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- Tenho a solução pra crise na cultura de Blumenau.
- Minha inspiração veio da frase abaixo, escrita por artistas da cidade, que defendem:
“…. a socialização da arte em todos os seus níveis, catequizando o indivíduo e ajudando a formar cidadãos mais críticos e conscientes do papel fundamental da cultura para nossa vida”. (veja o original AQUI) - Bonito, né?
- Minha proposta é destituir todos os atuais ocupantes de cargos de conselheiros e diretores remunerados da área da cultura.
- No lugar deles, vamos colocar pedreiros, encanadores, manicures, pedicures e borracheiros.
- Gente do povo.
- Duas grandes vantagens do negócio:
- Colocando gente do povo na cultura, vamos estar catequizando o indivíduo e ajudando a formar cidadãos mais críticos e conscientes do papel fundamental da cultura para nossa vida.
- Gente do povo não conhece os artistas. A turma vai poder analisar os projetos e definir políticas culturais de forma absolutamente isenta e com total confiabilidade, visto que se transformarão em cidadãos mais críticos e conscientes do papel fundamental da cultura para nossa vida.
- Já tenho algumas indicações:
- Roberto Pedreiro, excelente pedreiro e eletricista, que mora lá perto de casa. Grande pescador, tem uma lagoa cheia de carpas.
- Zéio, pintor. Também é excelente assador de costela.
- Osny Encanador, conserta vazamentos como ninguém.
- Dadas as péssimas condições físicas das instalações de nossa cultura, onde são notórios os desabamentos de tetos, infiltrações e goteiras, um time de conselheiros desse naipe seria de dupla utilidade.
- A revista Veja trouxe matéria sobre cervejas de inverno, com a opinião de especialistas sobre as melhores.
- Três das marcas selecionadas são de Blumenau.
- A Bierland Bock é citada entre as melhores da categoria Bock, cervejas fortes de coloração avermelhada.
- A Eisenbahn aparece em duas categorias.
- Na categoria Strong Golden Ale, a Eisenbahn Strong Gloden Ale é a única brasileira citada, ao lado da americana Brooklyn Local 1 e da belga Piraat.
- Na categoria Weizenbock, cerveja escura de trigo, a Eisenbahn Weizenbock é destacada ao lado das alemãs Erdinger Pikantus e Schneider Weisse Aventinus.
- Temos a vantagem de encontrá-las com facilidade por aqui.
- Aproveitemos.
- É melhor ser temido ou ser amado?
- Para a maioria das pessoas, a célebre questão levantada por Maquiavel tem uma só resposta: é melhor ser temido.
- Mas não é bem assim.
- No livro, Maquiavel apresenta a questão de forma direta: afinal, é melhor ser temido ou ser amado?
- E ele mesmo responde: é melhor ser os dois. Se não conseguir, então é melhor ser temido.
- Perceba que Maquiavel diz que é melhor ser as duas coisas ao mesmo tempo: temido e amado.
- Portanto, temos a seguinte ordem de prioridades sobre o que é melhor:
- Ser temido e amado ao mesmo tempo.
- Ser temido.
- Ser amado.
- Ou seja, ser temido é a segunda melhor opção.
- Ser apenas temido significa que você não conseguiu a melhor opção.
- Portanto, você deve infundir o temor e o amor sempre que puder. Um não exclui o outro.
Pancadão cultural
Aconteceu de novo. Mais um arranca-rabo vergonhosamente lastimável entre os artistas coitadinhos e chorões e Dona Marlene, a Malvada. Esse é o tipo de assunto que não dá pra escolher o lado. Dona Marlene não cansa de surpreender com sua gigantesca inaptidão para o cargo. Já os artistas famélicos aproveitam para atirar tijolos uns contra os outros. No meio disso tudo estão as migalhas que formam os recursos para a cultura.
Diante de todo esse rebuliço, proponho-me a agir como mediador. E já tenho uma solução: transferir os recursos da Cultura para a Assistência Social, com a criação do Vale-Sopa para os artistas. Assim garantimos que nenhum deles morra de fome e acabamos com essa brigalhada toda.
Barraco
Nesta semana soubemos que Dona Marlene prestou queixa na polícia contra uma conselheira da Cultura, por se sentir ofendida com uma crítica. Bem coisa de vizinho barraqueiro de periferia. Quanto mais se explica a respeito, mais fundo a pobrezinha se enterra.
Forte de novo
O desastre da Cultura é de responsabilidade do nosso estimadíssimo prefeito municipal e da trupe do PMDB, que bancam Dona Marlene, a Malvada. Devem estar felizes com a escolha. Marlene deverá ficar até o fim do governo, já que dificilmente conseguirá deixar a imagem do setor cultural pior do que está.
Desarticulados
Perdi a conta de quantos artistas renunciaram ao Conselho Municipal de Cultura. Alguns deles agora choram as pitangas e descem o porrete na Dona Marlene nas redes sociais, em textos pungentes e/ou pretensamente beletristas. Deveriam ter ficado nos cargos. Poderiam traçar estratégias e teriam autoridade para falar.
Na qualidade de ex-conselheiros, passam a imagem de ressentidos, tornam-se desimportantes e caem na vala comum dos choramingos do resto da turma. Agindo desse jeito, não vão a lugar nenhum, assim como a nossa cultura.
Novo critério
Pra acabar com a briga entre a artistalhada e a Dona Marlene por causa de verbas, vou propor um novo critério de seleção de trabalhos. Juntamos os artistas no meio da rua 7. Pedimos pro João Paulo passar por cima deles com um daqueles carros do Arrancadão. Depois que forem devidamente atropelados, os 10 primeiros que conseguirem se arrastar até o meio-fio ganham as verbinhas. Quem morrer ganha auxílio funeral.
Troço esquisito
Blumenau deve ser a capital do Arrancadão do Mercosul. Ainda não sei pra que serve o troço, mas se tem gente que gosta, deve ser bacana. Tão bacana que a próxima edição deveria ser na Beira-Rio, bem na frente da prefeitura, debaixo da janela do João Paulo.
Tenho certeza de que ele ia adorar o suave perfume exalado pelos escapamentos, apreciando também a deliciosa melodia emanada dos motores envenenados.
Até tu, Jovino?
Sempre gostei da sobriedade do Jovino, mas agora ele veio com uma ideia inócua. Quer liberar os corredores de ônibus para os carros de madrugada e finais de semana. Isso não adianta nada, só gera confusão. Nessas horários, sobra espaço nas ruas.
Se o projeto seguir adiante, vou propor emenda que libera os corredores também pra mim e pro meu cachorro.
Campanha educativa
A Nereu fez um programa em que discutia a aplicação de multas para quem joga lixo na rua. Sou contra as multas. Acho que o poder público precisa primeiro educar e orientar, para só depois multar. Por isso, sugiro as seguintes atividades educacionais para quem joga lixo na rua:
1) Ao flagrar um cidadão jogando lixo na rua, a polícia deve gentilmente obrigá-lo a recolher o material, forçando- a lamber o chão três vezes.
2) Em caso de reincidência, o cidadão deverá engolir o próprio lixo depois de lamber a sola das botas dos policiais que fizeram o flagrante.
3) A multa só será aplicada depois que o sujeito jogar lixo na rua pela terceira vez. O valor será simbólico: R$ 12.398,00. O infrator passará então por um processo de reabilitação, ficando trancado numa jaula dentro da Câmara de Vereadores por uma semana. Nesse período, será obrigado a ver todas as sessões ordinárias e as sessões especiais de entregas de títulos honoríficos.
Chuck Norris na praça
Vânio criticou a insegurança dos taxistas da rovodiária. Disse que pra ser motorista de táxi em Blumenau é preciso ser “homem macho”. Com essa importantíssima nota, encerro minha coluna de hoje. Obrigado a todos pela leitura.
Otimizando a greve
A greve acabou bem, mas poderia ter sido mais rápida, pra não prejudicar tanto o contribuinte. Para o próximo ano, tenho algumas sugestões para o pessoal do Sintraseb agilizar as negociações:
Impacto – Quando o João Paulo aparecer para discursar, tentem afogá-lo no chafariz da prefeitura. Segurem a cabeça dele debaixo da água até ele levantar o polegar em sinal de aumento.
Terror psicológico – Ameacem jogar um ovo no Fábio Fiedler. Ele só tem uma camisa, que seca atrás da geladeira todas as noites. Garanto que ele consegue convencer o João Paulo sobre o aumento rapidinho.
Tudo ou nada – Se tudo o mais falhar, sequestrem o Marcelo Schrubbe, cortem uma orelha dele a enviem para o João Paulo com um bilhete de resgate exigindo 10% de aumento. Receberão 15% no mesmo dia.
Não amarelou
Já tivemos prefeitos que tinham medo da greve. O Décio, por exemplo, só faltou passar um dia inteiro disfarçado de capivara no barranco do rio pra fugir dos grevistas. Mas o João Paulo se portou bem. Enfrentou a turma de microfone na mão, não teve medo das vaias e deu a cara pra bater. Parabéns pra ele.
Fez certo
Sueli Silvia Adriano, a coordenadora do Sintraseb, concorreu a vereadora em 2008 pelo PT, sob o número 13.031. Fez 178 votos. Na greve, esqueceu o PT e manteve discurso focado nos resultados. Não aproveitou para fazer politicagem barata e rasteira como acontece com outras lideranças por aí. Parabéns pra ela.
Utilidade pública do Carlos
A Eisenbahn no posto Bela Jóia, na Antônio da Veiga, é vendida a R$ 6,90. No posto NB, da Estanislau Schaette, sai por R$ 5,50. Deve ser o frete.
Falta pouco
Tenho acompanhado atentamente a distribuição de títulos honoríficos pelos vereadores. No primeiro semestre, foram distribuídas 13.182 comendas, um aumento de 32% em relação aos 9.987 títulos distribuídos no mesmo período ano passado.
Cada homenageado fala em média 45 minutos sobre si mesmo, enquanto que os vereadores chegam a gastar duas horas e meia tecendo loas pro pessoal, totalizando mais de 40 mil horas de palavreado.
Pelas minhas contas, chega a 299.997 o número de pessoas já homenageadas pela Câmara. Apenas três infelizes na cidade ainda não receberam títulos: eu, você e o Jefferson Forest.
- Fui ver Se Beber Não Case 2
- É um filme tanto faz.
- Tanto faz se você for vê-lo ou não.
- Ele não acrescenta nada a quem viu o primeiro e chega a ser chato pra quem não viu.
- A história demora pra engrenar. A baboseira em torno do pai da noiva não serve pra nada, só pra gastar tempo.
- A participação do Paul Gianetti é tosca e sem graça.
- A quantidade de aventuras e desventuras da turma é menor e menos criativa.
- Os atores parecem estar menos à vontade.
- Aquele ar de babaquice descontraída e divertida do primeiro filme ficou meio forçada no segundo.
- A participação insossa do Mike Tyson seria perfeitamente dispensável.
- Ela só deturpa a sensacional e criativa incursão do ex-boxeador no primeiro filme.
- Há uma grande apelação em alguns casos, com um humor chulo e baixarias que marcaram algumas das piores comédias de adolescentes dos anos 80.
- Arnaldo Jabor soltou o verbo contra o filme. Falou as piores coisas. Desceu o cacete. Conferiu à obra um altíssimo grau de lamentabilidade. Previu o fim do mundo e a total falência do cinema americano.
- Jabor exagerou, mas Se Beber Não Case 2 está longe de ser uma boa continuação.
- Se você decidir não ver, não perde nada.
- Guarde seu dinheiro pro Transformers 3.
Dilma não prometeu. Garantiu
Se você está cansado de promessas sobre a BR-470, anime-se. Dilma não nos prometeu nada desta vez. Ela garantiu. Uma coisa são promessas de campanha. Outra coisa é a palavra de um presidente da República.
Quando disse que vai duplicar a rodovia, Dilma falou como presidente, não como candidata. Então temos motivos para crer que a coisa agora vai.
Ideli vem aí
Idelizona virou ministra das Relações Institucionais. Saiu do folclórico Ministério da Pesca e foi para o centro nevrálgico do poder. A promoção de Ideli ajuda muito na questão da BR-470. Participei de algumas ações em torno da BR-470 junto com a Ideli no ano 2000, quando ela era ainda apenas uma deputada estadual.
Ideli sabe tudo sobre a rodovia. Atuou fortemente contra o modelo de privatização previsto para a época. Com Ideli fortalecida, a duplicação ganha um aliado de peso, em posição estratégica.
Mais um motivo pra gente ter confiança no troço.
Décio envolvido
Outro agente político com atuação em torno da duplicação é o Décio Lima, que tem realizado agendas com prefeitos, estudos e ações junto ao governo. Torçamos para que ele se fortaleça e tenha sucesso, apesar das besteiras que fala de vez em quando.
Ganhos
A duplicação da BR-470 trará grandes dividendos políticos tanto para Décio como para Ideli. Se conseguirem, sou capaz de votar nos dois.
Marçal, um ícone
Enquanto outras lideranças políticas e empresariais faziam altas conjecturas estratégicas em torno do compromisso da Dilma com a duplicação, Jovino enveredou-se por um caminho curioso. Em entrevistas, passou a destacar o importantíssimo trabalho do Marçal em torno do assunto.
Jovino falou tão bem do Marçal e enalteceu tanto a atuação do vereador em torno da duplicação que eu não tenho duvidas: assim que a obra ficar pronta, vou propor a construção de um busto gigante do Marçal ao lado da BR-470, mais ou menos do mesmo tamanho da galinha da Kasulke.
Pelo menos isso
Os apartamentos entregues pela Dilma não têm piso, nem luz. Até aí tudo bem. O importante é que tenham água na privada.
Notícias da Simone
Minha empregada Simone, a Crédula, afirma categoricamente que Dilma veio a Blumenau “porque gosta de pobre”.
Simone também anda intrigada com a tal “ração humana”, que insiste em chamar de “farinha humana”.
Com a chegada do frio, meu guapeca Pelé passa o anoitecer no quarto da Simone, com quem costuma assistir TV. Segundo ela, a novela preferida do cachorro é “Rebelde”, que passa Record.
Quatro vezes derrotado
José Serra vai estar em Blumenau para uma palestra. Serra virou o chato do PSDB. Ninguém o quer por perto. O pessoal busca renovação. Ele já deu o que tinha que dar. É remédio vencido. Se a gente for pensar bem, Serra foi derrotado quatro vezes na disputa pela presidência. Em 2002 perdeu duas vezes para o Lula e, em 2010, mais duas vezes para a Dilma.
Sobrando
Fiquei sabendo que o técnico do Metropolitano tem cinco atacantes à disposição. Eu ficaria mais feliz se tivesse um só, mas que funcionasse.
- Representantes do Sintraseb disseram na Câmara de Vereadores que a prefeitura precisa valorizar quem “arregaça as mangas”.
- Acho que entendi o que eles querem dizer.
- Para ajudar você a entender também, encontrei vários exemplos de quem precisa ser valorizado:



FOTO 1:
PASSEATA DOS SERVIDORES DE BLUMENAU EM GREVE, DEBAIXO DE CHUVA, 10H48MIN DE TERÇA-FEIRA, 07/06/2011. (extraído de http://www.bnu.com.br)

FOTO 2:
PREFEITO JOÃO PAULO KLEINÜBING MANIFESTA TODA SUA PREOCUPAÇÃO PARA COM A SITUAÇÃO

- É costume os sindicalistas forçarem os trabalhadores a fazer greve.
- Mas comigo aconteceu o contrário.
- Eu queria fazer greve, mas o sindicato não deixou.
- Aconteceu em 1993.
- Mais ou menos por essa época, com esse friozinho, o sindicato dos servidores de Blumenau organizou uma greve.
- Renato Vianna era o prefeito. Eu trabalhava na comunicação do gabinete do vice, o Vilson Souza.
- No dia da greve eu fiquei em casa, pensei em dormir até mais tarde.
- Mas me ligaram da prefeitura. Eu teria que me apresentar ao secretário de Finanças, o Dalirio Beber, pra redigir nota oficial, montar um texto explicativo para os grevistas, etc.
- Charles Schwanke, meu colega de gabinete, também me ligou. Ele havia ido até a prefeitura, mas fora impedido de entrar pelos grevistas e voltou pra casa.
- Pensei que teria a mesma sorte.
- Fui até a entrada principal, que estava tomada por grevistas.
- José Garcia, assessor do sindicato, me viu.
- Perguntou o que eu estava fazendo lá.
- Eu disse a ele que teria de trabalhar, mas que “respeitaria a greve dos companheiros e iria pra casa”.
- Zé deu risada da minha cara.
- Nada disso. Quanto antes apresentarem a proposta, melhor. Tu vai entrar. - Zé Garcia me puxou pelo braço e me colocou pra dentro da prefeitura.
- E lá fiquei eu, um dia inteiro, trabalhando naquele prédio frio, vazio, com corredores escuros.
- Nem tivemos intervalo pro almoço. Ao meio dia deram um jeito de trazer lanches pra nós.
- Foi um dia corrido, de muitas tabelas e gráficos, que tive que traduzir em uma nota oficial explicativa e mais um release para a imprensa.
- Passei horas tensas e cansativas na agradabilíssima companhia de meus queridos amigos Dalirio Beber, Fábio Dutra de Moraes, assessor da Sec. de Finanças, Paulo Aloysio Malbourg Filho (secretário de Administração) e do Rudolf Clebsch, que era funcionário da Secretaria de Administração e que hoje está no Seterb.
- Eles eram muito bons em fazer contas e todos nos dávamos bem com o Excel.
- Foram feitas algumas negociações, mas ao fim do dia nada havia sido resolvido.
- A estratégia era explicar as coisas da melhor forma e deixar o movimento cansar, pra negociar depois.
- Nunca se negocia pra valer uma greve no primeiro dia.
- Aquela greve não durou muito, mas eu acabei vítima de buling: Charles Schwanke passou dias gabando-se de que havia ficado em casa dormindo enquanto eu me ferrava.
- Na verdade eu merecia ter tido um dia de folga, por conta de toda aquela trabalheira.
- E o José Garcia merecia ter sido expulso do sindicato, por obrigar um pobre e inocente trabalhador como eu a furar uma greve contra a vontade.
Os pais da criança
Nos últimos dias têm voado pedras e sarrafos de um lado para o outro. Prefeitura e oposição se esbofeteiam pra ver quem assume a paternidade dos tais 580 apartamentos a serem entregues aos desabrigados de 2008. João Paulo quer os méritos, Vanderlei lembra que quem financiou a obra foi a CEF e que o dinheiro do terreno foi doado.
Décio entrou na parada dizendo que vai trazer a Dilma para a inauguração, coisa que eu duvido. Enfim, todo mundo quer aparecer como o responsável pelo troço.
Cadê os irresponsáveis?
O tal conjunto habitacional deveria ter sido inaugurado duas semanas atrás, mas a CEF adiou a data depois que uma reportagem da RIC Record mostrou o serviço de porco que andaram fazendo lá. Apartamentos com infiltração, reboco mal feito, banheiros mal acabados, um horror. O apresentador Alexandre José esperneou, xingou e protestou, amparado na reclamação de moradores que iriam receber os imóveis.
A inauguração foi adiada para que a empreiteira refizesse o serviço. Nesse caso, ficamos sem saber quem foram os irresponsáveis pela lambança. Nem João Paulo, nem Vanderlei e nem a CEF assumem a paternidade pela ideia de inaugurar apartamentos em tão vergonhoso estado.
Entulho
Espero que os responsáveis pelas obras que irresponsavelmente permitiram a inauguração sem condições tenham o cuidado de fazer as coisas bem feitas desta vez. Fico preocupado com a hipótese de um caibro acertar a cabeça da Norma. E não seria nada bom para a imagem de Blumenau se uma telha cair no pé da Dilma.
Além disso, é preciso tomar cuidado com os entulhos. Vai que estoura uma briga na hora de cortar a fita.
Bendito 2050
Não entendo como a prefeitura faz tanta propaganda em torno do Blumenau 2050. Mas, enfim, a turma de especialistas em marketing deve ter lá suas razões. De qualquer maneira, jogar tudo pra 2050 não deixa de ser uma forma de passar a bola pra frente, enquanto se pode ir enrolando no presente.
Só pra inticar, resolvi fazer umas contas de como estariam algumas de nossas principais figuras políticas em 2050, quando, enfim, poderiam cobrar as realizações do João Paulo. Veja:

- Não entendo como a prefeitura faz tanta propaganda em torno do Blumenau 2050.
- Mas, enfim, a turma de especialistas em marketing deve ter lá suas razões.
- De qualquer maneira, jogar tudo pra 2050 não deixa de ser uma forma de passar a bola pra frente, enquanto se pode ir enrolando no presente.
- Só pra inticar, resolvi fazer umas contas de como estariam algumas de nossas principais figuras políticas em 2050, quando, enfim, poderiam cobrar as realizações do João Paulo.
- Veja:

- Posto Ipiranga, Coca-Cola: duas marcas que apostam em comerciais baseados da cornice dos seus consumidores.
- O Ipiranga acha bonito tratar seus clientes como cornos.
- Um sujeito chega em casa antes do tempo e vários homens escapam de dentro de casa.
- Tem até um anão.
- A mulher assustada pergunta porque o cornudo chegou tão cedo.
- Fiz tudo no Posto Ipiranga, diz ele, todo felizão. - Já o comercial da Coca Zero mostra um toscão que aparentemente esqueceu do compromisso com a namorada.
- Ela é assediada por um cagalhão qualquer.
- O cornudo então recorre aos amigos das forças especiais, que conseguem “salvar” a namorada do tal cagalhão tosco.
- Ora, um cara que se acha o bacanão e que precisa de um monte de amigos e de helicópteros pra livrar a namorada das mãos de um cagalhão, é um tremendo cornudo.
- Se fosse bom, dava conta do cagalhão sozinho. Aliás, se fosse bom mesmo, nem se preocupava com o cagalhão.
- Posto Ipiranga, Coca-Cola e os cornos. Tudo a ver.

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