de como o Boni se comporta como autor de seu próprio livrinho:
  • Quando saiu da Globo, em 87, Jô Soares escreveu artigo no JB descendo a lenha no Boni, por tê-lo ameaçado e boicotado seus comerciais na emissora.
  • Chamou-o de rancoroso, prepotente e por aí vai. Encerrou com uma ofensivíssima frase de efeito: “Dizem que o Boni é um office boy de luxo. Mas nenhum boy de luxo é capaz de carregar tanto rancor no coração”.
  • Ao receber o Troféu Imprensa no mesmo ano, Jô Soares leu  texto ao vivo no SBT, para milhões de pessoas.
  • No livro, Boni não só ignora o episódio, como baba os ovos do Jô, dizendo que na saída do apresentador se sentiu traído, “gritei, ameacei, mas prevaleceu o carinho”.
  • Se Boni foi capaz de encarar dessa forma vaselinesca um fato tão amplamente conhecido, imagine as coisas que não ocultou  em relacão a outras pessoas e fatos menos divulgados.
  • Dedicando um capítulo do livro até mesmo para fazer resumos de suas novelas favoritas, ao melhor estilo Capricho, Boni conseguiu trasnformar seu livro num verdadeiro amontoado de abobrinhas inúteis, já que existem abobrinhas, aquelas das feiras, que têm alguma utilidade.

LIVRO DO BONI,
Boni
, Rede Globo

  • Santa Catarina todo o ano ganha o primeiro lugar num tal de “Melhor Destino Turístico do Brasil“.
  • Não consigo entender como.
  • Balneário Camboriú, por exemplo, tem coisas incompreensíveis.
  • Grande parte dos quiosques da beira da praia está fechada, por causa de uma licitação iniciada em outubro, vésperas da temporada.
  • Amadorismo pouco é bobagem.
  • Mas não é só isso: esses quiosques são minúsculos, acanhados, não podem dispor de banquinhos ou mesinhas, não podem atender na praia e estão virados de costas para o mar.
  • Mas há uma boa Notícia em BC: depois de 3.600 anos, a praia ganhou chuveirinhos públicos para as pessoas tirarem a areia.
  • Mais de 200 mil praias no Rio e no Nordeste já têm isso há mais de 1 bilhão de anos, mas para o Melhor Destino Turístico do Brasil, essa é a grande novidade.
  • Se nós somos o” Melhor Destino Turístico do Brasil”, o resto nem deve ser resto. Deve ser restolho.

Quiosque fechado em Camboriú: amadorismo pouco é bobagem

Chuveirinho público em Camboriú: novidade com mais de 1 bilhão de anos de atraso

a
  • Persevere.
  • Siga em frente.
  • Não desista nunca.
  • Seja forte.
  • Persevere.
  • Não dê ouvido aos derrotistas, aos que entregam os pontos logo de saída.
  • Faça o que seu coração manda.
  • Siga seus instintos.
  • Desafios são feitos para serem vencidos.
  • Seja forte e você os superará.
  • Não deixe que obstáculos impeçam suas conquistas.
  • Persevere.
  • A incompreensão, o desdém, o calor, o trânsito, a falta de vagas no estacionamento, as filas monstruosas; nada – absolutamente nada – pode impedir você de comprar cerveja nesse verão.
  • Persevere.
  • Já que estou em Balneário Camboriú, resolvi dar minha contribuição cidadã para a prefeitura de Blumenau.
  • Fotografei um banco que fica na Avenida Atlântica.
  • O banco não fica virado nem pra rua, nem pro mar.
  • Fica virado pros dois lados ao mesmo tempo de uma só vez.
  • Os próximos bancos que a prefeitura colocar na Beira Rio podem ser assim, em vez de repetir a polêmica dos bancos de um lado só, que tem gente que quer que seja virado pra um lado, enquanto que outras gentes querem que sejam virados pra outro lado.

Dramas, tragédias, incompreensão, intolerância. A dura vida do Assessor de Imprensa, esse anônimo herói épico e injustiçado. Com sua pureza d’alma, presa fácil dos jornalistas inescrupulosos

Ohio, Estados Unidos – Assessor de Imprensa de companhia aérea cai de avião em pleno vôo de uma linha inaugural. Só dão pela falta dele três meses depois. E mesmo assim só porque o dono da plantação de beterrabas onde o corpo foi encontrado resolve processar a empresa por perdas e danos. A bordo, jornalistas convidados são suspeitos naturais de terem empurrado o pobrezinho.

Nice, França  -  Assessor de Imprensa do zoológico municipal é devorado vivo depois de cair misteriosamente dentro da caverna dos ursos. Momentos antes ele recepcionara um grupo de jornalistas que foram conhecer as reformas do local. Uma vendedora de flores disse ter visto algumas pessoas – provavelmente os jornalistas – pulando e dançando como se estivessem comemorando. Ela foi atraída pelo som de gargalhadas.

Manchester, Inglaterra – Assessor de Imprensa de uma grande metalúrgica desaparece quando acompanha jornalistas que visitam a­ nova fundição. Foi o terceiro assessor da mesma empresa a desaparecer sem deixar vestígios justamente durante visitas da imprensa a fábrica.

Os três casos acima relatam a maneira cruel, desumana e aviltante com que são tratados os Assessores de Imprensa em todo o mundo. No primeiro caso, todos os jornalistas a bordo do vôo inaugural foram ouvidos. Todos – repito-, todos negaram saber da existência do Assessor de Imprensa. “Não lembro dele. Nunca prestamos atenção desse tipo de gente”, disse um colunista. A maioria dos jornalistas interrogados carregava uma canetinha e um bloquinho com a logomarca da companhia aérea. Era tarefa do Assessor de Imprensa distribuí-las. “Não sei como é que isso veio parar na minha bolsa”, esquivou-se uma repórter. O proprietário da plantação de beterrabas não pareceu muito preocupado com o destino do indigitado Assessor de Imprensa. “O sujeito caiu bem em cima da minha cerca eletrificada. Sabe quanto custa consertar uma cerca eletrificada? Seu depoimento ajudou pouco. Ou melhor: não ajudou em nada. “Acho que ele que estava vivo quando caiu, mas foi atropelado pelas vacas que passaram pela cerca para comer as beterrabas. Espero fazer logo um acordo com a empresa”.

O segundo caso é ainda mais lamentável. Câmeras do circuito interno do zoológico mostram closes do rosto desesperado do Assessor de Imprensa agarrado na beirada da toca dos ursos. Alguns sapatos são vistos amassando seus dedos, forçando sua queda.  Pelo menos dois eram de salto alto, o que nos leva a imaginar o quão lancinantes foram as dores infligidas à vítima. Os rostos dos assassinos não aparecem. Eis um trecho do depoimento da florista: “Não tenho certeza, mas acho que entre as pessoas que fugiram após a queda estava alguém portando uma máquina fotográfica. Não posso afirmar isso com extrema convicção”. Isso poderia indicar a presença de um fotógrafo de jornal, mas a versão nunca foi confirmada. E o caso, mais uma vez, foi arquivado.

O terceiro caso chega a causar arrepios e mostra até que ponto chega a discriminação e a safadeza desumana contra os Assessores de Imprensa. Ele nos dá a idéia das atrocidades cometidas diariamente contra  esses briosos profissionais em todo o mundo, que encontram o fim até mesmo sendo derretidos em fornos siderúrgicos. A polícia classificou o caso como “acidente de trabalho” resultante de “presumível inaptidão facilmente encontrável em profissionais vinculados ao sub-jornalismo”.

E o que é pior: em nenhum dos casos sequer uma linha dos releases foi publicada, nem mesmo como homenagem póstuma. Isso só comprova a sordidez, o sarcasmo e a forma aviltante a que os Assessores de Imprensa são submetidos em seu cotidiano de lutas e batalhas por um mundo melhor, mais justo e fraterno. Custava publicar os releases in memoriam? Os exemplos acima são apenas uns poucos entre milhares.

No deserto de Atacamo, Novo México, um míssil supostamente fora de controle acertou bem no meio dos olhos do assessor de imprensa militar. Fontes disseram que ele havia se recusado a lustrar as botas de alguns cabos e sargentos semanas antes, o que teria sido tomado como grave ato de insubordinação. Em Otawa, Canadá, um Assessor de Imprensa da Polícia Montada foi encontrado morto na cavalariça. Provável causa mortis: envenenamento. Uma testemunha chegou a dizer que havia visto o Assessor de Imprensa sendo forçado a ingerir alfafa contaminada depois de se recusar a limpar o cocô do cavalo do comandante. Finalmente em Bonn, Alemanha, um Assessor de Imprensa foi encontrado morto nos trilhos da ferrovia em que trabalhava. A polícia  classificou o caso como “lamentável acidente, que obstruiu o livre fluir das composições ferroviárias e atrasou em mais de 15 minutos o nosso horário do almoço”. O laudo, no entanto, esqueceu de mencionar que o “lamentável acidente” aconteceu justamente no dia em que um grupo de jornalistas visitava a ferrovia. Horas antes, vários deles insultaram o Assessor de Imprensa no vagão-restaurante. Exigiam vinho francês e queriam forçar a distribuição antecipada de brindes como canetas, blocos de anotação, bonés e camisetas. As investigações deixaram no ar várias perguntas sem resposta: Por que as mãos do Assessor de Imprensa estavam amarradas nas costas? Por que alguns releases — todos caprichados e muito bem escritos, por sinal — foram amassados e enfiados em sua boca? Alguém queria evitar que ele gritasse? Ou a intenção era fazê-lo sufocar? “Acho que ele foi obrigado engolir as próprias palavras”, gargalhou o chefe de polícia local.

A história da Assessoria de Imprensa

A discriminação contra os assessores de imprensa tem origens históricas. Pesquisas revelam que a Assessoria de Imprensa é a segunda profissão mais antiga do mundo. A primeira todo mundo sabe qual é. Aquelas inscrições rupestres encontradas em cavernas são, na verdade, press releases produzidos pelos primeiros Assessores de Imprensa. Na época eles já eram duramente castigados quando os releases não eram publicados. Em algumas pirâmides egípcias é possível ver claramente assessores de imprensa ajoelhados e sendo degolados enquanto pediam clemência e tentavam explicar que ainda não existiam veículos de comunicação para a divulgação das noticias.

O primeiro assessor de imprensa da era moderna trabalhava para o fundador de uma igreja na antiga Galiléia, hoje Oriente Médio.  O patrão vivia dizendo que tinha a missão de propagar a palavra do próprio pai sobre a terra. “Foi pra isso que contratei você, Judas. Preciso aparecer. Preciso ocupar os espaços. Preciso ganhar a opinião publica, entende? Na semana que vem, vou dar uma ceia aqui em casa pro pessoal. Quero que isso saia em todas as colunas dos jornais.” O Assessor de Imprensa tentou argumentar. “Mestre, acho que a superexposição na mídia nesse momento é arriscada. Essa pode ser a última ceia”. Não foi ouvido. “Cala a boca. Meus quatro publishers, Mateus, Marcos, Lucas e João disseram o contrário, ouviu? E todos têm MBA. Quem és tu para afrontá-los? Anota aí os dados da porra da ceia”. Judas cumpriu a missão. Divulgou a ceia de forma exemplar. Um recorde em centimetragem. Todos sabem o que aconteceu depois.

Prohmass – Um marco Na incansável Luta pela Libertação do Assessor de Imprensa

A selvageria praticada contra essa laboriosa classe em todo o mundo despertou a reação de um corajoso grupo de Assessores de Imprensa. Foi criado o Prohmass — Programa de Humanização do Assessor de Imprensa. Seus autores permanecem no anonimato, temendo represálias de editores, sub-editores, pauteiros e até simples repórteres e estagiários imberbes que dedicam aos Assessores de Imprensa uma perseguição implacável e sem tréguas. O Prohmass veio para romper grilhões e libertar os Assessores de Imprensa do jugo impiedoso do chamado “Olimpo do Terror”, habitado pelos temíveis e ferozes “Senhores da Vida e da Morte dos releases e press-kits”.

O que é o Prohmass – Missão

I) apurar, documentar e denunciar todos os atos de violência e discriminação praticados por jornalistas contra os Assessores de Imprensa, dentro e fora das redações.

II) resgatar a auto-estima dos Assessores de Imprensa através da campanha Assessoria de Imprensa: agüente firme. Não há mal que sempre dure. Um dia você arruma outro emprego.

III) mostrar aos jornalistas que a Assessoria de Imprensa não acontece só com os outros. Para isso foi criada a campanha Assessoria de Imprensa. Lembre-se: isso um dia pode acontecer com você também.

VI) sensibilizar os jornalistas utilizando os princípios de fraternidade e solidariedade da fé cristã com o slogan: Trate bem o Assessor de Imprensa. Ele também é filho de Deus.

V) criar o Procass — Programa de Capacitação e Reciclagem do Assessor de Imprensa visando recolocá-lo no mercado aproveitando seus dotes de datilógrafo, telefonista e operador de fax.

Princípios de Gerais Libertação – Projeto de Lei

Conheça os principais tópicos do Projeto de Lei que o Prohmass

Projeto de Lei que está sendo submetido ao Congresso Nacional visando coibir os abusos dos jornalistas contra os Assessores de Imprensa. Por enquanto está difícil encontrar um deputado disposto a abraçar a causa. Todos eles têm medo dos jornalistas. Estamos recolhendo assinaturas de populares e depois vamos apelar para a votação secreta.

1 . Fica vedado aos jornalistas a prática de atos de humilhação e vilipêndio contra a honra dos Assessores de Imprensa, tais como:

a)      queimar, amassar ou rasgar releases na frente do Assessor de Imprensa que o redigiu depois de chamar o resto da redação pra testemunhar;

b)      do mesmo modo, fica proibido fazer com que o Assessor de Imprensa engula o release na frente dos colegas;

c)      arremessar releases em cestos de lixo a longa distancia acarretará processo também por parte da Confederação Brasileira de Basquete;

d)     a utilização de releases como substitutos do papel higiênico passa a ser considerado crime de lesa-propriedade.

e)    a utilização de releases para fazer fogo na churrasqueira acarretará ação civil pública por agressão ao meio-ambiente.

2. Os jornalistas ficam proibidos de exigir do Assessor de Imprensa contrapartidas para a publicação de releases, tais como:

a) passar flanela no carro do jornalista

b) passar lava-jato na calçada da casa do jornalista

c) dar banho no cachorro do jornalista

d) eliminar formigas e cupins no sítio do jornalista

e) levar a sogra do jornalista ao ortopedista

f) comprar viagra para o avô do jornalista

g) obrigar o Assessor de Imprensa a se deitar sobre poças de água para que o jornalista não molhe os sapatos

h) molestar sexualmente o Assessore de Imprensa valendo-se da ameaça de não publicação de releases

3. fica temporariamente vedado aos jornalistas:

a) empurrar o Assessor de Imprensa no poço do elevador;

b) levar o Assessor de Imprensa para a sacada da redação e derrubá-lo de lá de cima;

c) colocar fogo nas vestes de Assessores de Imprensa sem-teto que adormecem em pontos de ônibus urbanos, bancos de praças ou mictórios públicos;

d) atropelar propositadamente o Assessor de Imprensa no pátio do jornal, calçadas, ruas e demais logradouros por onde ele costuma transitar a pé;

e) afundar a cabeça do Assessor de Imprensa na privada, dando sucessivas descargas sob a torpe alegação de que é preciso “refrescar as idéias”;

f) enfiar os dedos do Assessor de Imprensa na tomada para verificação de voltagem da corrente elétrica;

  • Moro numa transversal da Estanislau Schaette.
  • Para sair de casa pela manhã, com o trânsito engarrafado, dependo da gentileza de outros motoristas.
  • Em poucos segundos alguém me dá a vez.
  • Isso me deixa feliz.
  • Mas tem uma coisa que me deixa ainda mais feliz: é quando eu tenho a oportunidade de fazer a mesma gentileza para outra pessoa, sendo ao dar a vez para um carro, seja parando antes da faixa para um pedestre cruzar.
  • Fico feliz quando me agradecem com o polegar, quando acenam com a cabeça ou dão um leve toque na buzina.
  • Quando vou nos mercadinhos ou na padaria do bairro, levo moedas e me antecipo ao comerciante, facilitando o troco.
  • Se vou ao Shopping e vem alguém logo atrás de mim, gosto de abrir a porta e dar passagem para as outras pessoas antes de entrar. Recebo sorrisos e muito obrigados.
  • Me sinto bem praticando pequenas gentilezas ao longo do dia.

Ser gentil faz bem

  • Estamos indo para as férias, onde acabam acontecendo muitas situações de stress.
  • A começar pelo trânsito.
  • Mais do que desejar boas férias a você, desejo que você aproveite todas as chances de praticar gentilezas.
  • Pratique gentileza na fila de carros no trânsito da cidade, nas BRs, nas filas dos caixas de bancos e supermercados, no balcão da padaria.
  • Seja compreensivo.
  • Seja paciente.
  • Muitas pessoas nos atrapalham mesmo sem querer. Procure compreender.
  • Toda a gentileza que você distribuir, voltará pra você.
  • Eu garanto.
  • Boas férias.
OBS: esse post me fez lembrar de um certo dia no BIG de Balneário Camboriú, anos atrás. Fila monstruosa nos caixas. Véspera de Natal. No serviço de alto-falante estava o Valdir, radialista que conheci quando ele ainda trabahava em Blumenau. Lá pelas tantas, Valdir veio com essa:
a
- Caro cliente, estamos no Natal. Aproveite a fila do BIG para fazer novos amigos. Sorria para as pessoas que estão a seu lado.
a
Claro, ouviu-se uma gargalhada geral enquanto todos se olhavam.  A fila ficou mais suportável.
  • A prefeitura de Blumenau virou hoje os bancos da Beira Rio.
  • Os bancos estavam virados para a pista de rolamento e de costas para o rio.
  • O pessoal chiou e os bancos foram mudados, como mostra matéria do Santa AQUI.
  • Esse é o tipo da coisa que não precisava ter acontecido.
  • Nossos esforçados ocupantes de cargos nas secretarias de Obras e Planejamento poderiam ter adotado bancos bifaciais, ou dupla face.
  • Banco bifacial é aquele banco que você pode escolher que lado sentar. Tem dois lados, tipo assim uma Gillette.
  • Quem quisesse ficar vendo o desbarrancamento da Margem Esquerda, pode ficar. Quem preferisse dar as costas praquele horror, também.
  • Peguei na iternet imagens de bancos bifaciais em Balneário Camboriú, onde o sujeito pode escolher se quer olhar pro mar ou pro movimento das calçadas.
  • Semana que vem vou fretar uma Kombi e levar o pessoal da prefeitura até lá.
  • Talvez um pouco de cosmopolitismo abra seus horizontes.

Só achei essa foto, mas dá pra ver que os bancos oferecem assento dos dois lados, tipo assim uma Gillette. São bancos bifaciais que o pessoal de Blumenau desconhece

 

IMAGEM DE INTERNET

Avançado sistema de irrigação escolar transformará Blumenau no maior polo produtor de alface hidropônica do Mercosul. (Imagem de Internet)

  • Aconteceu de novo.
  • Mais uma noite de chuva, mais uma escola de Blumenau afetada com goteiras em sala de aula, inviabilizando a entrada dos alunos pela manhã.
  • Em Blumenau chove dentro de um montão de escolas.
  • Mas talvez isso não seja tão ruim.
  • Tudo é questão de adaptabilidade.
  • As escolas geralmente têm uma pequena horta, onde alunos fazem experiências com plantinhas.
  • Pois bem.
  • As goteiras nas escolas podem dar a chance de Blumenau ser líder plantação de alface hidropônica.
  • Alface hidropônica é uma alface cultivada exclusivamente na água.
  • A coisa toda é muito simples: espalhamos vasilhames com água e broto de alface dentro das salas de aula e deixamos a chuva fazer o resto.
  • Nosso avançado sistema de irrigação escolar transformará Blumenau no maior polo produtor de alface hidropônica do Mercosul.
  • Mais um exemplo para o Brasil.
  • A sensação literária do momento é o livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr, que alguns chamam de ex-jornalista.
  • Amaury é aquele sujeito que se envolveu num escândalo durante a campanha de 2010, quando foi preso pela PF acusado de invadir contas da família do Serra.
  • Há um dado curioso sobre o autor: ele trabalhou em Blumenau.
  • Conheci o Amaury pessoalmente. Ele  trabalhou no Jornal de Santa Catarina, por volta de 1988.
  • Os amigos o chamavam de Pantaneiro. Nunca soube a origem do apelido, mas dei a ele um sub-apelido: Pantanoso.
  • Pantaneiro era um sujeito meio desleixado. Na época caras como ele eram chamados de porra-louca.
  • Parecia ser boa gente.
  • Não conheci Pantaneiro muito bem. Ele chegou a Blumenau num momento particularmente confuso da história do Jornal de Santa Catarina, que havia sido comprado por empresários ligados ao governador Pedro Ivo Campos.
  • Pedro Ivo morreu logo após a transação de venda do jornal, que ficou meio sem pai nem mãe por uns dois ou três anos, até ser encampado por um grupo de empresários de Blumenau que mais tarde o venderia para a RBS.
  • Pantaneiro surgiu junto com uma leva de jornalistas importados de Florianópolis.
  • Nunca gostei muito deles. Alguns nos tratavam como verdadeiros imbecis semi-analfabetos, colonos interiorinos ignorantes.
  • Não que formássemos uma equipe altamente competente e qualificada, mas aquela turminha de Florianópolis que se achava também não era grandes merdas…
  •  Se fossem bons, tinham ficado lá.
  • Enfim…
  • A imprensa convencional  está ignorando o livro, que atinge em cheio a reputação de Serra, FHC e toda a cúpula do PSDB.
  • Zé Dirceu está felicíssimo, deu destaque para a obra em seu blog.
  • Pelo que pude conhecer do Pantaneiro, tenho lá minhas dúvidas se ele teria capacidade para escrever um livro tão demolidor e com tantas informações que aparentam ter.
  • No escândalo em que esteve envolvido, na campanha de 2010, apareceram outros nomes do PT.
  • Isso me leva a formar uma teoria: a obra deve ser fruto de um esforço de propaganda e contra-informação da turma do PT.
  • Talvez seja uma obra coletiva, com o Pantaneiro servindo de testa-de-ferro.
  • O episódio das privatizações de FHC e suas quase-denúncias-no-limite-da-irresponsabilidade é uma página obscura da história política brasileira, em que grandes grupos de mídia se envolveram em negociações através de consórcios para abocanhar fatias de mercado.
  • Ficou célebre o choque frontal do Grupo RBS com as Organizações Globo por conta de um consórcio de teles, que quase dinamitou a longeva e profícua parceria.
  • A privatização foi boa para o pais, mas FHC e sua turma com certeza têm muita coisa a esconder dos bastidores nebulosos que cercaram todo o processo.
  • Acredito que a arapongagem do PT tenha obtido boas informações e documentos interessantes nas bisbilhotagens que fizeram.
  • Por isso, apesar de sua origem viciada, com certeza o livro deve conter algumas verdades importantes.
  • Lê-lo-ei assim que puder, com muito gosto.

P.S.: Nos comentários, o jornalista Giovani Ramos cita um fato que eu simplesmente tinha esquecido e que vale a pena acrescentar nesse maravilhoso e fecundo emaranhado de interesses:

Amaury Ribeiro Junior trabalhou por quatro anos para o Estado de Minas, jornal “aecista”, antes de ser pego no escândalo da invasão das contas de Serra.

Lembramos que no final de 2009, Estadão e Estado de Minas entraram em choque por causa da disputa para o posto de presidenciável tucano.

O livro, publicado agora, é motivo de festa para o PT. Mas a pesqusia que gerou a obra é oriunda de dentro do ninho tucano. Um ninho com pão de queijo….

PRIVATARIA TUCANA
PRIVATARIA TUCANA privataria tucana
Amaury

Quem lê o noticiário político precisa estar atento a dois neologismos:  PIG e Petralhas. Abaixo, tento explicar didaticamente, de forma bem didática, o que significam:

  1. O que é PIG?
    PIG é um acrônimo de Partido da Imprensa Golpista. É uma denominação jocosa criada pelo pessoal do PT e esquerdas em geral para denominar a chamada grande imprensa, ou seja, os veículos tradicionais de comunicação, como Veja, Abril, Globo, Estadão, Folha e por aí vai
  2. O que é acrônimo?
    Procure no dicionário.
  3. O que são Petralhas?
    Petralhas é a denominação dada a militantes ou simpatizantes do PT e da esquerda em geral que atacam visceralmente as opiniões e notícias veiculadas pela imprensa tradicional, principalmente quando há críticas ao PT e a turma dele. É um neologismo que une Petistas como Irmãos Metralhas.
  4. O PIG existe mesmo?
    Sim, mas em termos. Nem tudo o que a imprensa tradicional diz contra o PT e as esquerdas é verdade, mas nem tudo é mentira. A Veja, por exemplo, exagera na dose. Se, por um lado, traz reportagens e denúncias importantes e bem fundamentadas, por outro de vez em quando viaja na maionese e acaba gerando matérias grotescas, em pé nem cabeça, contra o PT. Zé Dirceu, que de inocente não tem nada, volta e meia é vitima dessas elucubrações.
    Miriam Leitão, por exemplo, é um exemplo típico do PIG, de tanto que bate no governo, muitas vezes sem razão. Aquela chata da Lúcia Hipólito, por exemplo, é outra. São exemplos de jornalismo tucano, de gente que lambe o chão por onde pisam os políticos do PSDB.
  5. Os petralhas existem mesmo?
    Sim, e são especialistas em ocupar os espaços para comentários nos blogs e sites de grandes jornais ou articulistas, onde xingam quem fala mal do PT. Por exemplo: embora todo mundo concorde que o Carlos Lupi era um safado mentiroso, a petralhada enchia os sites de comentários com teorias afirmando o contrário e acusando o PIG de estar por trás das denúncias. Para os petralhas, Orlando Silva é um santo homem, que nada sabia da corrupção no ministério dele. Aliás, para muitos petralhas nem sequer corrupção houve.
    Petralhas adoram dizer que os ministros da Dilma acusados de corrupção não precisam provar inocência, pois cabe a quem acusa provar a culpa. Eles dizem isso porque se recusam a aceitar as denúncias. Para eles, toda a denúncia contra as esquerdas é uma trama maligna, do capitalismo internacional e da grande burguesia malvadona contra seus anjinhos.
  6. Quem está certo? O PIG ou os petralhas?
    Depende. O PIG não erra sempre, mas força a mão de vez em quando. A petralhada raivosa tem lá suas doses de razão de quando em vez, mas não passam de um bando de pentelhões chatos, muitas vezes uns pobres coitados iludidos, outras vezes oportunistas treinados para defender o partido e seus emprego.
  7. Como devo me posicionar?
    Tanto o PIG quanto os petralhas tentam puxar a brasa para as respectivas sardinhas. Compete a você e eu, que estamos no meio desse tiroteio, checar coisas aqui e ali, fuçar e pesquisar para formar uma opinião própria. Nada nos impede de identificar uma ação do PIG num dia e logo em seguida verificar que a petralhada está destilando seu ódio e veneno contra a liberdade de imprensa.

Enfim: na política, muitas vezes, nada é o que parece ser que não é.

Mas quase sempre é divertido.


petralhas, PIG, PHC, IMPRENSA GOLPISTA

  • Vivo dizendo que eleição direta em universidade é perda de tempo, só serve para politicagens internas e trava qualquer projeto de Estado na educação.
  • Dito e feito.
  • A nova reitora da USFC não quer nem saber da Furb e vai atravancar as coisas do jeito que quiser, em completa insubordinação ao Governo Federal ou ao MEC.
  • Essa esculhambação não é novidade.
  • Universidades brasileiras são assim mesmo.
  • São feudos políticos e intelectuais que se fecham em si mesmas e dane-se o resto da humanidade.
  • O que fala mais alto são as veleidades pessoais, os conchavos políticos internos, as vantagens pecuniárias, as ricas aposentadorias especiais e o umbiguinho da turminha que manda no pedaço.
  • Com essas eleições perniciosas nas instituições de ensino públicas, a “gente temo perdido”.FURB, UFSC, POLITICA 
  • Miriam Leitão odeia o PT.
  • Miriam Leitão é viúva do FHC, amiguinha do PSDB, saudosista dos presidentes do Banco Central que a tratavam a pão de ló.
  • Miriam Leitão odeia tanto o PT e seus governos que ganhou o apelido de urubóloga.
  • Tudo no governo do PT para a Miriam tem um porém. Nada é bom. Sempre falta alguma coisa.
  • A urubulogia de Miriam às vezes beira as raias do absurdo.
  • Separei o comentário abaixo pra mostrar um exemplo da urubulização extremada da Miriam.
  • A coluna dela recebeu o sugestivo título de “Desigualdade pode ser pior do que Censo 2010 divulgou”.
  • Pra tentar convencer a si mesma e a todos nós que a situação no Brasil está piorando, ela diz que “… essa desigualdade pode ser ainda maior. Há muita subdeclaração de renda nas camadas mais altas. Quem ganha muito esconde uma parte”.
  • Ou seja: o IBGE diz que a desiguldade diminuiu, mas a urubóloga descobre um jeito de dizer que não, alertando que os mais ricos podem estar sonegando impostos, o que aumentaria o fosso social.
  • Com coisas desse tipo, Miriam Leitão todos os dias tenta sepultar a própria reputação. A sorte dela é que ninguém presta muita atenção.

MIRIAM LEITÃO, URUBÓLOGA

Visita do excelentíssimo senhor prefeito de Blumenau ao meu modestíssimo escritório. Não me deu nenhum presentinho

Percevejos no bolso

Recebi nesta sexta-feira, 02/12, a visita do excelentíssimo senhor prefeito municipal em meu modestíssimo escritório. A referida autoridade fez-se acompanhar de seu eminente secretário de Comunicação, o André Silveira. Fiz a foto acima para a posteridade.

Se eu ganhei alguma coisa com a visita? Nada. Absolutamente nada. Foi só uma cortesia. Dessa maneira, João Paulo Kleinübing passa a integrar, ao lado do pão-duríssimo Vanderlei de Oliveira, a seleta lista de políticos que me visitaram e que nunca me deram nada.

Depois levam pau na coluna e não sabem por quê.

Liberados R$ 3 bilhões para Blumenau

Político adora dizer que liberou dinheiro para Blumenau. Por exemplo: a turma do PT vive dizendo que o Governo Federal liberou R$ 60 milhões para Blumenau por causa das enchentes de 2008. Já a turma da prefeitura diz que só chegaram R$ 6 milhões, mas tudo bem, o importante é que “foi liberado”.

O Rufinus anda espalhando que tem R$ 170 milhões liberados para investimentos em habitação. E o Décio agora está dizendo que quer liberar pelo menos R$ 500 milhões para a Furb. É tanto dinheiro liberado e essa turma fala de milhões com tanta tranquilidade que eu também resolvi liberar dinheiro para Blumenau.

Estou liberando R$ 3 bilhões para a cidade. Já decidi até mesmo onde serão aplicados:

  1. R$ 700 milhões pra Furb. Junto com os R$ 300 milhões do Décio, vai dar R$ 1 bilhão. Acho que tá bom.
  2. R$ 200 milhões em habitação pra pobralhada.
  3. R$ 100 milhões pra ressuscitar o BEC.
  4. R$ 300 milhões pra saúde. O dinheiro será todo investido na compra de champagne francesa de primeira. Assim a gente faz tin-tin e brinda falando “saúde“. Gostaram?
  5. R$ 100 milhões em cursos de capacitação de vereadores e secretários municipais para aprenderem a pronunciar frases conexas, item de fundamental importância para que possamos entender o que eles falam nas entrevistas.
  6. R$ 200 milhões pra virar o trevo da Mafisa pro lado certo.
  7. R$ 500 milhões pra fazer um viaduto gigante que passe por cima de Gaspar.
  8. R$ 400 milhões pra sextuplicar a BR-470. Sim, sextuplicar. A gente usa duas pistas de cada lado e deixa as do meio pra servir como aeroporto, pra contentar todo mundo na cidade.
  9. R$ 300 milhões para subsidiar o preço do chope na Oktoberfest e fazer mais 8 festivais da cerveja por ano.
  10. R$ 200 milhões pra construir uma nova Câmara de Vereadores, dos quais R$ 50 milhões reservados pra compra de um terreno na Praia do Rincão e outros R$ 60 milhões pra construir um resort só pra eles. Por que a praia do Rincão? Por que o hotel? Pra manter os vereadores o mais longe de Blumenau pelo maior tempo possível.

Como dizem os nossos políticos, a liberação desses recursos já está aprovada, estou providenciando os últimos documentos para que sejam empenhados o mais breve possível, sendo que os projetos executivos já estão em andamento.

É só aguardar.

Belo discurso, boa oratória

Vadinho, o novo presidente do Metropolitano, mostrou-se bom de oratória no discurso que fez na Câmara. O homem transpira entusiasmo e domina as técnicas de comunicação motivacional. Já é um começo.

Receio
Costumo  ver os comentários do Peninha na RIC Record, principalmente quando o Alexandre José não fica intizicando com  ele e o deixa falar. Peninha disse que um dos principais reforços do Metropolitano tem 31 anos, não deu certo no Brusque e não se firmou no JEC, de onde saiu envolvido em confusão.

Diante dessa constatação a minha contribuição ao Metropolitano vai ser a seguinte:  vou mandar rezar uma missa pedindo para que o sujeito se acerte em Blumenau e não repita os fiascos anteriores.

JOÃO PAULO KLEINUBING, JOÃO PAULO KLEINUBING, JPK, BLUMENAU

  • Ratinho deu uma entrevista ao programa Agora é Tarde da Band e mostrou uma de suas primeiras entrevistas, em 1989.
  • Era uma entrevista com o Inri Cristo em Curitiba.
  • Ratinho disse que foi o primeiro jornalista a entrevistar o Inri, que até então “nunca tinha dado entrevistas pra ninguém”.
  • Não foi bem assim.
  • Inri já havia dado diversas entrevistas em Blumenau bem antes disso.
  • Eu mesmo o entrevistei em 1983, no Jornal de Santa Catarina, quando era editor de Policia.
  • A entrevista foi surrealista: dentro da Kombi do Inri, dirigida por uma de suas discípulas.
  • Era um sábado à tarde e me colocaram pra entrevistar o Inri porque ele tinha sido preso uma semana antes em Curitiba, pela cafajestésima vez.
  • Naquela época o Inri se autodenominava Yuri de Nostradamos e adorava repetir a frase “A verdade é uma fera perigosa demais para andar solta“.
  • Com isso, tentava justificar suas constantes idas em cana, quase sempre acusado de charlatanismo.
  • Inri, ou Yuri, costumava visitar Blumenau, já que nasceu em Indaial, no Warnow.
  • Seu nome é Alvaro Thais. Mudou de vida quando teve uma visão de Jesus no Chile, quando recebeu a informação de que era o legítimo filho de Deus sobre a terra.
  • Ninguém acredita nas coisas que  Inri fala, mas ele poderia valer-se da proximidade do Ratinho para calar a boca dos incrédulos e blasfemos: bastaria pedir um exame de DNA para provar que é filho de Deus.

Inri em Blumenau, entrevista que fiz em 1983, em reprodução arquivada nos meus arquivos

INRI CRISTO

INRI CRISTO

 

INRI CRISTO E RATINHO

NOSTRADAMUS

 

AGORA É TARDE AGORA É TARDE

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